sábado, 15 de julho de 2017

Blue Note abrirá no Rio com show reunindo músicos brasileiros de primeira linha


Em agosto chega na capital carioca o clube nova-iorquino de jazz Blue Note. A casa, que tem sete filiais pelo mundo, como na Itália, no Japão e na China, contará com shows intimistas.

No ano em que o jazz completa cem anos, o clube ganhará sede na zona sul do Rio de Janeiro e terá shows de quarta a domingo.

Os ingressos para a inauguração e demais datas estão disponíveis no site.

Para a estreia, dia 30 de agosto próximo, ma banda formada por alguns dos maiores músicos brasileiros receberá convidados estelares da MPB.

Veja abaixo a programação.

30/08 – Quarta-feira

Abertura para convidados com a Brazil Jazz Stars

31/08 – Quinta

20h — Brazil Jazz Stars com Trio da Paz e Nelson Ayres

22h30m — Brazil Jazz Stars com Carlos Malta, Robertinho Silva e Marcos Suzano

01/09 – Sexta

20h — Brazil Jazz Stars com Monica Salmaso e Guinga

22h30m — Brazil Jazz Stars com Azymuth e Marcos Valle

02/09 – Sábado

20h — Brazil Jazz Stars com Dori Caymmi

22h30m — Brazil Jazz Stars com Leny Andrade, Nelson Faria e Ney Conceição

06/09 - Quarta

20h — Jaques Morelenbaum convida Mayra Andrade

07/09 - Quinta

20h — Maceo Parker

22h30m — Maceo Parker

08/09 – Sexta

21h — Maceo Parker

23h30m — Maceo Parker

09/09 – Sábado

21h — Sergio Mendes

23h30m — Sergio Mendes

10/09 – Domingo

20h — Sergio Mendes

22h30m — Sergio Mendes

13/09 - Quarta

20h — Jaques Morelenbaum convida Jan Dumée & Wim Dijkgraaf

16/09 – Sábado

21h — Baby do Brasil

23h30m — Baby do Brasil

17/09 – Domingo

20h — Baby do Brasil

22h30m — Baby do Brasil

20/09 - Quarta

20h — Jaques Morelenbaum convida Diego Schissi

21/09 – Quinta

20h — Banda Black Rio

22h30m — Banda Black Rio

22/09 – Sexta

21h — Banda Black Rio

23h30m — Banda Black Rio

23/09 — Sábado

21h — Orquestra Atlântica

23h30m — Orquestra Atlântica

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27/09 - Quarta

20h — Anne Paceo

28/09 - Quinta

20h — Hermeto Pascoal e Heraldo do Monte

22h30m — Hermeto Pascoal e Heraldo do Monte

29/09 - Sexta

21h — Wagner Tiso e Tunai

23h30m — Wagner Tiso e Tunai

30/09 - Sábado

21h — Orquestra Atlântica

23h30m — Orquestra Atlântica

04/10 - Quarta

20h — Ala.Ni

05/10 – Quinta

20h — Chris Botti

22h30m — Chris Botti

06/10 – Sexta

21h — Chris Botti

23h30m — Chris Botti

07/10 – Sábado

21h — Chris Botti

23h30m — Chris Botti

08/10 – Domingo

20h — Chris Botti

22h30m — Chris Botti

11/10 - Quarta

20h — Teresa Salgueiro

22h30m — Teresa Salgueiro

12/10 – Quinta

20h —Teresa Salgueiro

22h30m — Teresa Salgueiro

20/10 – Sexta

21h — Chick Corea & Steve Gadd Band

23h30m — Chick Corea & Steve Gadd Band

01/11 - Quarta

20h — Banda Mantiqueira

22h30m — Banda Mantiqueira

02/11 - Quinta

20h — Spyro Gyra

22m30m — Spyro Gyra

03/11 - Sexta-feira

21h — Spyro Gyra

23h30m — Spyro Gyra

04/11 - Sábado

21h — Spyro Gyra

23h30m — Spyro Gyra

15/11 - Quarta

20h — Laura Perrudin

16/11 - Quinta

20h — Didier Lockwood Trio

22h30m — Didier Lockwood Trio

17/11 – Sexta-feira

21h — Antonio Carlos e Jocafi com Ithamara Koorax

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23h30m — Brazil Jazz Stars

18/11 - Sábado

21h — Antonio Carlos e Jocafi com Ithamara Koorax

23h30m — Brazil Jazz Stars

Radiohead: OKNOTOK cita Syd Barrett e The Wall


Foi descoberto que o Radiohead instalou uma mensagem escondida em seu novo box OKNOTOK, lançado em comemoração aos 20 anos do clássico OK Computer (1997).

Entre os materiais do box há uma fita cassete C90. No fim dela, há um programa feito para rodar nos ZX Spectrum, uma espécie de microcomputador lançada em 1982. Esses aparelhos funcionavam com fitas cassetes e, felizmente, um fã da banda fez o favor de rodar a fita em um emulador do ZX Spectrum, passando por um filtro de áudio, para que você possa ver o que acontece (assista abaixo).

Basicamente, o programa traz uma série de códigos. “Dentro do seu computador estão… Thomas Yorke, Colin Grenwood, Jonathan Greenwood, Edward O’Brien, Philip Selway, Nigel Godrich & Stanley Donwood. 19 de dezembro de 1996”, diz uma das mensagens decodificadas. Considerando que OK Computer foi gravado entre julho de 1996 e janeiro de 1997, não está nada claro o que essa data significa.

Em outro ponto, há um texto que está com as letras e o fundo das letras pretos. Ali, está escondido no código de programação as seguintes frases: “Congratulations….You’ve found the secret message syd lives hmmmm. We should get out more [algo como, “Parabéns…. Você achou a mensagem secreta Syd vive hmmmm. Vamos arranjar mais desses”. O texto faz referência à “Empty Spaces”, faixa do Pink Floyd lançada no The Wall (1979) que, se tocada ao contrário no minuto 1:13, diz: “Olá caçador… Parabéns, você acabou de achar a mensagem secreta. Por favor, mande sua resposta para o Velho Pink aos cuidados da Fazenda Engraçada, Chalfont”. Acredita-se que esse trecho seja uma citação a Syd Barrett, o primeiro vocalista e guitarrista do Pink Floyd que, em 79, já estava morando com sua mãe devido a problemas neurológicos. Algumas versões apontam que “fazenda engraçada” seria um eufemismo para se referir a uma clínica psiquiátrica.

Ouça abaixo “Empty Spaces” ao contrário:




VIA NOIZE


Acidente do Adrenaline Mob: a princípio, Russell Allen e Mike Orlando não correm risco de vida


O radialista Eddie Trunk informou através de seu site que trocou mensagens com o vocalista Russell Allen e com o guitarrista Mike Orlando, do Adrenaline Mob, e que ambos não correm risco de vida, a princípio.

Já o baterista Jordan Cannata, conforme informamos anteriormente, fraturou a coluna e segue em estado gravíssimo.

A banda norte-americana sofreu um acidente nesta sexta-feira, 14/07, em uma estrada da Flórida. O veículo estava no acostamento trocando um pneu furado quando foi atingido por um caminho e pegou fogo.

O baixista David Zablidowsky perdeu a vida no local.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Banda Adrenaline Mob sofre grave acidente autobomilístico


De acordo com o site Gainesville.com, republicado por várias outras fontes, um veículo que transportava a banda ADRENALINE MOB se envolveu em um acidente com vítimas na tarde de hoje.

O baixista David Zablidowsky morreu no acidente e seis pessoas ficaram feridas, três delas em estado grave, quando um caminhão colidiu com uma van da banda que estava no acostamento trocando um pneu furado. A van pegou fogo. Os feridos foram levados para hospitais da região. Duas pessoas não sofreram ferimentos.

O Adrenaline Mob estava em tour com Russell Allen, Mike Orlando, Jordan Cannata e David Zablidowsky.

VIA WHIPLASH

Dez rockstars que sobreviveram ao mergulho profundo nas drogas


Ricardo Coser Seelig é um jornalista e pesquisador de alto feeling para pescar artigos e curiosidades interessantíssimas mundo afora no tocante ao universo da música.

Dessa vez ele achou uma matéria no site Listverse, a qual ele traduziu para a sua Colletors Room, elencando dez personalidades do rock and roll que ainda estão vivos pela "glória do Espírito Santo".

Para se ter uma ideia, leia um trecho trazendo o mais óbvio sobrevivente dessa lista.

Ozzy Osbourne:

Se um homem surpreendeu a comunidade médica, seu nome é Ozzy Osbourne. De acordo com um artigo publicado em 2015, o genoma do cantor do Black Sabbath revela como ele sobreviveu a quarenta anos de abuso desenfreado de álcool e drogas. Por exemplo: os pesquisadores descobriram uma mutação no gene ADH4, ligado ao abuso de drogas e álcool, e que pode ser a razão de Ozzy conseguir beber mais e com mais facilidade do que um ser humano médio. Com isso em mente, as quatro décadas do vício de Ozzy em álcool, ácido, maconha, cocaína, heroína, Valium, Vicodin e em um coquetel surpreendente de anfetaminas, tranquilizantes, barbitúricos, analgésicos e pílulas para dormir teriam matado facilmente - e dezenas de vezes - um ser humano normal. De acordo com Sharon, sua esposa: “No fim do mundo, restarão apenas baratas, Ozzy e Keith Richards”.

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Leitores da Classic Rock Magazine escolhem os melhores discos de 2017


Em enquete promovida pela revista inglesa Classic Rock, os leitores da publicação escolheram quais foram os melhores discos lançados no primeiro semestre do ano.

Ainda que a popularidade das bandas sempre tenha um peso neste tipo de levantamento, os títulos abaixo indiscutivelmente trazem boa música para os ouvidos.

Estes foram os 20 melhores álbuns de 2017 até agora, segundo os leitores da Classic Rock

20 Big Big Train - Grimspound
19 Aaron Keylock - Cut Against the Grain
18 The Afghan Whigs - In Spades
17 Beth Blade & The Beautiful Disasters - Bad Habit
16 Royal Blood - How Did We Get So Dark?
15 Hawkwind - Into the Woods
14 Goldray - Rising
13 Styx - The Mission
12 Anathema - The Optimist
11 Aaron Buchanan And The Cult Classics - The Man With Stars on His Knees
10 Steel Panther - Lower the Bar
9 Chris Catalyst - Life is Often Brilliant
8 Roger Waters - Is This the Life We Really Want?
7 Cheap Trick - We're All Alright
6 Mastodon - Emperor of Sand
5 Thunder - Rip It Up
4 Black Star Riders - Heavy Fire
3 Deep Purple - InFinite
2 Biters - The Future Ain't What It Used to Be
1 Inglorious - II

VIA COLLECTORS ROOM

Assista ao novo lyric video de Alice Cooper

"Paranormal" é a faixa-título do novo álbum do sombrio, que chegará no dia 28 de julho próximo.

O trabalho conta com as participações especialíssimas de Billy Gibbons (ZZ Top) e Roger Glover (Deep Purple).

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Tracklist:

Paranormal
Dead Flies
Fireball
Paranoiac Personality
Fallen In Love
Dynamite Road
Private Public Breakdown
Holy Water
Rats
The Sound Of A

Bonus CD

Studio recordings with the Original Alice Cooper Band

Genuine American Girl
You And All Of Your Friends

Live in Columbus with the current Alice Cooper band

No More Mr. Nice Guy
Under My Wheels
Billion Dollar Babies
Feed My Frankenstein
Only Woman Bleed
School’s Out


Assista ao novo lyric video do Edguy


"Open Sesame" integra a compilação "Monuments", que chegou hoje e celebra os 25 anos da carreira do grupo germânico em 2 CDs e um DVD.

SAIBA MAIS DETALHES DE "MONUMENTS"
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Roger Waters é acusado de anti-semitismo por organização judaica


Tadinhos! Tão inocentes!

A Federação Judaica de Miami emitiu uma nota ontem repreendendo severamente o eterno líder floydiano pelo seu ostensivo boicote cultural a Israel, aliado ao movimento BDS (Boicote, Desinvestimento, Sanções), que solicita que artistas não se apresentem em solo israelita em protesto contra a política opressora de Israel frente ao território palestino.

Diz a infeliz nota:

"O antissemitismo e o ódio não são bem-vindos em Miami. Senhor Waters, pare de pedir apoio ao boicote cultural de Israel. Pare de usar sua plataforma musical para cuspir sua retórica venenosa e cheia de ódio, usando símbolos antissemitas e linguagem anti israelense em suas apresentações."

Vale ressaltar que Roger Waters há 40 anos vem fazendo o oposto a tal acusação, sendo enorme crítico às opressões políticas, separatistas e sobretudo anti-semitas, desde a Segunda Grande Guerra, denotando fortemente suas posições através de suas letras nos álbum do Pink Floyd, "Animals", "The Wall" e "The Final Cut", além de seus álbuns solos, principalmente o recém-lançado "Is This The Life We Really Want?" em que berra toda a sua reprovação ante o conservadorismo segregário do Presidente norte-americano Donald Trump.

É o tal negócio. Quem entende, entende. Quem não entende, não entende (ou finge que não entende).


Os 50 artistas que mais faturaram na música em 2016


A Billboard divulgou um levantamento listando os artistas da música mundial que mais faturaram no ano passado.

No Top Five, tivemos Beyoncé liderando com larga sobra ante o segundo colocado Guns N' Roses, que surge minimamente à frente do Coldplay, seguidos de Drake e Adele.

Abaixo está a lista completa.

01) Beyoncé: 62,1 milhões
02) Guns N’ Roses: 42,3 milhões
03) Coldplay: 42,2 milhões
04) Drake: 37,3 milhões
05) Adele: 37 milhões
06) Coldplay: 32,3 milhões
07) Justin Bieber: 30,5 milhões
08) Luke Bryan: 27,3 milhões
09) Kanye West: 26,1 milhões
10) Kenny Chesney: 25,4 milhões
11) Billy Joel: 23,6 milhões
12) Rihanna: 22,3 milhões
13) twenty one pilots: 21,1 milhões
14) Carrie Underwood: 19,9 milhões
15) Metallica: 18,5 milhões
16) Paul McCartney: 17,7 milhões
17) Future: 17 milhões
18) Garth Brooks: 16,02 milhões
19) Trans-Siberian Orchestra: 16,01 milhões
20) Barbra Streisand: 15,8 milhões
21) AC/DC: 15 milhões
22) Dixie Chicks: 14,8 milhões
23) Florida Georgia Line: 14,6 milhões
24) Dave Matthews Band: 14,4 milhões
25) Jason Aldean: 14,3 milhões
26) Pish: 13,7 milhões
27) Maroon 5: 13,5 milhões
28) Zac Brown Band: 12,8 milhões
29) Black Sabbath: 12,4 milhões
30) blink-182: 12,19 milhões
31) Jennifer Lopez: 12,17 milhões
32) Elton John: 12,11 milhões
33) Dead & Company: 12,07 milhões
34) David Bowie: 11,5 milhões
35) Keith Urban: 11,4 milhões
36) The Rolling Stones: 10,86 milhões
37) Céline Dion: 10,85 milhões
38) Def Leppard; 10,81 milhões
39) Britney Spears: 10,7 milhões
40) Marc Anthony: 9,9 milhões
41) Blake Shelton: 9,8 milhões
42) The Weeknd: 9,4 milhões
43) Pearl Jam: 9,3 milhões
44) Journey: 9,2 milhões
45) Jimm Buffett: 9,1 milhões
46) Sia: 8,9 milhões
47) Selena Gomez; 8,8 milhões
48) James Taylor: 8,3 milhões
49) Stevie Nicks: 8,21 milhões
50) Pentatonix: 8,2 milhões


Assista ao novo clipe do Arch Enemy

"The World is Yours" integra o álbum "Will To Power" que chegará no dia 8 de setembro próximo.



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Tracklist:

1. Set Flame To The Night
2. The Race
3. Blood In The Water
4. The World Is Yours
5. The Eagle Flies Alone
6. Reason To Believe
7. Murder Scene
8. First Day In Hell
9. Saturnine
10. Dreams Of Retribution
11. My Shadow And I
12. A Fight I Must Win



quinta-feira, 13 de julho de 2017

Dia Mundial do Rock: Playlist Senhores das 6 Cordas


Comemorando o Dia Mundial do Rock (ainda que seja só por aqui no Brasil), dividamos sua música nos cinco principais instrumentos que o tocam: baixo, teclado, bateria, guitarra e voz, com uma playlist contendo seis musicistas exímios no ofício de cada um deles.

Neste post, sete grandes guitarristas. São eles:

Jimmy Page - Led Zeppelin
Ritchie Blackmore - Deep Purple, Rainbow
Eric Clapton - Cream, Blind Faith, Derek & The Dominos
David Gilmour - Pink Floyd
Neil Young
Frank Zappa
Jimi Hendrix

OUÇA A PLAYLIST SENHORES DAS 6 CORDAS

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Dia Mundial do Rock: Playlist Senhores das Teclas
Dia Mundial do Rock: Playlist Senhores das 4 Cordas

Dia Mundial do Rock: Playlist Senhores das Cordas Vocais


Comemorando o Dia Mundial do Rock (ainda que seja só por aqui no Brasil), dividamos sua música nos cinco principais instrumentos que o tocam: baixo, teclado, bateria, guitarra e voz, com uma playlist contendo seis musicistas exímios no ofício de cada um deles.

Neste post, seis grandes vocalistas. São eles:

Robert Plant - Led Zeppelin
Ian Gillan - Deep Purple
Freddie Mercury - Queen
King Diamond - Merciful Fate
Ronnie James Dio - ELF, Rainbow, Black Sabbath, DIO
Glenn Hughes - Trapeze, Deep Purple

OUÇA A PLAYLIST SENHORES DAS CORDAS VOCAIS

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Dia Mundial do Rock: Playlist Senhores das 4 Cordas
Dia Mundial do Rock: Playlist Senhores das 6 Cordas

Dia Mundial do Rock: Playlist Senhores das Baquetas


Comemorando o Dia Mundial do Rock (ainda que seja só por aqui no Brasil), dividamos sua música nos cinco principais instrumentos que o tocam: baixo, teclado, bateria, guitarra e voz, com uma playlist contendo seis musicistas exímios no ofício de cada um deles.

Neste post, seis grandes bateristas. São eles:

John Bonham - Led Zeppelin
Ian Paice - Deep Purple
Carl Palmer - ELP (Emerson, Lake & Palmer)
Neil Peart - Rush
Stewart Copeland - The Police
Keith Moon - The Who

OUÇA A PLAYLIST - SENHORES DAS BAQUETAS

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Dia Mundial do Rock: Playlist Senhores das 4 Cordas
Dia Mundial do Rock: Playlist Senhores das Cordas Vocais
Dia Mundial do Rock: Playlist Senhores das 6 Cordas

Dia Mundial do Rock: Playlist Senhores das Teclas


Comemorando o Dia Mundial do Rock (ainda que seja só por aqui no Brasil), dividamos sua música nos cinco principais instrumentos que o tocam: baixo, teclado, bateria, guitarra e voz, com uma playlist contendo seis musicistas exímios no ofício de cada um deles.

Neste post, seis grandes tecladistas. São eles:

Richard Wright - Pink Floyd
Jon Lord - Deep Purple
Ken Hensley - Uriah Heep
Keith Emerson - ELP (Emerson, Lake & Palmer)
Rick Wakeman - Yes
Jürgen Fritz - Triumvirat

Dia Mundial do Rock: Playlist Senhores das 4 Cordas


Comemorando o Dia Mundial do Rock (ainda que seja só por aqui no Brasil), dividamos sua música nos cinco principais instrumentos que o tocam: baixo, teclado, bateria, guitarra e voz, com uma playlist contendo seis musicistas exímios no ofício de cada um deles.

Neste post, seis grandes baixistas. São eles:

Chris Squire - Yes
John Entwistle - The Who
Steve Harris - Iron Maiden
Rudy Sarzo - Whitesnake, Quiet Riot, Ozzy Osbourne, DIO
Cliff Burton - Metallica
Geddy Lee - Rush

OUÇA A PLAYLIST - SENHORES DAS 4 CORDAS

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Morreu Ray Phiri, guitarrista de dois grandes álbuns de Paul Simon


Ray Phiri, cujo trabalho como guitarrista se notabilizou mundialmente através de suas contribuições marcantes para os álbuns "Graceland"(1986) e "Rhythm of the Saints"(1990) de Paul Simon , morreu aos 70 anos.

Segundo à BBC, a morte de Phiri ocorreu em uma clínica na cidade sul-africana de Nelspruit, dois meses depois de ter sido diagnosticado com câncer de pulmão. Ele estava hospitalizado por várias semanas, período durante o qual ele foi o foco de uma campanha de crowdfunding para ajudar a pagar seus custos médicos; De acordo com uma entrevista extraída do relatório da BBC, ele pediu aos fãs que o deixassem "sofrer [em paz com minha] dor, sozinho com minha dignidade".

O último pedido público de Phiri reflete sua abordagem ao longo da vida para lidar com tragédia e infortúnio. Entre os músicos mais respeitados na África do Sul, ele se tornou proeminente com seu grupo Stimela ("trem" na língua Nguni), uma banda de fusão pioneira cuja mistura de jazz suave com o som Afropop mbaqanga mostrou-se popular - embora desagradasse o governo sul-africano na era do apartheid, durante a qual os registros de Stimela foram ocasionalmente banidos e o estado teria tentado mesmo espionar o grupo.

O estrelato internacional para Phiri mostrou-se um pouco fugaz - embora seu tom lindo seja instantaneamente reconhecível para quem ouviu a música de Simon em "Graceland" e "Rhythm of Saints".

Embora o enorme sucesso desses álbuns, Ray ficou pouco tempo como músico de Simon e anos mais tarde, ele alegou que nunca tinha sido creditado ou compensado por seu trabalho. Falando com o Sunday Times , ele falou de sua disputa com Simon, mas concluiu - como ele costumava fazer - em uma nota otimista.

"Há sangue ruim com Paul Simon", disse Phiri. "Ele nunca me deu crédito no álbum para as músicas que escrevi, e financeiramente quase não conseguimos royalties. Mas talvez eu não tivesse conseguido lidar com toda essa riqueza. Eu durmo de noite, tenho minha sanidade e eu gosto de viver. A grande máquina de rock and roll não me comeu."

Nos últimos anos, Phiri continuou a lidar com lutas pessoais, incluindo a morte de sua terceira esposa em um acidente de carro em 2014, mas viu seu legado musical continuar a crescer, particularmente em casa, onde a queda do regime do apartheid racista da África do Sul abriu uma época em que seus talentos não só eram reconhecidos, mas valorizados pelo estado. Na ocasião de sua morte, o Congresso Nacional Africano emitiu uma declaração ao louvar as inestimáveis ​​contribuições de Phiri para a cultura nacional.

"Ray Phiri era uma voz para os sem voz e uma lenda do nosso tempo. Um compositor, vocalista e guitarrista imensamente talentoso, respirou consciência e pensamentos agitados de liberdade através de sua música ... Ele desempenhou seu papel em desenterrar e apoiar novos talentos na indústria e tem sido um defensor ardente e voz do apelo a um maior investimento no desenvolvimento de conteúdo local e no desenvolvimento da indústria como um todo ".

Ouça a faixa-título do novo álbum dos Paralamas do Sucesso


"Sinais do Sim" chegará no início do mês que vem.

Por que comemorar o Dia Mundial do Rock?


Tendo como marco-zero julho de 1954, quando Elvis Presley lançou "That's Alright (Mama)", portanto completando agora 63 anos de vida e tendo seu dia oficializado a partir de 1985, em virtude do grandioso festival Live Aid, ministrado por Bob Geldof, contando com gigantes da música em Londres e Filadélfia, simultaneamente, visando angariar dinheiro para o combate à fome na Etiópia, este velho senhor na terceira idade, chamado Rock And Roll, merece sim ser ovacionado em um dia, mesmo "todo dia sendo dia de rock", como muitos pregam.
Todo dia é meu dia, seu dia, dia daqueles outros, enfim dia de alguém; e nos aniversários de todos nós (pelo menos eu me sinto assim), sentimos aquele dia com ar comemorativo, então por que não louvarmos o estilo que mudou o século XX?
Já fora dito aqui antes, além de toda revolução comportamental que o rock trouxe nos anos 50 e até mais ainda nos 60, nenhum outro estilo musical teve tantos frutos através de subgêneros como o rock.
Rockabilly, Surf Rock, Country Rock, Blues Rock, Jazz Rock, Rock Psicodélico, Rock Progressivo, Folk Rock, Hard Rock, Punk Rock, New Wave , British Rock, Rock Alternativo, Grunge, Indie Rock, Heavy Metal ( com todas as suas derivações), apenas para citar alguns, a lista vai bem mais além, claro.
O rock não é mais moda, mas atingiu o status quo de Referência Cultural do século passado e bem provavelmente nossos netos e futuras gerações o estudarão nas escolas em países onde a cultura for valorizada.
Não é moda, mas continua carismático, como Rolling Stones, com 50 anos de estrada, lotando estádios, Roger Waters enchendo estádios turnê "Us + Them", The Who e Metallica atualmente levando multidões à apoteose, festivais de rock e metal lotados pelo mundo afora como Graspop, Hellfest, Wacken e Download Festival, isso sem contar o próprio Rock In Rio.
O rock não morreu e pelo visto, se acontecer irá demorar, pois ele se transforma, é cíclico, ele dá um jeito de sempre continuar a nos cativar.
Então eu comemoro e a Confraria Floydstock comemora o Dia Mundial desse mostro sagrado e velhinho chamado Rock And Roll.

Agora o som vai rolar e é direto, com algumas de nossas playlists para climatizar este dia.

PESO COM QUALIDADE

AS 50 MELHORES MÚSICAS DO PINK FLOYD

PESARMÔNICA

SIMPLESMENTE DIO

SLOW HEAVY

A HORA E A VEZ DELAS

SENHORES DAS CORDAS VOCAIS

Antes foi o samba, depois o rock, agora é o funk: o preconceito não desiste de ser chato


Bom Dia!

Hoje é Dia Mundial do Rock.

Evidentemente, ao longo deste dia os canais desta Confraria farão diversas alusões a esse sessentão que tanto amamos.

Porém não posso deixar de começar abordando um assunto que na verdade é ridículo, mas que um cidadão de Guarulhos na Grande São Paulo resolveu que seu gosto pessoal deva virar Lei.

Trata-se da infortunada Sugestão Legislativa 17/2017 que sugere a "criminalização do funk como crime de saúde pública às crianças, aos adolescentes e à família”.

Claro que gosto pessoal é livre. Eu mesmo detesto os estilos com os rótulos de "universitários" e esse próprio funk feito no Brasil de uns tempos para cá.

Porém eu já gostei e curti muito na sua origem, que se deu lá nos tempos do boom do Miami Bass e do funk eletrônico, quando Afrika Bambataa estourou com seu enorme sucesso "Planet Rock" e literalmente dominou as paradas, principalmente a carioca, onde eu morava.

Com o tempo o morador humilde das periferias cariocas foi tencionando ter sua voz e expressão aos microfones e a coisa toda foi se regionalizando, pode-se discutir a qualidade mas não que seria um processo inevitável, necessário e legítimo.

Acha ruim? Ou você sugere melhorias, tente contribuir de alguma forma ou simplesmente abstenha-se de ver e ouvir e abstraia. Campanha para proibir? Ora, convenhamos...

No início do século passado, o Samba sofrera com o preconceito das "fidalguias fluminenses" por representar a expressão cultural dos negros recém-libertos que se alojaram nas favelas.

Na segunda metade do mesmo século, o rock and roll fora demonizado por toda uma gama conservadora e retrógada da sociedade moralista.

Sobre tudo isso, com vasta inspiração e sobriedade, escreveu Tiago Jardim em seu site JUDÃO. Texto também publicado na COLLECTORS ROOM.

Leia o texto na íntegra:

O rock ensina o quão imbecil é este lance de proibir o funk

O ano era 1985. Mês de setembro. Grandes astros do mundo da música foram convocados ao Senado dos EUA para falar em uma audiência pública, para que tudo servisse de subsídio para um possível projeto de lei. O objetivo? Calar um gênero musical considerado “devasso”, com “letras ofensivas demais”, uma verdadeira afronta para as pessoas de bem, pela moral e pelos bons costumes.

Este era o cenário durante a cruzada do PMRC (Parents Music Resource Center), grupo liderado por Tipper Gore, esposa do então senador Al Gore, contra o rock and roll. Mas bem que poderia servir para descrever o ano de 2017 no Brasil, só que trocando Dona Tipper pelo empresário e webdesigner paulista Marcelo Alonso, morador de Guarulhos, criador do site Funk é Lixo. Ele não é político... mas bem que podia ser. “Posso entrar para política para defender nossos valores morais, que estão sendo destruídos”, afirma ele, em entrevista para a revista IstoÉ.

Ele é o responsável pela Sugestão Legislativa 17/2017, cujo objetivo é a “criminalização do funk como crime de saúde pública às crianças, aos adolescentes e à família”. Basicamente, o que acontece: no portal e-Cidadania, qualquer cidadão pode entrar e registrar uma sugestão de lei. E se o cara conseguir, em até quatro meses, 20 mil assinaturas apoiando a ideia, eis que então o texto será oficialmente encaminhado para debate. Foi o que aconteceu aqui. “Lancei e plantei democraticamente a semente de esperança para as pessoas que assim como eu acreditam que esse lixo será destruído”, diz ele, a respeito do tipo de música que é considerado desde 2009 um patrimônio cultural pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Pois bem, eis que o assunto será publicamente debatido, ainda sem data específica prevista para tal, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH). O relator será o senador Romário (PSB-RJ), que já convocou para a audiência pública cantores como Nego do Borel, Valesca Popozuda, MC Marcinho e a dupla Cidinho e Doca.

Mas, afinal, quais são os motivos desse cara e seus mais de 20 mil apoiadores para entender o funk como sendo um crime? Com a palavra, o próprio: “O funk faz apologia ao crime, fala em matar a polícia. (...) Os pancadões ou fluxos são arruaças, um quebra-quebra que danifica o patrimônio público, sem contar a falta de respeito para com a mulher, classificando-a como cachorra, cadela, novinha, safada, puta, biscate. Essa turma usa a bunda como cérebro para convencer principalmente as crianças, adolescentes ou a mente em formação”.

ARREMARIA. Meu cérebro deu uma ligeira derretida aqui.

Romário, no entanto, já declarou publicamente ser contra a proposta, dizendo se tratar de um grande equívoco relacionar a ocorrência de eventuais atos criminosos durante os bailes funk com a manifestação musical. Violência, desrespeito ao próximo, atos de vandalismo e até exploração sexual devem ser firmemente combatidos, segundo ele, mas eles acontecem em qualquer aglomeração de multidões, das festas de celebração da Copa do Mundo até o carnaval – que, nem por isso, são sujeitos a qualquer tentativa de criminalização. “Os bailes entretêm a juventude e levam divertimento para uma grande parcela da população, justamente para aquela que já se sente marginalizada pela pobreza e exclusão social”, completa.

Pois bem. Era justamente neste ponto que eu tava esperando o baixinho chegar. Porque nosso simpático habitante de Guarulhos tá precisando urgentemente ouvir a voz das ruas. Tal qual os governantes brasileiros do século XIX, que taxavam aquela música que os escravos dançavam, um tal de samba, como uma afronta à moral e aos bons costumes, considerado crime e sujeito à farta distribuição de bordoadas por parte das autoridades.

Em uma matéria sobre o Seu Jorge e uma entrevista na qual ele falou sobre a presença dos negros no rock, eu disse claramente aqui: “Se outrora o punk pode ter sido a voz das ruas em metrópoles como São Paulo, hoje o rap e o funk falam uma linguagem que conversa muito mais com a realidade desta galera – que o Seu Jorge chama de ‘negros’ porque, vamos ser honestos, os negros infelizmente ainda são mais presentes entre as classes mais pobres deste país (e de muitos outros)”. Captou a mensagem ou quer que eu desenhe?

Na real, prefiro até dar a palavra àquela que, neste debate da CDH, também estará presente e promete ser a nossa versão tropical do Dee Snider, a instituição nacional que atende pelo nome de Anitta. “Desinformados que estão precisando sair do conforto de seus lares para conhecer um pouquinho mais do nosso país”, disparou ela, em um desabafo no Twitter, seguido por uma cadeia de posts.

“Tá tudo ok com o Brasil já? Achei que tivesse coisa mais séria pra se preocupar do que com um ritmo musical que muda a vida de milhares. O funk gera trabalho, gera renda pra tanta gente. Uma visitinha nas áreas menos nobres do nosso país e vocês descobririam isso rápido. Não mexe com quem tá se virando pra ganhar a vida honestamente diante de tanta desigualdade”.

Dias mais tarde, em entrevista no programa Conversa com Bial, ela foi ainda mais fundo, lembrando da sua romaria de duas horas e cinco conduções até poder chegar no trabalho e ver o azul do mar do barquinho de Roberto Menescal e Ronaldo Boscoli: “Eu vim da favela, o lugar chama Morro do Brinquedo. É muito fácil quando você acorda no seu prédio incrível, vendo o mar, na sua escola particular, com o seu motorista, seu segurança, com o seu dinheiro do lanche, olhar para o funk e dizer ‘que música de gente pobre, favelada, mal-educada’. E eles não fazem ideia do motivo das pessoas cantarem aquilo. Precisa ir lá, conhecer a rotina de quem canta”. Ela afirma que se o conteúdo das letras ou das festas não agradam é porque eles cresceram vendo e vivendo aquilo que cantam. “Deem acesso a outros assuntos e eles cantarão sobre eles”.

É importante ainda que se lembre que existem uma série de subgêneros do funk, tal qual acontece no mundinho do rock, todos se diferenciando em termos de temática e melodia daquela escola original que, saída do Miami Bass e do Freestyle, fez nascer o chamado “funk carioca”. Sim, existe o tal do Funk Proibidão, aquele que tem letras que podem exaltar uma vida de crimes, além do tal do Funk Putaria, que dispensa explicações. Mas, vamos combinar, o quanto isso pode ser considerado radicalmente diferente do gangsta rap americano ou o do narcocorrido mexicano? No entanto, o funk não se resume a isso, porque o gênero musical também pode ser melody (aquele que é mais romântico, abusando de batidas eletrônicas e samplers), ostentação (que fala sobre o estilo de vida de carrões, mansões, festas luxuosas), consciente (que lembra mais o rap, falando da realidade sofrida das ruas da periferia). Isso sem falar nas misturas com outros gêneros: funknejo, eletrofunk, pop funk e até o funk rasteirinha, que flerta com o axé e o forró.

É tanta coisa que se torna até bizarro colocar um gênero inteiro dentro de um mesmo balaio. Afinal, metal, punk e southern rock, por exemplo, são tudo a mesma coisa? Mas obviamente que não. Black metal, death metal, thrash metal e power metal são todos primos por parte de “metal”, mas não poderiam soar mais diferentes em todos os sentidos.

E vamos lá, você, querido rockeiro bate-cabeça que tá apoiando a ideia, pensa aí um pouquinho. Traduza pro português as letras de algumas das suas bandas favoritas e me diga se elas não deixam qualquer funk no chinelo. Te dou um exemplo de imediato: "Used to Love Her", do Guns N’ Roses. Vai lá, copia a letra e joga no Google Tradutor. Vai que eu te espero aqui. Pois é, né? Dê uma voltinha pelas canções de toda aquela galera da Sunset Strip, aliás, do Poison ao Mötley Crüe, passando pelo Ratt, Cinderella e demais mestre da farofa por excelência, e depois a gente conversa sobre “putaria”. Quer falar sobre violência nas letras? Escuta o Carcass. Ou talvez Cannibal Corpse. Mas aumenta o volume que é pro efeito ser mais poderoso.

Com tudo isso em mente, já chegou a pensar quanto tempo demoraria, caso esta medida siga em frente, para que apareça uma Tipper Gore tupiniquim desesperada para proibir o rock por aqui também? Aí vai ser um absurdo, né? Porque o que eu não gosto pode ser banido, mas nunca aquilo que eu gosto, tá errado, “cadê a liberdade de expressão”?

Já passamos por isso uma vez na vida. Se precisar de alguém que relembre um pouco de como as coisas eram, basta sentar pra trocar uma ideia com caras como Chico Buarque e Caetano Veloso que eles te contam.

“Tudo mudou e nada mudou. Os ultraconservadores ainda estão lá, tentando dizer o que eles acham aceitável e que o público deve ver ou ouvir”. Quem disse isso foi o Dee Snider. Mas poderia também ter sido a Anitta. Com uma diferença de mais de três décadas entre eles. O mundo gira e a gente sempre acaba voltando pro mesmo lugar.

Oh boy…


quarta-feira, 12 de julho de 2017

Assista ao Trailer de David Gilmour "Live at Pompeii"


Conforme já anunciamos AQUI, a apresentação de David Gilmour nas ruínas de Pompeia em julho de 2016 será mostrada nos cinemas pelo mundo no dia 13 de setembro próximo.

O show pertencente a última turnê de divulgação do álbum "Rattle That Lock", do eterno guitarrista floydiano se tornou histórico pois reviveu o antológico filme "Pink Floyd Live At Pompeii", filmado em 1972 no mesmo local e disponível em DVD.

No Brasil a rede UCI fará a exibição nas cidades de São Paulo, Campo Grande, Salvador, Ribeirão Preto, Curitiba, Rio de Janeiro, Recife, São Luis, Porangaba, Fortaleza, Belém e Manaus.

Os ingressos já podem ser adquiridos AQUI

Para o exterior os ingressos podem ser adquiridos AQUI.

A rede Cinemark também confirmou a exibição em 28 salas pelo Brasil, as quais você pode conferir na relação no fim deste post.

Provavelmente, para não dizer certamente, mais adiante lançamentos nos formatos domésticos, Blu-ray e/ou DVD virão.



Programação na rede Cinemark:

David Gilmour Live At Pompeii
Datas e horários: 13 de setembro, às 20 horas
Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia); salas VIP: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Duração: 125 minutos
Classificação Indicativa: a consultar

Complexos participantes:

Aracaju (SE)
Shopping RioMar – Rua Delmiro Gouveia s/nº

Belo Horizonte (MG)
Pátio Savassi – Av. do Contorno, 6061

Brasília (DF)
Pier 21 – S.C.E. Sul, Trecho 2

Campinas (SP)
Iguatemi Campinas – Av. Iguatemi, 777

Curitiba (PR)
Shopping Mueller – Av. Candido de Abreu, 127

Florianópolis (SC)
Floripa Shopping – Rod. Virgilio Várzea, 587

Goiânia (GO)
Flamboyant – Av. Jamel Cecilio, 3300

Mogi das Cruzes (SP)
Mogi Shopping – Av Vereador Narciso Yague Guimarães 1001

Niterói (RJ)
Plaza Shopping Niterói – Rua XV de Novembro, 8

Porto Alegre (RS)
Barra Shopping Sul – Av. Diário de Notícias, 300

Recife (PE)
RioMar – Av. República do Líbano, s/nº

Rio de Janeiro (RJ)
Botafogo Praia Shopping – Praia de Botafogo, 400
Downtown – Av. das Américas,500

São Paulo (SP)
Eldorado – Av. Rebouças, 3970
Cidade São Paulo – Avenida Paulista, 1230
Market Place – Av. Dr. Chucri Zaidan, 920
Metrô Santa Cruz – Rua Domingos de Morais, 2564
Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 646
Cidade Jardim –Av. Magalhães de Castro, 12000

São Caetano do Sul (SP)
ParkShopping São Caetano – Alameda Terracota, 545

Salvador (BA)
Salvador Shopping – Av. Tancredo Neves, 2915

Uberlândia (MG)
Uberlândia Shopping – Av. Paulo Gracindo, 15

Ribeirão Preto (SP)
Novo Shopping – Av. Presidente Kennedy, 1500

Natal (RN)
Midway Mall Natal – Av. Bernardo Vieira, 3775

Manaus (AM)
Studio 5 – Av. Rodrigo Otávio, 555

Londrina (PR)
Boulevard Londrina Shopping – Av. Theodoro Victorelli, 150

Guarulhos (SP)
Internacional Shopping Guarulhos – Rodovia Pres. Dutra, 397/650

Cuiabá (MT)
Goiabeiras Shopping – Av. José Monteiro de Figueiredo, 500

A Arte de Richard Wright no Pink Floyd


Quem nunca teve ou conheceu aquele cara quieto, na sua ante o grupo, que deixa tranquilamente seus colegas brilhares nos holofotes sem fazer muita questão de aparecer tanto ou mais do que eles, porém é esse o cara que tudo vê, ouve, pensa, que a tudo harmoniza, ou seja, providencial para o sucesso do coletivo.

Este era Richard Wright no Pink Floyd.

Tido para muitos como uma espécie de "George Harrison floydiano", Wright foi membro fundador do Pink Floyd, estando neste até mesmo antes de Syd Barrett cravar o nome definitivo do grupo.

Extremamente técnico, conhecedor de música e amante do jazz, tendo "A Kind Of Blue", de Miles Davis como seu disco de cabeceira, foi Wright o responsável pela sonoridade espacial construída pelo Pink Floyd desde seu começo.

Ao compor "The Great Gig In The Sky", do aclamado álbum "The Dark Side of The Moon" e co-compor e cantar em "Echoes", do álbum "Meddle", o pianista e vocalista justificara sua passagem pela Terra.

Sozinho, Wright assinou somente seis canções, sete se contarmos a parte final de "Shine On You Crazy Diamond" do "Wish You Were Here", obviamente sem contarmos o álbum póstumo, "The Endless River", contendo sobras de "The Division Bell", de 1993 e lançado como uma homenagem a ele. Com suas músicas em "The Endless River" o número sobe para quatorze canções próprias no total.

Portanto, como compositor Rick Wright contribuira cinquenta e seis vezes com sua banda.

Abaixo listei todas as participações de Richard Wright no Pink Floyd. Reparem que onde tem suas mãos, sobra requinte, elegância, classicismo e beleza. E ao final da lista ouçam a playlist contendo não só músicas onde Rick participa nas composições, mas também outras onde sua participação é marcante.

Músicas:

Somente de Richard Wright:

"Paintbox"
"Remember a Day"
"See-Saw
"Sysyphus"
"Summer 68"
"The Great Gig In The Sky" (posteriormente dividida com a cantora Clare Torry, via judicial)
"Shine On You Crazy Diamond (part IX).
"Unsung"
"Anisina"
"The Lost Art of Conversation"
"Autumn '68
"Untítulod"
"Evrika (A)"
"Evrika (B)

Como co-autor:

"Careful With that Axe Eugene"
"Pow R. Toc H."
"Interstellar Overdrive"
"A Saucerful of Secrets"
"Up the Khyber"
"Party Sequence"
"Main Theme"
"Ibiza Bar"
"More Blues"
"Quicksilver
"The Dramatic Theme"
"Atom Heart Mother"
"Alan's Psychedelic Breakfast"
"One of These Days"
"Seamus"
"Echoes"
"When You're In"
"Burning Bridges"
"Mudmen"
"Stay"
"Absolutely Curtains"
"Breathe"
"Time"
"Us and Them"
"Any Colour You Like"
"Shine On You Crazy Diamond"
"Cluster One"
"What Do You Want from Me"
"Marooned"
"Wearing the Inside Out"
"Keep Talking"
"Things Left Unsaid"
"It's What We Do"
"Ebb and Flow"
"Sum"
"Skins"
"Unsung"
"Anisina"
"On Noodle Street"
"Night Light"
"Talkin' Hawkin"
"TBS9"
"TBS14"

OUÇA A PLAYLIST


Seu clássico orgão Hammond.


Vindouro box-set de David Bowie enfoca sua fase em Berlim


"A New Career in a New Town (1977-1982)", novo box de David Bowie que a Parlophone irá lançar no final de setembro, reúne o melhor que o artista inglês produziu entre o final da década de 1970 e o início dos anos 1980.

A caixa será disponibilizada em duas versões: com 11 CDs e com 13 LPs. O material inclui os discos Low, Heroes, Stage, Lodger e Scary Monsters, mais o EP Heroes, a versão com bônus do ao vivo Stage, Lodger com um novo mix do produtor Tony Visconti e a compilação Re:Call. O box em CD vem com um livro de capa dura com 128 páginas, enquanto na versão em LP esse capa dura tem 84 páginas. O áudio foi totalmente remasterizado em todos os discos.

Em relação ao vivo Stage, ele foi incluído em duas versões: a original de 1978 e a reedição de 2005, com a inclusão de algumas faixas bônus. O EP Heroes traz a canção cantada em quatro idiomas diferentes.

COMPRE NA AMAZON.COM

Tracklist:

LOW

Side 1

1. Speed Of Life
2. Breaking Glass
3. What In The World
4. Sound And Vision
5. Always Crashing In The Same Car
6. Be My Wife
7. A New Career In A New Town

Side 2

1. Warszawa
2. Art Decade
3. Weeping Wall
4. Subterraneans

“HEROES”

Side 1

1. Beauty And The Beast
2. Joe The Lion
3. “Heroes”
4. Sons Of The Silent Age
5. Blackout

Side 2
1. V-2 Schneider
2. Sense Of Doubt
3. Moss Garden
4. Neuköln
5. The Secret Life Of Arabia

“HEROES” E.P.

Side 1

1. “Heroes”/”Helden” (German album version)
2. “Helden” (German single version)

Side 2

1. “Heroes”/”Héros” (French album version)
2. “Héros” (French single version)

STAGE (Original)

Side 1

1. Hang On To Yourself
2. Ziggy Stardust
3. Five Years
4. Soul Love
5. Star

Side 2

1. Station To Station
2. Fame
3. TVC 15

Side 3

1. Warszawa
2. Speed Of Life
3. Art Decade
4. Sense Of Doubt
5. Breaking Glass

Side 4

1. “Heroes”
2. What In The World
3. Blackout
4. Beauty And The Beast

STAGE (2017)

Side 1

1. Warszawa
2. “Heroes”
3. What In The World

Side 2

1. Be My Wife
2. The Jean Genie *
3. Blackout
4. Sense Of Doubt

Side 3

1. Speed Of Life
2. Breaking Glass
3. Beauty And The Beast
4. Fame

Side 4

1. Five Years
2. Soul Love
3. Star
4. Hang On To Yourself
5. Ziggy Stardust
6. Suffragette City *

Side 5

1. Art Decade
2. Alabama Song
3. Station To Station

Side 6

1. Stay
2. TVC 15
* Previously unreleased

LODGER
LODGER (2017 Tony Visconti mix)

Side 1

1. Fantastic Voyage
2. African Night Flight
3. Move On
4. Yassassin (Turkish for: Long Live)
5. Red Sails

Side 2

1. D.J.
2. Look Back In Anger
3. Boys Keep Swinging
4. Repetition
5. Red Money

SCARY MONSTERS (AND SUPER CREEPS)

Side 1

1. It’s No Game (Part 1)
2. Up The Hill Backwards
3. Scary Monsters (And Super Creeps)
4. Ashes To Ashes
5. Fashion

Side 2

1. Teenage Wildlife
2. Scream Like A Baby
3. Kingdom Come
4. Because You’re Young
5. It’s No Game (Part 2)

RE:CALL 3

Side 1

1. “Heroes” (single version)
2. Beauty And The Beast (extended version)
3. Breaking Glass (Australian single version)
4. Yassassin (single version)
5. D.J. (single version)

Side 2

1. Alabama Song
2. Space Oddity (1979 version)
3. Ashes To Ashes (single version)
4. Fashion (single version)
5. Scary Monsters (And Super Creeps) (single version)

Side 3

1. Crystal Japan
2. Under Pressure (single version) – Queen and David Bowie
3. Cat People (Putting Out Fire) (soundtrack album version)
4. Peace On Earth/Little Drummer Boy * – David Bowie and Bing Crosby
* mono

Side 4

Bertolt Brecht’s Baal
1. Baal’s Hymn
2. Remembering Marie A.
3. Ballad Of The Adventurers
4. The Drowned Girl
5. The Dirty Song

VIA COLLECTORS ROOM

Vem aí um novo álbum da Sheryl Crow cheio de lendas do rock


A cantora Sheryl Crow está promovendo atualmente o seu novo disco de estúdio, “Be Myself”, lançado em abril, com a agenda repleta de compromissos até o mês de outubro.

No enanto, revelou numa entrevista para a Rolling Stone que tem um novo projeto para ser lançado já no ano que vem.

Trata-se de um novo disco que contará com a participação de diversas lendas do rock, como Keith Richards, Willie Nelson, Stevie Nicks, Don Henley e Joe Walsh, entre outros.

Não é um disco de duetos, pode-se dizer que é algo colaborativo”, disse a cantora explicando que teve uma ideia, ligou para uma turma de amigos e falou sobre o projeto.

São pessoas que cantei de uma maneira ou outra nos últimos anos, mas nunca pedi para que viessem cantar comigo. Já temos várias canções prontas”, contou.

Sheryl revelou que conseguiu reunir um vasto material e poderia lançar o disco hoje mesmo. No entanto, acredita que deve realizar o processo de produção com calma para que no início do ano que vem apresente um trabalho marcante.

VIA 89FM A RÁDIO DO ROCK

terça-feira, 11 de julho de 2017

Saiba quais são os 10 países e as 5 cidades brasileiras que mais ouvem rock

Plateia curitibana no show do Motörhead na pedreira Paulo Leminski, em 2015

O serviço de streaming Deezer , especialmente para o Dia Mundial do Rock, na quinta-feira próxima, dia 13, mediu a proporção de streams de músicas do gênero rock sobre o total de streams do país.

Analisando as preferências, no tocante aos artistas e/ou bandas mais ouvidas por aqui, com enorme predominância do pop-rock e do No-rock (ausência de rock em sua sonoridade, como o som paumolecente do Coldplay), entendemos o porquê do Brasil figurar no último lugar da lista dos países.

E congratulações a enésima potência à cidade de Curitiba, onde se leva o rock a sério no país.

Veja os resultados abaixo:

Os dez países mais roqeiros:

1. Canadá
2. Itália
3. Reino Unido
4. Estados Unidos
5. Espanha
6. México
7. Paraguai
8. França
9. Países Baixos
10. Brasil

As cinco cidades brasileiras mais roqueiras:

1. Curitiba (PR)
2. São Paulo (SP)
3. Rio de Janeiro (RJ)
4. Belo Horizonte (MG)
5. Brasília (DF)

Artistas e/ou bandas do gênero mais ouvidos no Brasil:

1. Coldplay
2. Charlie Brown Jr.
3. O Rappa
4. Legião Urbana
5. Imagine Dragons
6. Linkin Park
7. Red Hot Chili Peppers
8. U2
9. Arctic Monkeys
10. Nando Reis

Artistas e/ou bandas brasileiras do gênero mais ouvidas no último mês:

1. Charlie Brown Jr.
2. Legião Urbana
3. O Rappa
4. Engenheiros do Hawaii
5. Cazuza
6. Nando Reis
7. Capital Inicial
8. Raul Seixas
9. Skank
10. Pitty.

Novo álbum de Van Morrison


"Roll With the Punches" chegará no dia 22 de setembro próximo e trazendo consigo uma turnê de divulgação que já começará no dia 10 do mesmo mês.

Tracklist:

“Roll with the Punches”
“Transformation”
“I Can Tell”
“Stormy Monday/Lonely Avenue”
“Goin’ to Chicago”
“Fame”
“Too Much Trouble”
“Bring It On Home to Me”
“Ordinary People”
“How Far from God”
“Teardrops from My Eyes”
“Automobile Blues”
“Benediction”
“Mean Old World”
“Ride On Josephine”

Concerto inédito de Alice Cooper será lançado em DVD


Chegará às lojas dia 8 de setembro o DVD "Welcome to My Nightmare Special Edition".

O material, disponibilizado pela Eagle Rock Entertainment, traz o especial de TV Alice Cooper: The Nightmare, que foi ar em 1975 na ABC e está sendo lançado em DVD pela primeira vez. Além disso, vem com o filme Welcome to My Nightmare, lançado originalmente em 1976.

O especial da ABC mostra Cooper interpretando o personagem Steven e falando sobre cada uma das canções do disco, e traz a participação do ator Vincent Price como o The Spirit of the Nightmare. Já o filme é o registro da turnê do clássico álbum lançado em 1975 e contém versões para canções como “School's Out”, “Only Women Bleed”, “Billion Dollar Babies” e outras.

VIA COLLECTORS ROOM

Com linda homenagem ao Uriah Heep, King Diamond é pai aos 61 anos pela primeira vez


Quando dois ídolos nossos se cruzam na mesma notícia positivamente é um barato.

É o que sinto ao noticiar que o espetacular frontman King Diamond, outrora ícone do Mercyful Fate se tornara pai de um menino, seu primeiro herdeiro, aos 61 anos de idade e batizara o mesmo com o nome de Byron, alusivamente ao eterno e saudoso vocalista do Uriah Heep, David Byron.

Little Byron já tem três meses. Sua mãe, Livia Zita, é 28 anos mais nova que o papai e ambos se conheceram na década de 90 quando ela, ainda adolescente, o entrevistou para a edição húngara da revista Metal Hammer.

Em 2003, Zita entrou para a banda de Diamond como backing vocal e permanece no posto até hoje, coadunando com as funções de esposa e agora mãe do príncipe Byron.

Roger Waters é vaiado por baba-ovos de Donald Trump em show em New Orleans


Não é segredo para ninguém que Roger Waters é um grande crítico de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos. Contudo, os protestos anti-Trump revoltaram um grupo de fãs durante uma recente apresentação de Waters, em New Orleans, Estados Unidos, no último sábado (8) segundo informado pelo New Orleans Advocate. Foi a primeira performance do músico na cidade desde 1970, quando ele ainda integrava o Pink Floyd.

Conforme relatado pelo jornalista Keith Spera, as imagens depreciativas contra Donald Trump foram exibidas ao longo da música "Pigs (Three Different Ones)".

"Uma procissão de imagens profanas do presidente americano encheu os telões: Trump como bebê, sendo mantido no alto pelo presidente russo Vladimir Putin; Trump como uma estátua com um pênis excepcionalmente pequeno. O desfile continuou por diversos minutos, seguido por exemplos de citações infames de Trump"...
...Finalmente, as palavras 'Trump é um porco' encheram os telões, como se o ponto ainda não estivesse claro. Tinha, repetidamente, uma marreta. Quando a barragem anti-Trump foi transferida para a música 'Money', pareceu um exagero. Houve vaias, mas qualquer fã de Trump ofendido que saiu do local acabou perdendo os destaques que se seguiram".

VIA IGOR MIRANDA para WHIPLASH.NET

Os dez álbuns em vinil mais vendidos no primeiro semestre de 2017


Segundo a Revista Forbes, o vinil foi o único formato que apresentou aumento nas vendas durante o primeiro semestre deste ano.

E revista norte-americana listou os dez LPs que dominaram o mercado por lá na primeira metade de 2017.

Veja abaixo:

1. The Beatles - Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band - 39,000 cópias vendidas
2. Soundtrack - La La Land - 33,000 cópias
3. Soundtrack - Guardians of the Galaxy: Awesome Mix Vol. 1 - 30,000 cópias
4. Bob Marley and the Wailers - Legend - 30,000 cópias
5. Amy Winehouse - Back to Black - 27,000 cópias
6. Ed Sheeran - Divide - 27,000 cópias
7. The Beatles - Abbey Road - 26,000 cópias
8. Prince and the Revolution - Purple Rain - 24,000 cópias
9. Tennis - Yours Conditionally - 24,000 cópias
10. Pink Floyd - The Dark Side of the Moon - 23,000 cópias

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Pink Floyd: "Doom Side of The Moon" - assista "Time"


Idealizado pelo guitarrista do The Sword, Kyle Shutt, o projeto Doom Side of the Moon relê canções do clássico The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd, em versões doom e pesadíssimas.

Ao lado de Shutt estão o baixista Bryan Richie (também do The Sword), o baterista Santiago Vella II (The Sword), o vocalista Alex Marrero (Brownout), o saxofonista Jason Frey (Black Joe Lewis) e o tecladista Joe Cornetti (Croy & The Boys).

O disco do grupo, produzido por Stuart Sikes (The White Stripes), será lançado dia 4 de agosto em CD e em vinil.

A banda divulgou o vídeo com a releitura de “Time”, que você pode assistir abaixo:


Em novo livro, Lobão discorre sobre a cena do rock brasileiro dos anos 80 e ícones da MPB


Guia politicamente incorreto dos anos 80 pelo rock”, via Editora Leya, já está à venda.

COMPRE AQUI

Nele, o cantor e guitarrista Lobão jorra toda a sua gama de pensamentos sobre a cena musical e roqueira dos anos 80 no país, sem é claro faltar os indefectíveis alfinetes para vários medalhões da MPB.

Para o cantor, os países desenvolvidos têm mais propensão a terem uma cultura rock de verdade, como revelou à Rádio Jovem Pan:

"Rock ainda é a música de ponta do mundo. Se o país é desenvolvido, ele tem uma cultura de rock. O rock é o termômetro para você saber se o país está no pé da civilização."
Perguntado sobre o pop nacional do momento, ele disparou:

"Eu me recuso a ouvir Anitta e Wesley Safadão. Não tenho curiosidade e meu cérebro não é penico, isso é poluente".
Lobão em entrevista ao programa "Pânico" da Rádio Jovem Pan

O UOL divulgou alguns trechos do livro em que o músico discorre sobre várias personalidades. Leia a seguir:

Sobre Marina Lima:

Me apaixonei pela voz e pela música da Marina. Como se isso não bastasse, um par de anos mais tarde, eu viria a fazer parte de sua banda, acompanhá-la em turnês por todo o Brasil, me apaixonar de verdade por ela (...) Marininha, musa gay, acabou por namorar a baianada top de linha daquele momento. Quando a conheci, estava de romance com a Maria Bethânia (que Deus a perdoe!). Na verdade, Marina, a despeito de seu imenso talento musical, começou sua carreira com aquele famoso beneplácito do coronelato baiano, vindo corajosamente a se tornar independente dele anos mais tarde, ao abraçar o rock, e a ser um dos principais ícones dos anos 80.

Sobre Maria Bethânia:

Nada pessoal, mas acredito que Maria Bethânia seja uma das aberrações artísticas mais insuportáveis geradas pela música nativa. Ela faz parte daquele fenômeno típico, quando alguém, por ser esquisito, torna-se miseravelmente confundido com algo genial.

Sobre Heavy Metal:

É necessário ressaltar aqui que, com a exceção do Sepultura, acho a estética metal um tanto vascaína, circense e monotemática para meu gosto. (Acho um pouco repetitivo esse papo de satã, morte, inferno, apocalipse, pragas epidêmicas, sem falar naqueles cantores dando aqueles falsetes terríveis, parecendo empalados por um imenso caralho enterrado na bunda.)

Sobre Herbert Vianna:

Para completar minha inédita perplexidade, percebo que Herbert, com a envergadura de um verdadeiro Zelig nativo, grava seu vocal com os mesmos maneirismos que eu usara para cantar no Cena de cinema! “Caralho!”, exclamei a concluir ludibriado, “é a música do Guto!” É o título chupado do meu disco, olha só a lambreta, e aquela ali é a porra da minha voz! Esse merda chupou a minha alma! Fraude! Fraude!” Há quem afirme que sou louco, que são apenas pequenas coincidências e a minha indignação é completamente infundada. Pode ser sim, mas o que estou relatando aqui foi o que senti no momento e esse episódio.

Sobre Monique Evans e Heroína:

Tem muita gente que acredita que a canção [“Décadence avec élégance”] tenha sido feita para a Monique Evans [até então sua namorada] e, pela enésima vez, juro de pé junto que não foi. Jamais faria uma canção com aquele teor para uma pessoa que amei de verdade e por quem tenho o maior respeito. Na verdade, eu já estava separado dela quando uma outra namorada minha me flagrou com uma tampa de Minalba cheia de heroína e me passou uma tremenda esculhambação, que aquela situação não poderia ser mais deplorável, decadente etc. e tal. Aquilo mexeu com meus brios, me envergonhei sinceramente daquela cena caricatural e acabei jogando a tampinha de Minalba cheia de heroína dentro da privada para nunca mais consumir aquela droga.

Sobre Elza Soares:

No dia seguinte, Elza chega direto do enterro do filho, adentrando o estúdio para o assombro de todos nós (...) O clima era de uma tristeza inexprimível, até que, de repente, a música começa a tocar (sem a minha voz), e a voz de Elza rasga o estúdio. Tenho certeza de que aquele momento foi a coisa mais emocionante e comovente que uma expressão musical já me causara e me causará.

Sobre Cazuza:

Cazuza está pele e osso, quase sem voz e roxo, inteiramente roxo, devido às doses cavalares de AZT. Ver um amigo assim, confesso a vocês, não é uma coisa fácil (...) Ele queria fumar maconha e cuspia na bagana e me obrigava a fumar aquela coisa toda babada, dizendo: “Não vai fumar? Vai fi car todo cagadinho aí com medo de pegar Aids da minha baba?” E eu respondia algo pior: “Me dá essa porra aqui, sua bichinha traiçoeira!” (e fumava, mas morrendo de medo).

Sobre Chico Buarque:

Chico, além da notória autoridade em perscrutar e cantar a alma do pobre fictício e do malandro alegórico na área da música de crítica-social, também se especializaria em psicografar os dilemas e dramas femininos da mulher brasileira balzaquiana carente de classe média-alta e em breve faria dupla com Gilberto Gil, gravando a autocomiserada, enfadonha e canastrã “Cálice”. Lembro da minha sensação quando ouvi “Cálice” pela primeira vez: tive vontade de vomitar.

E nosso Chico Buarque é, nada mais, nada menos, que a encarnação, a síntese dessa paumolenguice.

Sobre a Revista Bizz:

O que poderia ser pior é percebermos uma imprensa especializada em rock se firmando no mercado, pegando o vácuo da prosperidade, fruto das penosas conquistas daquela geração, e desenvolvendo o mote iniciado no Rock In Rio: por um lado, promover o enaltecimento vívido e explícito do rock internacional e do outro, primar pelo achincalhamento, a ridicularização da cena nacional, poupando apenas um seleto grupo de escolhidos, sabe-se lá por qual critério (...) Nascia do ventre da Editora Abril, a revista Bizz, uma espécie de coveira dos anos 80 e de si mesma pois, de tanto vaticinar a morte do rock, recebeu como herança de sua arrogância e rancor a terrível sina de morrer, morrer e morrer através dos anos.