sábado, 29 de julho de 2017

Derrubando a tese que o som do vinil é melhor


Você provavelmente sabe que os LPs de vinil estão desfrutando de uma incrível regeneração de interesse. Não que ele tenha morrido em muitos dos círculos que eu encontro. Pelo contrário, na verdade. Já que este é meu primeiro artigo para o High Fidelity Report, e a maioria dos autores – e provavelmente a maioria de seus leitores – são vinilófilos, eu achei que seria uma boa ideia irritá-los. Só que não!

Mas eu quero mesmo dizer algumas coisas que podem deixar alguns leitores descontentes. Então aceitem isso como um compartilhamento de uma ideia.

Por que eu me irrito

Em minhas viagens, comparecendo e participando de feiras, eventos de representantes e incontáveis sessões, incluindo aquelas datando de mais de 35 anos atrás, eu ainda estou para encontrar um único toca-discos que eu achasse que estivesse calibrado tão bem quanto possível. Isso mesmo, eu nunca ouvi um que eu achasse que estivesse reproduzindo a música em toda sua plenitude!

A má notícia é que todas elas poderiam ser melhores. Alguns aparelhos só precisavam de um pouco de ajuda – e, infelizmente, alguns precisavam de muita. A boa notícia é que – pelo menos recentemente – não se precisa de muito para efetuar uma melhoria. Quando eu tive e oportunidade de experimentar, sempre acabou sendo o caso de eu poder fazer o equipamento reprodutor de vinil soar melhor. E em muitas ocasiões, não demorou muito par afazê-lo. Talvez seja por isso que eu me irrite quando vejo audiófilos afirmando que seus toca-discos soam tão bem. Eles podem soar bem, mas eles estão tocando no nível que poderiam estar? Provavelmente não.

O Vinil – vivo ou apagado? – uma dúzia de dilemas

Para ser justo, quem é que sabe como o nosso toca-discos de vinil deve soar? A verdade é que nenhum de nós tem essa informação, e [com algumas exceções], isso pode incluir o engenheiro de masterização.

1] A maioria de nós se gaba de ser puristas que jamais conectaria um equalizador – analógico ou digital – a nossos equipamentos. Eu não consigo me lembrar de qualquer audiófilo respondendo SIM a essa pergunta: “Você usaria um equalizador de faixa plena em seu sistema?” Ainda que toda vez que toquemos um LP, o som passe por não um, mas dois níveis de equalização! Primeiro, a curva de masterização estabelecida pela RIAA é imposta ao próprio LP, e daí devemos tocar o LP através de uma fase pré-amplificadora em fono que contém [espera-se que sim] a equalização da imagem espelhada para nos retornar esse sinal ‘sem curva’.

Essa situação pressupõe que curvas projetadas com precisão por esse espelho [gravação e reprodução], que são, verdade seja dita, menos frequentes do que possamos imaginar. Gravadoras diferentes introduzem ênfases levemente distintas. Antes, as gravações pré-RIAA usavam suas próprias curvas de equalização ‘da casa’. Então temos dois níveis da repudiada equalização, e eles podem não ser tão apuradamente equalizadas para algumas de nossas gravações, pra começar.

2] A maioria dos audiófilos presta atenção quando vê um desenho que conseguiu ‘burlar’ com um estágio a mais de ganho, contudo, por algum motivo, nós damos ao estágio adicional do fono com ganho relativamente alto uma passagem. Não obstante, se estivermos usando cartuchos de bobina móvel, então pode ser que queiramos comprar um pré-amplificador fono de alta qualidade. A mesma questão da equalização, mesmo ganho exigido, soque agora apresentamos ainda mais cabos e conexões à equação. Claro, isso vai totalmente ao que atestamos acreditar que seja o melhor – menos fases de ganho, menos conexões e cabos, mas, hey, isso é analógico, então esquece!

3] Você nunca verá uma menção à equalização variante nas frequências altas à medida que você chegar mais para o centro do LP. Em outras palavras, as diretrizes exigidas de corte do vinil podem precisar de uma sutil [ou por vezes severa] mudança nas frequências mais altas à medida que se reproduz os sulcos menores.

4] Infelizmente, nenhum avanço na engenharia ocorreu a ponto de reduzir significantemente a distorção dos sulcos de menor circunferência – isso simplesmente faz parte do vinil.

5] Você sabe com certeza que nenhum cartucho fono soa igual a outro, não sabe? A pergunta é: esse que você possui é o melhor da linhagem dele? Você já o comparou com os outros cartuchos do mesmo fabricante e com os da mesma linha? Só to perguntando… ☺

6] A espessura variante dos LPs significará que você por muitas vezes não estará os reproduzindo no SRA [‘Stylus Rake Angle’, o ângulo no qual o braço, cartucho e agulha devem estar alinhados perpendicularmente ao disco sendo tocado] otimizado. Você vai reajustar a cada disco diferente que ouvir, ou simplesmente viver com a degradação resultante da qualidade do som?

7] Como alguém que já fez centenas de gravações master, tanto em analógico 30 IPS como digital, dizer que LPs analógicos reproduzem a música com mais poder é como eu dizer que eu nunca ouvi um master comparado ao LP comercial. A fita master faz com que o LP soe defeituoso – sem dinâmica, tons ou presença. Nenhum toca-discos – não importa a que preço – pode preencher a lacuna inerente entre a fita master e o LP masterizado. Ela é ENORME – e lembre-se que tal comparação foi feita com o uso de um equipamento corretamente calibrado.

8] Hoje em dia, qualquer um que esteja disposto a trabalhar e gastar para tocar discos de vinil deveria ter se educado para executar apropriadamente os aspectos mecânicos básicos de ajuste seu toca-discos. E agora, há um grande número de ferramentas úteis que tornam o aspecto mecânico da tarefa viável. Quando eu menciono que ainda encontro toca-discos que deixam a desejar, raramente é por causa do aspecto mecânico do ajuste – overhang [a distância angular entre o pino central e o ponto de suspensão da agulha], o azimuth, etc. Isso é uma boa notícia. O único aspecto mecânico que ainda pode ser questionado de vez em quando é o isolamento do toca-discos.

9] Outra questão mecânica que pode às vezes vir à tona seria a taxa variante de momento de inércia do contrapeso e do cartucho [quando tal opção estiver disponível].

10] As áreas que parecem se beneficiar consistentemente de um pouco mais de trabalho são a carga do cartucho fono, a força de tração vertical, VTA/SRA, e anti-derrapagem. Eu NÃO acho que medidores possam desempenhar essa tarefa – você precisa OUVIR aos efeitos de todos eles. E eles são todos interligados – assim como é a temperatura da sala.

11] Por fim, se o sistema principal não foi configurado para ‘encher a sala’, como é que o amante do vinil pode saber se os ajustes dele ou dela estão indo no rumo certo? Isso me lembra dos clientes do [sistema de avaliação e ensino de avaliação de diferentes instalações de equipamento de reprodução fonográfica/ RoomPlay Reference, que chegam aqui, e a determinado momento, pedem para ouvir seus CDs, porque ‘eles conhecem’. Em minha opinião, eles provavelmente NÃO conhecem, mas eu tento não dizê-lo – pelo menos não de cara.

12] Eu preciso mencionar o ruído de superfície dos LPs?

Uma última consideração

Quando um sistema digital é feito do modo certo, ou pelo menos muito bem feito, a música pode fluir e dedilhar as cordas do seu coração. Apesar de eu amar ouvir aos meus vinis, eu não o faço há muitos anos, preferindo, por vários motivos, ir atrás de fazer meus próprios arquivos digitais na minha mídia escolhida. A maioria dos ouvintes conclui – e frequentemente cita – que uma razão pela qual o som é tão audível é que eu estou tocando arquivos digitais de alta resolução, mas não, é material 16/44.1. Isso geralmente é uma grande surpresa para eles. Ninguém nunca se queixa ou expressa desejo de ouvir vinil. Talvez seja apenas um público incomumente educado, vai saber.

Tendo dito tudo isso, eu queria que não houvesse essa divisão entre as fontes, mas ela é bastante real. Felizmente, parece estar se dissipando. E talvez isso seja saudável, se nos mantiver debatendo. Seria bom se alguns audiófilos parassem e pensassem antes de declararem que sua reprodução de discos é o meio superior/mais preciso/de maior resolução. Talvez seja para eles, mas, hoje em dia, não o é, necessariamente, para os outros.

A atual oferta de música digital vale o esforço de explorá-la agora, até pelo razão de arquivar seus amados LPs analógicos. E sim, em alguns casos, pelo som melhor. Pronto, falei.

VIA WHIPLASH em 2014.


sexta-feira, 28 de julho de 2017

As dez melhores canções de Richard Wright


Assim de cabeça, vamos lá...

10 - Remember A Day
09 - Wearing The Inside Out
08 - Stay
07 - Far from the Harbour Wall
06 - Holyday
05 - Shine On You Crazy Diamond (part IX)
04 - Sysyphus
03 - Us And Them
02 - Summer' 68
01 - The Great Gig in The Sky.

Assista Uli Roth tocando Smoke On The Water com o Deep Purple


A canção mais famosa do Deep Puple ganhara as seis cordas do guitar hero Uli Jon Roth, ex-Scorpions em sua execução no Wacken Open Air.

O vídeo integra o Blu-ray "Deep Purple - From The Setting Sun (In Wacken)... To The Rising Sun (In Tokyo)", que compila a participação do Purple nas edições 2013 e 2014 do festival germânico.

COMPRE AQUI

Foo Fighters e Gorillaz no Brasil


O Foo Fighters, que já foi headliner do Lolla brasileiro, em 2012, chega para turnê com datas e locais que estão sendo definidos. O Destak apurou que, dependendo do acerto com outros países, as apresentações no Brasil podem até ser realizadas no início de abril do ano que vem, o que seria um alívio, porém pequeno, já que o festival acontece na última dezena de março.
O Gorillaz chega no fim do mesmo mês, também com roteiro de cidades sendo acertado. O grupo faz um "esquenta" em dezembro próximo, quando toca no BUE Festival, na Argentina.
É a primeira vez que o Gorillaz vem ao Brasil. Já o Foo Fighters faz sua quarta visita ao país. A banda americana, formada nos anos 1990 e comandada pelo cantor e guitarrista Dave Grohl (ex-Nirvana), foi uma das atrações do Rock in Rio de 2001; depois veio para o Lolla de 2012; e retornou com turnê solo, em 2015.

VIA DESTAK

Assista ao teaser do novo documentário sobre os Beatles


"It was 50 years ago today!" discorre sobre o agora cinquentão álbum "Sgt Pepper´s Lonely Hearts Club band" e chegará em setembro próximo.

Assista aos clipes do novo EP de Mick Jagger


"Gotta Get a Grip/England lost" foram lançadas no novo EP solo do frontman dos Rolling Stones.

Assista ao clipes de ambas abaixo:


Ouça a nova música de Chico Buarque


"Tua Cantiga" integra o álbum "Caravanas", que chegará no mês que vem.

A canção marca o retorno da parceria de Chico com o pianista Cristovão Bastos. Parceria esta que ocorre pela segunda vez, a primeira foi em "Todo o Sentimento", de trinta anos atrás.

Ouça no player abaixo:



Letra:

Quando te der saudade de mim
Quando tua garganta apertar
Basta dar um suspiro que eu vou ligeiro te consolar
Se teu vigia se alvoroçar
Estrada fora te conduzir
Basta soprar meu nome com teu perfume pra me atrair
Se tuas noites não têm mais fim
Se um desalmado te faz chorar
Deixa cair um lenço que eu te alcanço em qualquer lugar

Quando teu coração suplicar
Ou quando o teu capricho exigir
Largo mulher e filhos e de joelhos vou te seguir
Na nossa casa, serás rainha
Serás cruel talvez
Faz fazer manha, me aperriar
E eu sempre mais feliz
Silentemente vou te deitar
Na cama que arrumei
Pisando em plumas toda manhã
Eu te despertarei

Quando te der saudade de mim
Quando tua garganta apertar
Basta dar um suspiro que eu vou ligeiro te consolar
Se teu vigia se alvoroçar
Estrada fora te conduzir
Basta soprar meu nome com teu perfume pra me atrair
Entre suspiros pode outro nome dos lábios te escapar
Terei ciúme até de mim
No espelho a te abraçar
Mas teu amante sempre serei mais do que hoje sou
Com estas rimas não escrevi nem ninguém nunca amou

Se tuas noites não têm mais fim
Se um desalmado te faz chorar
Deixa cair um lenço que eu te alcanço em qualquer lugar
E quando nosso tempo passar, quando eu não estiver mais aqui
Lembra-te, minha nega, desta cantiga que fiz pra ti.

Rick Wright's Day - "A Arte de Richard Wright no Pink Floyd"


Hoje o dia aqui é dele, nascido em 28 de julho de 1943,o grande maestro harmonioso floydiano, o saudoso Mr. Richard William Wright.
Fascinado por jazz e música erudita, Rick foi o principal responsável pela atmosfera "espacial" que as músicas do Pink Floyd transmitiam, além de possuir boa voz, macia e aveludada, perfeita para duetos com o guitarrista David Gilmour, sobretudo na épica "Echoes" e na tocante "Wish You Were Here".
Wright fora co-autor de estupendas músicas do Floyd, tais como "Interstellar Overdrive", "A Saucerful Of Secrets, "Careful With That Axe Eugene", "Atom Heart Mother", "Alan's Psychedelic Breakfast", "Echoes", "One Of These Days", "Mudmen", "Stay", Time", "Us And Them", "Shine On You Crazy Diamonds" e "Wearing Inside Out".
Brilhou mais ainda em composições solitárias tais como "Remember Day", "Painbox", "Summer '68" e na sua mais fascinante obra, a inigualável "The Great Gig In The Sky".

Com vocês playlist "A Arte de Richard Wright no Pink Floyd"
https://open.spotify.com/user/12142308142/playlist/1PWFwqXyeuDgHcOnDPIhN9

http://33.media.tumblr.com/ed8f7b3b6687692d33cff6ba0aea2579/tumblr_nc95os2jVO1r4kwono2_500.gif

Box traz todos os singles do The Who


"Maximum As & Bs: The Complete Singles" compila todos os singles lançados pela banda bretã em cinco discos.

O trabalho inclui um livreto contendo 48 páginas e memorabilia.

Tracklist:

CD 1

1. Zoot Suit
2. I’m the Face
3. I Can’t Explain
4. Bald Headed Woman
5. Anyway, Anyhow, Anywhere
6. Daddy Rolling Stone
7. My Generation
8. Shout and Shimmy
9. Circles (AKA ‘Instant Party’)
10. Instant Party Mixture
11. A Legal Matter
12. The Kids Are Aright
13. The Ox
14. La – La
15. The Good’s Gone

CD 2

1. Substitute
2. Circles
3. Waltz For A Pig
4. I’m A Boy
5. In The City
6. Disguises
7. Batman
8. Bucket T
9. Barbara Ann
10. Happy Jack
11. I’ve Been Away
12. Pictures Of Lily
13. Doctor, Doctor
14. The Last Time
15. Under My Thumb
16. I Can See For Miles
17. Someone’s Coming
18. Dogs
19. Call Me Lightning
20. Magic Bus
21. Dr Jekyll & Mr. Hyde

CD 3

1. Pinball Wizard
2. Dogs Part Two
3. The Seeker
4. Here For More
5. Summertime Blues
6. Heaven And Hell
7. See Me Feel Me / Listening To You
8. Overture From Tommy
9. Christmas
10. I’m Free
11. Won’t Get Fooled Again
12. Don’t Know Myself
13. Let’s See Action
14. When I Was A Boy
15. Join Together
16. Baby Don’t You Do It
17. Relay
18. Wasp Man

CD 4

1. 5:15
2. Water
3. Listening To You / See Me Feel Me (Soundtrack Version)
4. Overture (Soundtrack Version)
5. Squeeze Box
6. Success Story
7. Who Are You
8. Had Enough
9. Long Live Rock
10. My Wife (Live)
11. 5:15 (Soundtrack Version)
12. I’m One (Soundtrack Version)
13. You Better You Bet
14. The Quiet One
15. Don’t Let Go The Coat
16. You

CD 5

1. Athena
2. A Man Is A Man
3. Eminence Front
4. It’s Your Turn
5. Twist And Shout (Live)
6. I Can’t Explain (Live)
7. Bony Maronie (Live)
8. Join Together (Live)
9. I Can See For Miles (Live)
10. Behind Blue Eyes (Live)
11. Real Good Looking Boy
12. Old Red Wine
13. Wire & Glass EP – Side A (5 x tracks)
14. Wire & Glass EP – Side B – Mirror Door
15. Be Lucky
16. I Can’t Explain (2014 Stereo remix)

quinta-feira, 27 de julho de 2017

David Gilmour revive sua história em Pompéia na exposição sobre Pink Floyd em Londres


O guitarrista floydiano David Gilmour esteve ontem na Pink Floyd Exhibition: Their Mortal Remains, exposição sobre a antologia do grupo no Victoria And Albert Museum, em cartaz até o dia primeiro de outubro próximo.

Clicado pela esposa, escritora e fotógrafa Polly Samson, Gilmour parou para focar sua atenção num painel agora mais ainda especial: sua participação no filme Pink Floyd Live At Pompeii, dirigido por Adrian Maben e lançado em 1972.

Gilmour voltou lá há um ano para duas apresentações que serão mostradas mundialmente no cinema no dia 13 de setembro próximo e chegará no formato doméstico no dia 29 do mesmo mês.

E aí, quem vamos?


Os 50 melhores discos lançados por mulheres


Cinquenta mulheres que trabalham na rádio norte-americana NPR e mais algumas de outras estações públicas do país elencaram os cinquenta melhores álbuns de n estilos lançados por artistas femininas entre 1964 pra cá.

O grande ponto positivo da lista é a presença do álbum "Transgender Dysphoria Blues", o primeiro do grupo Against Me! depois que sua frontwoman se assumiu como transgênero.

Confira abaixo os primeiros vinte colocados e a lista completa detalhada AQUI.

20 – The Ronettes – Presenting The Fabulous Ronettes Featuring Veronica
19 – Selena – Amor Prohibido
18 – Lucinda Williams – Car Wheels On A Gravel Road
17 – Janet Jackson – Control
16 – Fleetwood Mac – Rumours
15 – Diana Ross and the Supremes – Where Did Our Love Go
14 – Whitney Houston – Whitney Houston (1985)
13 – Madonna – Like A Prayer
12 – Erykah Badu – Baduizm
11 – Dolly Parton – Coat Of Many Colors
10 – Carole King – Tapestry
09 – Amy Winehouse – Back To Black
08 – Janis Joplin – Pearl
07 – Patti Smith – Horses
06 – Beyoncé – Lemonade
05 – Missy Elliott – Supa Dupa Fly
04 – Aretha Franklin – I Never Loved a Man The Way I Love You
03 – Nina Simone – I Put a Spell On You
02 – Lauryn Hill – The Miseducation Of Lauryn Hill
01 – Joni Mitchell – Blue

Playlist as músicas de abertura dos primeiros discos das bandas clássicas


O enorme acervo disponível nos serviços de streaming, tais como Spotify, Deezer, Apple Music, etc. nos permite criar playlists das mais variadas formas conceituais.

Basta ter um repente, ideia súbita ou feeling e pronto: pode começar a listar as músicas de sua nova playlist uma a uma.

O jornalista Ricardo Seelig, o cara que faz a Collectors Room, como ele gosta de dizer, teve uma ótima ideia de playlist: elencar todas as canções que abriram os álbuns de estreia de consagrados artistas e bandas do nosso classic rock.

Tem várias que é até meio difícil crer que a banda soava de tal forma no início e outras que já davam a noção do que viria pela frente.

Somente as faixas 01 dos primeiros álbuns de cada um deles, confira no link abaixo:

OUÇA AQUI

Os podcasts estão de volta na Collectors Room


Ontem estava ouvindo o novo podcast de Ricardo Seelig, o sexto da série, após um período de pausa.

Realmente me dei conta de que os podcasts são hoje os substitutos on line das velhas FMs de qualidade, onde podíamos nos informar e ao mesmo tempo curtir e conhecer altas sonzeiras.

Espero que o nº 7 não tarde e que não haja mais hiatos, pois é um trabalho bem bacana.

Veja a programação do podcast 6 e ouça abaixo:

Bloco 1

Guns N’ Roses - Nightrain
Van Halen - Beautiful Girls
Trapeze - Your Love is Alright

Bloco 2

Steven Wilson - The Twilight Zone
Opeth - Eternal Rains Will Come
Dream Theater - Funeral for a Friend / Love Lies Bleeding

Bloco 3

Hardkandy - Summer of ’95
Daft Punk feat. Todd Edwards - Fragments of Time
Michael Jackson - Off the Wall

Bloco 4

The Chemical Brothers - The Golden Path
The Flaming Lips - Race for the Prize
Manic Street Preachers - Ocean Spray

Bloco 5
The Thrills - Your Love is Like Las Vegas
Grandaddy - I’m on Standby
Wilco - Jesus, etc

Bloco 6

Chick Corea & Béla Fleck - Mountain

OUÇA AQUI BAIXE AQUI

Veja Patti Smith cantando com o U2 na Joshua Tree Tour


A cantora norte-americana subiu ao palco do Stade de France, Paris, para entoar a canção "Mothers of the Disappeared", juntamente com Bono.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Pink Floyd: Time x Money


É praticamente um dogma que todo fã do Pink Floyd tem o álbum "The Dark Side of The Moon" nas alturas e que ao menos a grande maioria destes o consideram como uma experiência completa, ou seja, o ideal é sempre ouví-lo integralmente ao invés de escutar faixas avulsas.

Porém, inegavelmente como todo grande álbum, aqui também temos as chamadas canções carros-chefes.

Então, pegando uma de cada lado do famoso álbum, temos "Time" x "Money", ambas de nome curtinho, com intros peculiares, marcadas por efeitos sonoros cativantes e emblemáticos, ambas com praticamente a mesma duração, variações de andamentos, com cantos e letras fortes, ambas de Roger Waters, e efusivos solos de guitarra de David Gilmour.

Lembrando sempre de se levar em consideração as versões originais do álbum de 1973.

OUÇA TIME

OUÇA MONEY

A Confraria Floydstock quer saber: qual destas duas canções melhor define todo o conceito e atmosfera de The Dark Side Of The Moon?

LEIA TAMBÉM:
Pink Floyd: Comfortably Numb ou Wish You Were?

Ouça música inédita do álbum póstumo de Gregg Allman


"My Only True Friend" integra o álbum póstumo "Southern Blood" que chegará no dia 8 de setembro próximo.

OUÇA AQUI

COMPRE NA AMAZON.COM

Tracklist:

“My Only True Friend”
“Once I Was”
“Going Going Gone”
“Black Muddy River”
“I Love the Life I Live”
“Willin'”
“Blind Bats and Swamp Rats”
“Out of Left Field”
“Love Like Kerosene”
“Song for Adam” (Featuring Jackson Browne)

Dio (em holograma) no Brasil


O Dio Disciples, banda composta por músicos que acompanharam o frontman Ronnie James Dio, apresentaram ao mundo no ano passado em shows como o do festival Wacken Open Air, a novidade de ter o saudoso nanico de volta aos palcos na forma etérea de holograma.

A iniciativa causou reações prós e contras.

Agora o grupo embarcará numa turnê mundial, a "Dio Returns", levando o espectro de Ronnie para plateias diversas, incluindo América do Sul e especialmente o Brasil.

Serão até 100 apresentações, com o pontapé inicial dado no dia 30 de novembro próximo em Helsinque, Finlândia.

Até o momento, apenas datas europeias estão agendadas, estando a dos demais continentes em aberto.

A banda conta com o baterista Simon Wright, o tecladista Scott Warren, o baixista Bjorn Englen e o guitarrista Craig Goldy.

Assista abaixo o holograma de Ronnie James Dio em ação em Los Angeles:

The Who: Eddie Vedder, Billy Idol e Pete Townshend apresentarão Quadrophenia em prol de adolescentes com câncer


No dia 13 de setembro próximo acontecerá no Chicago Rosemont Theater o "Classic Quadrophenia", evento beneficente organizado por Pete Townshend em prol dos adolescentes americanos que sofrem com o câncer.

A grande atração será a apresentação na íntegra da ópera-rock do The Who, "Quadrophenia", que será executada pelos convidados Eddie Vedder, do Pearl Jam, o cantor Billy Idol, o tenor Alfie Boe, além do próprio Pete Townshend, compositor da peça, todos acompanhados por um coral de crianças e da orquestra Chicagolands Pop.

Mais detalhes em breve no site do Rosemont e do Pearl Jam.


Alice Cooper encontra obra de Andy Warhol que nem lembrava mais que a possuia


Alice Cooper ganhou de presente de aniversário da amiga Cindy Lang, que trabalhou com o Velvet Underground no princípio dos anos 70, a serigrafia vermelha "Little Electric Chair", da fase "Death and Disaster" de seu ilustre amigo Andy Warhol.

Porém a obra ficara todos esses anos no depósito pessoal de Cooper sem que este lembrasse mais de sua existência.

Há poucos anos, num jantar com um comerciante de Arte, Alice lembrou do presente e resolveu procurá-lo. Achou agora.

O cantor ainda não decidiu o que fará com tal achado.

Warhol fez uma série de peças "Little Electric Chair", uma das quais foi vendida em 2014 pela casa de leilões britânica Christie's por mais de US$ 10 milhões (cerca de R$ 31,5 milhões).

As outras estão em coleções de arte da Tate Modern de Londres e no San Francisco Museum of Modern Art, na Califórnia.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Novo lyric video do Xandria


"Queen Of Hearts Reborn" integra o álbum "Theater of Dimensions", que chegou em 27 de janeiro último.

COMPRE NA AMAZON.COM

LEIA NOSSA RESENHA



Tracklist:

01. Where the Heart Is Home
02. Death To the Holy
03. Forsaken Love
04. Call of Destiny
05. We Are Murderers (We All)
06. Dark Night of the Soul
07. When the Walls Came Down (Heartache Was Born)
08. Ship of Doom
09. Céilí
10. Song For Sorrow and Woe
11. Burn Me
12. Queen of Hearts Reborn
13. A Theater of Dimensions


Loccomotiva: a nova força musical de Campo Grande, nos trilhos das Boas Ações


Quando os músicos são craques nos seus respectivos instrumentos e se agrupam numa power band não tem como prometer e esperar pouca coisa.

Com Fred Oliveira, nas teclas; Xandão Ourives, no baixo; Mark Piazza, no vocal; Helder Domingues, na guitarra e Marcos Uzun, na bateria, todos egressos de grupos de renome local, tais como Rivers, No Name, Alta Tensão e Beatles Maníacos, assim nasce a Loccomotiva, que terá como sua primeira parada a estação do Blues Bar MS, no dia 29 de julho, sábado próximo.

Nesta grande estreia, concomitantemente estará acontecendo uma oportuna Campanha do Agasalho, a "Boa Ação nos Trilhos do Rock" em prol das pessoas que têm enfrentado desprovidamente os dias de intenso frio, que castigam a capital mato-grossense a cada frente fria.

Portanto, pedimos para o público que for prestigiar a Loccomotiva, que leve tudo o que puder em matéria de agasalhos: casacos, roupas de manga comprida, cobertores, colchas, etc.

Voltando à música, imagine toda a essência do classic rock vitaminada a enésima potência, somada ao próspero rock and roll mais recente!

É o que a Loccomotiva promete nos entregar neste sábado com sons de Ozzy Osbourne, Led Zeppelin, Deep Purple, intercalados com Muse, Queens of Stone Age, Wolfmother e afins.

Assim convida Xandão Ourives, o sábio das quatro cordas da Loccomitiva:

"O evento "Boa ação nos trilhos do Rock" foi pensado principalmente para ajudar aos menos favorecidos nesta época em que o frio castiga, principalmente a quem está nas ruas e não tem onde se abrigar. Uma ação social e humanitária que se funde ao propósito de cinco amigos que sempre respeitaram os trabalhos uns dos outros, mas nunca tiveram oportunidade de dividir o palco em um mesmo trabalho. Agora a Loccomotiva vem para trazer uma nova proposta unida a grandes clássicos. O evento acontecerá no Blues Bar, Sábado, 29 de Julho, à partir das 22h!".

Boa Ação nos Trilhos do Rock:

Local: Blues Bar MS (Rua 15 de Novembro, 1186, Centro)
Data: 29 de julho, às 22:00 horas
Entrada: Um agasalho e Homem - R$15 e Mulher - R$10.

Contato: 67 99242-8490
               bandaloccomotiva@gmail.com
               https://instagram.com/loccomotiva                       https://www.facebook.com/pg/loccomotivaoficial/about/?ref=page_internal
           

Frank Sinatra: morreu sua Lady Blue Eyes


Barbara Sinatra, a viúva do cantor Frank Sinatra, morreu nesta terça-feira, 25, aos 90 anos em sua residência de Rancho Mirage, uma cidade californiana a 200 quilômetros de Los Angeles.

Segundo informou o jornal local The Desert Sun, Barbara Sinatra morreu rodeada pelos amigos e parentes após meses com problemas de saúde.

Barbara Blakely, pelo nome de solteira, foi a quarta e última esposa de Frank Sinatra, uma das grandes vozes do século 20 e com quem viveu de 1976 até a morte do cantor, em 1998.

Nancy Barbato, Ava Gardner e Mia Farrow foram as esposas anteriores de Frank Sinatra, mas foi com Barbara que ele ficou mais tempo casado. Antes de iniciar o romance com o cantor, Barbara foi casada com o comediante Zeppo Marx, o mais jovem dos Marx Brothers.

Barbara Blakely nasceu no Missouri, mas posteriormente se mudou com a família para a Califórnia, onde começou a carreira de modelo. Já junto a Frank Sinatra, ela se destacou pela atividade filantrópica com o Barbara Sinatra Children's Center, dedicado ao tratamento de crianças que sofreram abusos.

Também conhecida como Lady Blue Eyes, em referência ao apelido Ol' Blue Eyes do marido, Barbara Sinatra escreveu suas memórias no livro intitulado Lady Blue Eyes: My Life With Frank, lançado em 2011.

"Este livro é para Frank, o amor da minha vida, e tenho certeza que ele me teria apoiado completamente nisto. Sobretudo, quero que o mundo todo saiba o quão verdadeiramente maravilhoso ele foi e como, ao me tornar sua esposa, acabei sendo a mulher mais sortuda do mundo", afirmou no prefácio do livro. EFE.

VIA O ESTADÃO 

"Back In Black " o álbum 100% do AC/DC


Após a morte do performático e carismático vocalista Bon Scott, não se sabia nem se o grupo continuaria na ativa, mas rapidamente recrutaram Brian Johnson para o microfone e entraram em estúdio para fazer o que ninguém esperava: o álbum de maior sucesso e por que não dizer o de maior qualidade e regularidade da banda.
"Back In Black", lançado em 25 de julho de 1980, ultrapassou a casa das 50 milhões de cópias vendidas, ocupa a décima sétima posição entre os 200 álbuns definitivos na lista do Rock And Roll Hall Of Fame.
O álbum marca a entrada do AC/DC numa fase com pegada mais entre o Hard Rock e Heavy Metal, enquanto na era Scott o grupo soava mais blues-hard rock.
Um dos maiores álbuns de rock nesses 61 anos de Rock And Roll.

OUÇA AQUI

COMPRE NA AMAZON.COM

Tracklist:

01. Hells Bells
02. Shoot to Thrill
03. What Do You Do for Money Honey
04. Givin the Dog a Bone
05. Let Me Put My Love into You
06. Back in Black
07. You Shook Me All Night Long
08. Have a Drink on Me
09. Shake a Leg
10. Rock and Roll Ain't Noise Pollution

A banda:

Brian Johnson (Vocal)
Angus Young (Guitarra solo / Guitarra rítmica)
Malcolm Young (Guitarra Rítmica / Vocal de apoio)
Cliff Williams (Baixo / Vocal de apoio)
Phil Rudd (Bateria / Percussão)

Ouçam AC/DC, inserido também na nossa playlist Confraria Floydstock On Line

Novo vinho de Ozzy Osbourne


No dia 21 de agosto, Ozzy Osbourne estará se apresentando durante o eclipse solar total no Moonstock em Carterville, Illinois. A apresentação começará com o clássico "Bark At The Moon". Em homenagem a ocasião, Ozzy lançará o Solar Red, vinho tinto em embalagens personalizadas.

A garrafa comum terá valor de US$50 e a edição de colecionador US$500. A bebida é um vinho tinto seco de corpo médio, feito a partir de uma mistura de uvas Zinfandel e Syrah de alta qualidade. O Solar Red contém notas frutadas de geléia de figo, ameixa, cereja e cranberry combinadas com alguns tons terrosos e notas de carvalho. Ele termina com um sabor ligeiramente picante de pimenta preta. A edição de colecionador do Solar Red é numerada e autografada pelo próprio Príncipe das Trevas. Foram produzidas apenas 500 unidades da edição de colecionador, com a garrafa de vinho embutida dentro de um caixão artesanal de madeira de álamo e travesseiros de cetim preto. Inclui um Certificado de Autenticidade com uma foto de Ozzy Osbourne assinando os rótulos.

O produto está disponível nesse link:
https://www.moonstock2017.com/shop

VIA CAROL MANZATTI - WHIPLASH


segunda-feira, 24 de julho de 2017

Pink Floyd: Comfortably Numb ou Wish You Were?


Essas duas canções emblemáticas do Pink Floyd são para muitos as mais lindas da banda.

Uma toca o fã especialmente pelo primeiro e segundo solo de David Gilmour, ambos intercalados com o belo canto de Roger Waters.

A outra cativa pela linda letra de Roger Waters e todo o sentimento nostálgico, sobretudo ante à ausência do Criador, Syd Barrett.

E aí, para você, qual é a mais bonita?

LEIA TAMBÉM:
Pink Floyd: Time x Money

Motörhead lançará compilação com seus covers, com direito a David Bowie


"Under Cöver" chegará em 1º de setembro próximo compilando faixas já gravadas pelo Motörhead em homenagem a outras bandas e artistas.

A novidade é "Heroes", clássico de David Bowie, música inédita com Kilmister e cia, gravada em 2015.

Tracklist:

1. Breaking the Law (Judas Priest) 2008
2. God Save the Queen (The Sex Pistols) 2000
3. Heroes (David Bowie) 2015
4. Starstruck (Rainbow) 2014
5. Cat Scratch Fever (Ted Nugent) 1992
6. Jumpin’ Jack Flash (The Rolling Stones) 2001
7. Sympathy for the Devil (The Rolling Stones) 2015
8. Hellraiser (Ozzy Osbourne) 1992
9. Rockaway Beach (Ramones) 2002
10. Shoot ‘Em Down (Twisted Sister) 2001
11. Whiplash (Metallica) 2005

Linkin Park: nota oficial sobre a morte de Chester Benningnton


Leia abaixo o comunicado oficial da banda Linkin Park sobre a morte de Chester Bennington, aos 41 anos, na quinta-feira última, dia 21.

"Querido Chester,

Nossos corações estão partidos. As ondas de sofrimento e negação ainda estão varrendo nossa família quando enfrentamos o que aconteceu.

Você tocou muitas vidas, talvez mais que tenha percebido. Nos últimos dias, temos recebido uma quantidade muito grande de amor e apoio, tanto público quanto privado, de todo o mundo. Talinda (esposa de Chester) e familiares são gratos e querem que o mundo saiba que você foi o melhor marido, filho e pai, e que a família nunca mais será completa sem você.

Falando sobre os anos que passamos juntos, sua empolgação era contagiante. Sua ausência deixa um vazio que nunca poderá ser preenchido - uma voz cheia de vida, divertida, ambiciosa, criativa, boa e generosa fará falta. Estamos tentando nunca esquecer que os demônios que levaram você embora são parte do negócio. No fim das contas, o jeito que você cantava sobre estes demônios é o que fazia as pessoas se apaixonarem por você logo de cara. Sua coragem de expor estes demônios nos unia e nos fazia sentir mais humanos. Seu coração era imenso e você deixava isto transparecer em sua cara.

Nosso amor pela música é imortal. Embora a gente não saiba o que o futuro nos reserva, sabemos que nossa vida se tornou melhor por sua causa. Muito obrigado por tudo que você nos deu. Te amamos, e sentimos muito sua falta.


Até que nos vejamos novamente,

LP
".

Linik Park: Causa da morte de Chester Bennington é confirmada


O porta-voz da polícia de Los Angeles, Ed Winter, confirmou nesta segunda-feira (24) que a causa da morte do cantor Chester Bennington foi mesmo enforcamento. O oficial confirmou ainda que uma garrafa de álcool pela metade foi encontrada perto do cantor sem sinais de abuso de drogas. Nenhuma carta de suicídio foi deixada. A informação foi divulgada pelo site da revista "NME".

VIA UOL MÚSICA

Assista Eddie Vedder cantando Comfortably Numb com Roger Waters ontem em Chicago


O frontman do Pearl Jam subiu ao palco ontem à noite para entoar uma das mais belas canções do Pink Floyd, juntamente com o eterno gênio floydiano, pela Us + Them Tour.

Assista abaixo:

domingo, 23 de julho de 2017

Novo logotipo do Linkin Park


Mike Shinoda, companheiro de Chester Bennington no Linkin Park, divulgou o novo logo  do grupo, este contendo figura com cinco lados, um a menos que a anterior, em referência à grande ausência de Chester, falecido na última quinta-feira.