sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

É Carnaval! Gosto de rock, blues, jazz, new age e também dessa festa, posso?



Posso. Posso desde pequeno nos idos tempos de Rio de Janeiro, quando desde 1981 comecei a me encantar com os desfiles pela televisão, num tempo onde desfilavam todas as escolas cariocas numa noite só, ou melhor, entravam pela manhã adentro a Sol a pino.

Salgueirense de pai, mãe e esposa, curto nostalgicamente toda a essência carnavalesca tão bem contada por meus avós desde os tempos de outrora, quando se conheceram e perpassaram as tradições e peculiaridades dessa festa popular.

Mas meu gênero dominante é o rock and roll? Posso gostar de samba-enredo?

Sim e não estou sozinho. Pelo menos me lembro bem de roqueiros e metaleiros (ok, não gosto dessa divisão de nomenclatura, especialmente ao me referir ao estilo como universal, mas enfim...) cariocas terem suas agremiações de coração e muitos até mesmo desfilarem, inclusive tocando na bateria, que convenhamos, não deixa de ter muito peso e ser uma porrada na orelha.

Ademais no seio do samba-raiz estão e estiveram verdadeiros alicerces da construção da boa música popular brasileira, como Noel, Cartola, Dona Ivone Lara, Nelson Sargento, Clara Nunes, João Nogueira, Jorge Ben e muitos outros.

Gostar de carnaval não significa simploriamente gostar da festa sócio-midiática, mas admirar todo o folclore e tradição inerente e oriundos de seus primórdios, ainda que se tenha que pinçar dentro da banalização.

Em nome de toda essa tradição e sendo um entusiasta da Academia salgueirense (mas acompanhando as co-irmãs) eu paro para curtir o carnaval com minha família, voltando aos trabalhos deste blog na quarta-feira próxima, trazendo o melhor do mundo da boa música.

Bom feriado.

André Floyd - Porque música é assunto para a vida toda.

Offspring confirmado no Rock in Rio 2017



Pela segunda vez os americanos do Offspring tocarão no festival carioca.

Ontem a organização do evento confirmou o grupo para o dfia 24 de setembro no Palco Mundo, mesma noite do Red Hot Chili Peppers.

Em 2013 eles tocaram no Palco Sunset.

AXL/DC também deverá lançar registro ao vivo em CD/DVD



Na última quarta-feira publiquei aqui na CF que o AC/DC deverá lançar um álbum de inéditas contendo Axl Rose no microfone, como adiantou o site australiano Noise11.com .

Agora o mesmo site vai mais além e diz que os shows da perna europeia da únião AXL/DC foram gravados para futuros lançamentos em áudio e vídeo.

Aguardemos.

PS: imagem meramente ilustrativa, não representando o disco em questão.

Bloco do Metallica sairá no domingo de carnaval



O maestro Cadu Byington regerá ao lado da banda Drunk' em All para embalar o Bloco Quero Morrer Amigo do Metallica, nas adjacências da Galeria do Rock em São Paulo (Rua 24 de Maio, nº 62) às 15 horas.

Os metalfoliões poderão pular e bater cabeça ao som de "Seek And Destroy", "Master of Puppets", "One", "Enter Sandman" e n outras arranjadas como frevo, maracatú, chorinho e samba.

Tá valendo...

Novos baianos apresentarão "Acabou Chorare" no Rio



Reunido desde maio de 2016, em show apresentado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves na cidade de Salvador (BA), o grupo Novos Baianos vai fazer o registro audiovisual do show Acabou chorare – Os Novos Baianos se encontram. A gravação ao vivo será feita na volta da turnê do grupo à cidade do Rio de Janeiro (RJ), em apresentação agendada para 17 de março deste ano de 2017 na casa Metropolitan, na qual o grupo já fez o show em duas concorridas apresentações realizadas em 2 e 3 de setembro de 2016. Reagrupados após duas décadas, os Novos Baianos estão de volta à cena com a formação original. No show, valorizado pelo cenário de Gringo Cardia, Moraes Moreira, Baby do Brasil, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor e Luiz Galvão enfileiram no roteiro (todos) os sucessos do grupo formado no fim dos anos 1960 e projetado na primeira metade da década de 1970.

Fonte: G1

(Crédito da imagem: Novos Baianos em 2 de setembro de 2016 na estreia carioca do show na casa Metropolitan, em foto de Mauro Ferreira)

Progamação de Rock do Canal BIS para este carnaval



Não gosta de samba, axé e marchinhas muito menos?

O Canal BIS lhe ajuda a passar o carnaval com muito rock na orelha e nos olhos.

Confira a programação:

Sábado, 25/02

00:00 – Eric Clapton: Crossroads Guitar Festival (Canal BIS)
09:00 – Jeff Beck: Talks Music (Canal BIS)
11:00 – Steven Tyler: At Mellrose Ballroom (Canal BIS)
20:30 – Lindsey Buckingham: Talks Music (Canal BIS)

Domingo, 26/02

05:00 – Eric Clapton: Crossroads Guitar Festival (Canal BIS)
12:00 – Kurt Cobain: Retrato De Uma Ausência (Canal BIS)
14:00 – Eric Clapton: Crossroads Guitar Festival (Canal BIS)
20:30 – Freddie Mercury: The Great Pretender (Canal BIS)
22:00 – Johnny Cash: Rock Legends (Canal BIS)

Segunda-feira, 27/02

02:00 – Freddie Mercury: The Great Pretender (Canal BIS)
02:55 – Johnny Cash: Rock Legends (Canal BIS)
05:00 – Lindsey Buckingham: Talks Music (Canal BIS)
10:00 – Eric Clapton: Crossroads Guitar Festival (Canal BIS)
21:00 – KISS: Rocks Vegas (Canal BIS)

Terça-feira, 28/02

01:00 – Dire Straits: Alchemy (Canal BIS)
13:30 – Freddie Mercury: The Great Pretender (Canal BIS)
14:30 – Johnny Cash: Rock Legends (Canal BIS)
17:00 – Lindsey Buckingham: Talks Music (Canal BIS)
21:00 – Deep Purple: Live At Wacken 2011 (Canal BIS)
22:00 – Iron Maiden: En Vivo (Canal BIS)

Carnaval: Livro “Serra, Serrinha, Serrano: o império do samba” ganha versão atualizada



Corriam os preparativos para o Carnaval de 1980, e o Império Serrano defenderia o enredo “Império das ilusões”, inspirado no livro “Visão do paraíso”, do sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, sobre o imaginário fantástico dos colonizadores quando chegaram ao Brasil. Responsável pelas crianças, que representariam os sacis, a diretora da ala infantil Rachel Valença estava inconsolável. Como a escola enfrentava muitas dificuldades financeiras naquele ano, não sobrou dinheiro para comprar a pequena alegoria que completaria a fantasia improvisada dos meninos: um pequeno cachimbo verde.

— Eles estavam loucos para brincar com o cachimbinho, que estava no croqui da fantasia. Eu fiquei muito constrangida quando entreguei a fantasia na véspera do desfile, ao ver tantas crianças decepcionadas — conta Rachel, memorialista oficial da agremiação, que ainda chora com a história que usa para ilustrar a importância que o Império Serrano tem na sua vida. — No dia seguinte, pouco antes do desfile, chega um menino com caixas de papelão. Sem que ninguém pedisse nada, o pai dele tinha notado a tristeza das crianças no dia anterior e virou a noite esculpindo e pintando 50 cachimbos de argila. Naquele momento eu entendi o que era ser um imperiano. Aquele homem se sentiu responsável pela escola e fez o que pôde para ajudar. Percebi que nunca poderia me afastar daquele lugar, porque assim como ele, eu também haveria de dar algo em troca a uma escola que tanto me fazia feliz.

Rachel deu. No ano seguinte, 1981, publicou o livro que é tido como uma bíblia das escolas de samba cariocas, o “Serra, Serrinha, Serrano: o império do samba”, pesquisa dela e do marido, Suetônio Valença. Primeiro trabalho a contar a história de uma agremiação com farta documentação histórica, a obra, que estava esgotada, acaba de ser reeditada pela Record com mais 36 carnavais incluídos. Depois do lançamento no fim de semana na quadra da escola, haverá outro hoje, na Travessa de Botafogo, às 19h.

— Nunca parei de arquivar a história do Império, de gravar entrevistas com os baluartes que iam envelhecendo. A vida toda quis publicar a segunda edição deste livro — conta Rachel, abrindo os armários de casa, em Laranjeiras, para mostrar o museu que mantém reportagens, fotos, croquis e depoimentos separados em pastas verdes, divididos por ano (na porta do apartamento, há uma bandeira imperiana estendida). — Meu objetivo, além de contar a trajetória desta escola, era registrar a história dos anônimos que também construíram esse império, mas não ficaram famosos como Dona Ivone Lara ou Silas de Oliveira.

Gente como a passista Soninha Bumbum, considerada uma das mais completas dançarinas do carnaval carioca, que superou o feito de Nininha da Mangueira, mito de geração anterior. Se Nininha tinha a habilidade de, em meio à evolução do samba, mexer uma nádega enquanto a outra ficava parada, Soninha foi além, revertendo a contração muscular de uma nádega para outra.

Ou Mestre Faísca, que de tão entranhado na escola, já era ritmista aos 12 anos e diretor de bateria... aos 15. Aos 16, criou a bateria mirim da Império do Futuro, e aos 18, ganhou o primeiro Estandarte de Ouro.

— O Império está na série A há oito anos, muito porque contraria a lógica das escolas de samba tradicionais. A escola tem vida social e cultural o ano inteiro, não tem patrono, e mantém eleições diretas para a presidência de três em três anos, diferentemente de muitas escolas. Aquelas pessoas prezam a convivência, e conviver é uma forma de afastar essa dor terrível da diáspora — ressalta a pesquisadora, ex-vice-presidente e hoje uma das integrantes da Velha Guarda, vestindo a camisa do samba de 2017, “Meu quintal é maior do que o mundo”.

PASSADO CONSERVADO E APOSTA EM INOVAÇÕES

Há ainda outros predicados que fazem o livro ir além de uma história de um grupo de pessoas, sendo um documento fundamental da memória da cultura brasileira. Fundado como um motim de estivadores, que não reconheciam as decisões ditatoriais do então presidente da escola Prazer da Serrinha, criando a própria agremiação, em 23 de março de 1947, o Império praticou e conservou manifestações como o jongo; consolidou o modelo de samba-enredo tal qual conhecemos hoje, com clássicos como “Aquarela Brasileira” (1964), de Silas de Oliveira ou “Bum bum paticumbum prugurundum” (1982), de Aloísio Machado e Beto Sem Braço. E também foi a escola que criou inovações como os destaques nos desfiles e a primeira a ter uma mulher autora de um samba-enredo — Dona Ivone Lara, com Silas de Oliveira e Bacalhau, “Os cinco bailes da história do Rio” (1965), outra joia sempre incluída nas listas de melhores sambas de todos os tempos.

Escola que estreou ganhando o desfile de 1948, e os três seguintes, de 1949, 1950 e 1951, o Império é, para o historiador Luiz Antonio Simas, que assina o prefácio, “o ‘Menino de 47’, filho do encontro entre a sabedoria ancestral africana e o poder de organização de um sindicato de trabalhadores, temperado pelo desejo de liberdade de jovens sambistas da Serrinha e do seu terreiro de axé”. Ou como resume Capoeira, integrante da Velha Guarda:

— O Império Serrano é a única família brasileira em que todos seus integrantes estão vivos, e sempre estarão.

Texto de 
MARIANA FILGUEIRAS PARA O GLOBO


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Guns N' Roses e The Who no Rock in rio, crava site



De acordo com o site GunsNRoses.news o grupo de Axl Rose e Slash tocará na noite do dia 23 de setembro na edição do Rock in Rio 2017 como co-headliner juntamente com a banda clássico-bretã The Who.

Há pouco citei aqui na CF que a organização do evento marcou um anúncio oficial de atração via transmissão em vídeo, hoje às 20:00 ( horário de Brasília).

Tá quase...

Alissa White-Gluz rasga elogios a cover de canção do Arch Enemy



A divulgação no youtube de Rabin Miguel da versão sua versão acústica da faixa-título do álbum "War Eternal", do Arch Enemy, encantou os ouvidos da frontwoman da banda, Alissa White-Gluz, que rasgou uma senhora seda no facebook, que compartilhou o vídeo e escreveu:

"Wow! Isso é ótimo! Eu adoro o arranjo! Eu canto nossas músicas em vocais limpos, às vezes apenas para foder em soundcheck, mas este é o próximo nível! Obrigado por esta bela arte/fã/tributo! Atenção aos detalhes e esforço e talento necessários aqui! ".

Carnaval ao som de rock and Roll em Ribeirão Preto



O Carnaval está longe de ser o feriado preferido do publicitário José Augusto Zambelo Batista, 37 anos. Ele não é da turma das marchinhas, do samba, do axé, nem dos desfiles. A praia dele é o rock and roll. "Gosto de Sepultura, Iron Maiden e Metallica", conta.

Mas no País do Carnaval, não dá para ser radical. José Augusto diz que, caso sua mulher ou seus amigos queiram ir a uma festa carnavalesca, ele aceita e vai bem humorado. "Não fico emburrado. Minha mulher gosta bastante de Carnaval. E eu também gosto da bagunça. Acabo indo mais pela festa do que pela música", comenta.

"Sei que é uma festa importante para o País, que movimenta a economia e que é algo cultural. Mas não vou dizer que é a melhor festa do mundo. Não é o meu estilo de música. Nunca vou pegar para ouvir axé, samba e marchinhas. Samba enredo então, nem se fala", acrescenta.

Durante o Carnaval, o publicitário costuma fazer churrasco em casa ou ir com os amigos em bares de rock. "Dá para curtir do mesmo jeito", afirma.

Confira 17 opções para quem não gosta de Carnaval em Ribeirão Preto:

SEXTA-FEIRA (24/02)

CarnaWaukee
Local: Milwaukee American Bar
Atrações: On The Road e Rocksauro - AC/DC, Led Zeppelin e clássicos
Horário: A partir das 18h
Endereço: Av. Dr. Francisco Junqueira, 2849
Informações: (16) 3289-6069

CarnaVila
Local: Vila Dionísio
Atrações: Thiago Giacomelli e Versão 2 - baladas hard rock e pop rock
Horário: A partir das 21h
Endereço: Rua Eliseu Guilherme, 567 - Jardim Sumaré
Entrada: R$ 20 mulher e R$ 30 homem
Informações: (16) 3610-7416

Carna Rock 2017
Local: Route 330 Music Bar
Atrações: Que Miras Chicón - Viola core (Monte Azul Paulista/SP), Mr. Dam - Rock n roll (Ribeirão Preto/SP), Spring Harbor - Indie/alternativo (Ribeirão Preto/SP) e Red Fever - Rock n roll (Ribeirão Preto/SP)
Horário: 20h
Endereço: Avenida Independência, 1279
Entrada: R$ 15
Informações: (16) 3237-2010

SÁBADO (25/02)

Carna Point SP 330
Local: Point SP330
Atrações: Banda Microbius - rock and roll
Horário: A partir das 17h
Endereço: Rua Paschoal Bardaro, 1536
Entrada: Gratuita
Informações: (16) 3615-9601 / (16) 3615-8045

CarnaWaukee
Local: Milwaukee American Bar
Atrações: Bem Jhonson e Chavala Talhada - samba rock e rock nacional
Horário: A partir das 18h
Endereço: Av. Dr. Francisco Junqueira, 2849
Informações: (16) 3289-6069

Carna Rock 2017
Local: Route 330 Music Bar
Atrações: RDS - Hardcore (Ribeirão Preto/SP), Shotdown - Thrash Metal (Mirassol/SP), OUDN - Metalcore (São José do Rio Preto/SP) e Necrofobia - Thrash metal (Ribeirão Preto/SP)
Horário: 20h
Endereço: Avenida Independência, 1279
Entrada: R$ 15
Informações: (16) 3237-2010

CarnaVila
Local: Vila Dionísio
Atrações: Thiago Giacomelli e PopMind - hard rock e pop rock
Horário: A partir das 21h
Endereço: Rua Eliseu Guilherme, 567 - Jardim Sumaré
Entrada: R$ 20 mulher e R$ 30 homem
Informações: (16) 3610-7416

Fonte: A CIDADE ON

Dr. Pheabes e Supla são confirmados no Rock in Rio



Unindo punk e hard rock, as atrações locais Supla e a banda Dr. Pheabes tocarão juntos no dia 24 de setembro no Palco Sunset, mesmo dia em que o Sepultura encerrará os trabalhos neste mesmo palco e o Red Hot Chili Peppers será o headliner do Palco Mundo.

Hoje a organização do evento fará uma transmissão ao vivo às 20:00 (horário de Brasília) onde anunciará o headliner da noite do dia 23 de setembro, única sem atração principal anunciada.

Espera-se que façam o anúncio oficial da banda bretã The Who.

Aguardemos.

Assista ao novo clipe do Gojira



“The Cell” integra o excelente álbum "Magma", lançado no ano passado.

Rob Zombie estará em Guardiões da Galáxia Vol. 2



Através do Instagram, Rob Zombie confirmou que fará uma participação especial em Guardiões da Galáxia Vol. 2. Ele cedeu sua voz a um personagem não revelado. O diretor do filme, James Gunn, aparece na foto e exaltou a colaboração do rockstar. Na primeira edição, Rob emprestou suas cordas vocais ao navegador Ravager. A nova edição estreia dia 27 de abril nos Estados Unidos e 5 de maio no Brasil.

Fonte: VAN DO HALEN

Shawn Mendes é confirmado para o Rock in Rio 2017


Shawn Mendes, o autor de sucessos como “Stitches” e “Treat You Better”, é mais uma atração confirmada no Rock in Rio 2017. O cantor sobe ao Palco Mundo no dia 16 de setembro, mesmo dia em que Maroon 5 se apresenta.

Morreu Alan Aldridge, desenhista e ilustrador que trabalhou para os Beatles e Elton John




Faleceu no último dia 17 de fevereiro o ilustrador e desenhista gráfico Alan Aldridge, famoso por seus trabalhos de capa para livros e discos, como seu desenho para o livro que compilou letras de músicas dos Beatles, "The Beatles Illustrated Lyrics – Revolution" e a capa do álbum de Sir Elton John, "Captain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy", de 1975.
Também colaborou com os Rolling Stones, John Lennon, Cream entre outros.


"The Beatles Illustrated Lyrics – Revolution"

"Captain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy"

David Bowie foi o grande vencedor do Brit Awards 2017 - Veja todos os vencedores



Com os prêmios de Melhor Cantor Britânico e Álbum Britânico do Ano, por Blackstar, o eterno e saudoso astro David Bowie fora o grande vencedor da noite do Brit Awards, premiação mor da música bretã, realizada ontem.

Chris Martin, frontman do Coldplay se apresentou, homenageando o também saudoso cantor George Michael.

Little Mix, Bruno Mars, Katy Perry, Ed Sheeran e Robbie Williams também se apresentaram no evento.

Veja a lista completa com os agraciados em negrito:

Melhor Cantor Britânico

Craig David
David Bowie
Kano
Michael Kiwanuka
Skepta

Melhor Cantora Britânica

Anohni
Ellie Goulding
Emeli Sande
Lianne La Havas
Nao

Melhor Grupo Britânico

The 1975
Bastille
Biffy Clyro
Little Mix
Radiohead

Melhor Grupo Internacional

A Tribe Called Quest
Drake & Future
Kings of Leon
Nick Cave & the Bad Seeds
twenty one pilots

Revelação Britânica

Anne-Marie
Blossoms
Rag’N’Bone Man
Skepta
Stormzy

Escolha dos Críticos

Rag’n’Bone Man
Anne-Marie
Dua Lipa

Melhor Álbum Britânico

I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful yet So Unaware of It -- The 1975
Blackstar -- David Bowie
Made in the Manor -- Kano
Love & Hate -- Michael Kiwanuka
Konnichiwa -- Skepta

Melhor Single Britânico

“Faded” -- Alan Walker
“Dancing On My Own” -- Calum Scott
“This Is What You Came For” -- Calvin Harris featuring Rihanna
“Rockabye” -- Clean Bandit featuring Sean Paul & Anne-Marie
“Hymn for the Weekend” -- Coldplay
“Say You Won’t Let Go” -- James Arthur
“Fast Car” -- Jonas Blue featuring Dakota
“Shout Out to My Ex” -- Little Mix
“Girls Like” -- Tinie Tempah featuring Zara Larsson
“Pillowtalk” -- ZAYN

Melhor Cantor Internacional

Bon Iver
Bruno Mars
Drake
Leonard Cohen
The Weeknd

Melhor Cantora Internacional

Beyoncé
Christine and the Queens
Rihanna
Sia
Solange

Melhor Clipe Britânico

“Send My Love (To Your New Lover)” -- Adele
“This Is What You Came For” -- Calvin Harris featuring Rihanna
“Rockabye” -- Clean Bandit featuring Sean Paul & Anne-Marie
“Hymn to the Weekend” -- Coldplay
“Say You Won’t Let Go” -- James Arthur
“Fast Car” -- Jonas Blue featuring Dakota
“Hair” -- Little Mix featuring Sean Paul
“History” -- One Direction
“Girls Like" -- Tinie Tempah featuring Zara Larsson
“Pillowtalk” -- ZAYN

King Crimson anuncia turnê com quatro bateristas



O King Crimson vai embarcar em uma turnê pela América do Norte no meio deste ano, em sua primeira excursão após três anos. Hoje, a banda anunciou datas iniciais para a "Radical Action Tour".

A turnê começa em 13 de junho em Seattle e outros locais ainda serão anunciados. O grupo progressivo tocará em São Francisco, São Diego, Denver, Chicago, Toronto e Cidade do México ao longo de suas viagens. Datas adicionais, incluindo uma performance em Nova York - serão reveladas em breve.

A turnê será composta por Robert Fripp e Tony Collins (saxofone), juntamente com o vocalista Jakko Jakszyk e os quatro bateristas Bill Rieflin, Gavin Harrison, Pat Mastelotto e Jeremy Stacey. Stacey e Rieflin também atuarão como tecladistas.

Referindo-se a esta configuração de apresentação como a "Formação de Quarteto Duplo", Fripp disse o King Crimson "provará que está fazendo muito mais barulho do que antes."

Como tal, a banda também está trabalhando em um novo single de 12 polegadas com planos para lançamento em abril, sendo o primeiro material novo desde o disco "The Power to Believe", de 2003.

Torçamos para que Fripp e sua trupe desçam para América do Sul.

Datas dos Concertos:

13/06 - Seattle, WA @ Teatro Moore
15/06 - Saratoga, CA @ Mountain Winery
17/06 - São Francisco, CA @ TBA
19/06 - São Diego, CA @ Humphrey's
21/06 - Los Angeles, CA @ TBA
24/06 - Denver, CO @ TBA
26/06 - Minneapolis, MN @ TBA
28/06 - Chicago, IL @ Teatro de Chicago
30/06 – Rochester, NY @ Kodak Hall
03/07 – Montreal QC @ Montreal Jazz Festival
05/07 – Toronto, ON @ Massey Hall
07/07 – Quebec, QC @ TBA
09/07 – Red Bank, NJ @ Count Basie Theatre
14/07 – Mexico City, MX @ TBA
15/07 – Mexico City, MX @ TBA


Fundação em memória de Amy Winehouse auxilia jovens mulheres com dependência química



Criado em memória à cantora Amy Winehouse, o Amy's Place é a única casa de recuperação do Reino Unido dedicada a ajudar jovens mulheres alcoólatras e com outros tipos de dependência química.

A BBC visitou o local e conversou com algumas dessas mulheres.

"Não estou abstinente há tanto tempo assim, mas já é alguma coisa", relata Grace Gunn. "Você não pode esquecer que, antes, o que eu fazia era ficar sentada em um abrigo para sem-teto pensando em formas de me matar."

A jovem de 19 anos é uma das primeiras ocupantes do Amy's Place - uma casa de recuperação criada pela Fundação Amy Winehouse.

Ela é uma alcoólatra em recuperação e está sem beber há pouco mais de um ano. É um marco da reviravolta em sua vida, comandada por ela mesma.

"(O vício) Começou quando eu experimentei bebida pela primeira vez, aos 8 anos de idade. Aos 12, eu já estava andando por aí fazendo coisas que não deveria ter feito", diz ela.

"Entre os 13 e 14 anos, passei a viver sob cuidados do Estado e foi aí que [o alcoolismo] decolou. Eu poderia ter sido mais esperta em relação a isso, mas não tinha meus pais ao redor."

Grace diz que passou a beber como um mecanismo de enfrentamento, mas a bebida logo se tornou um hábito.

O problema "disparou" assim que começou a viver em um abrigo para pessoas sem-teto. Até que um incidente a sacudiu e ela teve a dimensão total dos danos causados a si mesma.

"Foi em novembro de 2015, quando tomei 57 antidepressivos com um litro de vodca e um litro de licor. Quase morri. Eu acordei com a boca espumando, aterrorizada."

"Eles estavam me desintoxicando na área de ressuscitação do hospital e eles me disseram: 'É um jogo de espera agora para saber se seus órgãos estão falhando ou não.'"

"Fiquei quatro dias sentada esperando e rezando para não estar morrendo."

Grace decidiu tomar algumas medidas para superar sua dependência, mas viver como moradora de rua em um albergue significava que isso não seria tarefa fácil.

"Quando seu quarto é ao lado do de alguém vendendo drogas, você não consegue ficar bem", diz ela.

"Você está sempre preso no enigma de: 'Eu volto aos meus velhos hábitos ou vou a uma reunião (de apoio)?'"

"Eu estava vivendo uma vida de recuperação em um mundo de usuários de drogas e alcoólatras."

São histórias como a de Grace que motivaram a madrasta de Amy Winehouse, Jane Winehouse, a montar a casa - projetada para ajudar mulheres jovens a se desintoxicar e dar seus primeiros passos após a reabilitação.

"Nós conhecemos pessoas em tratamento que estavam assustadas pensando no que aconteceria quando terminassem o tratamento (de reabilitação)", diz ela.

"Muitas apenas pensavam: 'Se tiver que voltar para onde estava antes, não vou ter chance'".

Criado em parceria com a provedora de hospedagem Centra, o Amy's Place é a única casa de recuperação no Reino Unido projetada especificamente para ajudar mulheres com menos de 30 anos.

Winehouse morreu aos 27 anos em julho de 2011 de intoxicação por álcool. Ela tinha lutado anteriormente contra sua dependência de drogas por muitos anos e tinha passado um tempo na reabilitação.

Na casa em Londres, cada um dos 16 ocupantes recebe seu próprio apartamento, pago pelo benefício de moradia concedido pelo Estado. Elas podem ficar no local por até dois anos.

Existe uma estrita política antidrogas e álcool no local. Além de ser vetada a visita de convidados durante a noite, os moradores devem concordar em se submeter a testes aleatórios para detectar o uso de entorpecentes - Grace passou por um recentemente.

Uma outra residente, Judith Heryka, de 26 anos, também está trabalhando para um futuro mais estável, sem drogas.

Sua principal motivação são seus filhos, de 5 e 7 anos. Ela tomou a decisão de buscar ajuda quando se viu ameaçada de perder a guarda dos filhos para o Estado. Ela diz que isso salvou sua vida.

Judith tinha se tornado viciada em crack e estava "muito deprimida ... amargurada, amargurada, amargurada, como uma suicida, deprimida".

Como parte do programa do Amy's Place, as mulheres também devem participar de atividades fora da casa, que podem ajudá-las a ficar limpas e prepará-las para viver sozinhas.

Pode ser uma reinserção na sua educação, fazendo trabalho voluntário ou encontrar uma atividade que lhe dê prazer e satisfação - no caso de Judith, o kickboxing.

"Eu posso realmente sair, fazer algo que eu amo", explica ela enquanto participava de uma das aulas.

Judith diz que a casa é "100%" a razão pela qual ela está conseguindo se limpar e é a primeira vez que morou em um lugar onde se sentiu segura.

Principal motivação de Judith foi ameaça de perder guarda dos filhos de 5 e 7 anos; kickboxing é a atividade que a esta levando, aos poucos, de volta à vida fora de Amy's Place

A diretora da casa, Hannah Crystal, disse que vê com grande satisfação o progresso das mulheres.

"Acho que as meninas aqui vão chegar a um ponto em que estarão prontas para seguir em frente", acrescenta. "E teremos novas recepções e acho que vamos continuar crescendo com muita força".

O caminho para a recuperação, no entanto, não é fácil. Algumas das mulheres da casa tiveram recaídas e Grace admite que recentemente chegou bem perto de beber.

A casa está trabalhando com Grace para ajudá-la a alcançar seus objetivos. Ela espera se tornar uma psicóloga forense no futuro e está cursando aulas de artesanato com ajuda de uma organização filantrópica.

"Antes, [o futuro parecia] muito obscuro, sem algo que me deixasse ansiosa. Agora, eu percebo que tenho uma vida muito longa pela frente", diz ela.

Para Jane Winehouse, dar às mulheres ferramentas para mudar suas próprias vidas "é a coisa mais maravilhosa". Especialmente, como ela diz, porque a casa é "em memória a Amy".

                       Jane Winehouse, madrasta de Amy, montou a casa


Fonte: BBC BRASIL

Roger Waters pede para incluir o Rio em sua nova turnê mundial



O eterno líder floydiano, baixista e vocalista Roger Waters cairá na estrada em maio/2017 com a turnê "Us + Them" e pediu para incluir o Rio de Janeiro no calendário.

“Não tocar no Rio é como não ter ido ao Brasil”, disse Waters. (alfinetada no Gilmour?)

Neste ano ele lançará seu novo álbum de inéditas "Is This The Life You Really Want?"


Leia também:  
Pink Floyd The Wall: como os governantes gostam de manter a obra viva

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Adriana Calcanhoto lança hoje seu livro "É Agora Como Nunca - Antologia Incompleta da Poesia Contemporânea Brasileira"



Adriana Calcanhotto queria um livro para acompanhá-la em suas férias de verão. "Leitora de poesia diletante", como ela mesma se define, optou por levar um único volume que contemplasse um recorte pessoal da poesia contemporânea, diluído em algumas dezenas de tomos.

Reuniu, então, obras de 41 poetas brasileiros nascidos entre 1970 e 1990 na compilação intitulada "É Agora Como Nunca - Antologia Incompleta da Poesia Contemporânea Brasileira", que será lançada nesta quarta (22).

"Qualquer antologia será incompleta ou não terá graça por não gerar polêmica", adianta a organizadora, falando à Folha direto de Portugal, às vésperas de sua primeira aula como professora convidada da Universidade de Coimbra, posição que ocupa até meados deste ano.

"Fui escolhendo os poemas, mas a velocidade da produção é tamanha que em alguns casos, como no de Luca Argel, troquei de poema por achar que o mais recente, da safra mais nova, era mais legal, que tinha uma evolução na poética. Alguns lançaram coisas novas enquanto eu fazia a antologia, então troquei", diz.

Na compilação, estão nomes "novos e novíssimos" como o repórter e os colunistas da Folha Bruno Molinero, Gregorio Duvivier e Fabricio Corsaletti, respectivamente, e as poetas Bruna Beber, Angélica Freitas e Estrela Ruiz Lemisnki. São jovens autores cujas obras, em verso livre, flertam com a crônica.

Calcanhotto ressalta que buscou concentrar-se na individualidade de cada um e na "forma como lidam com a influência dos mesmos poetas que leram" –"nada mais/ será como/ dante", resume Leo Gonçalves em uma de suas colaborações para a obra.

Há menções a Drummond, Leminski, e até mesmo à grã-mestra Wikipédia.

"Há um desassombro, uma não cerimônia com a poesia, usam palavras que não parecem, em tese, pertencer à poesia, coisas assim", observa.

Surpreende que uma obra elaborada durante um períodos conturbado do país apenas toque a superfície da política. Entre uma possível má percepção do leitor ou uma falta de identificação dos autores com o tema, Adriana Calcanhotto faz o mea-culpa e confessa que "provavelmente tenha a ver" com o seu filtro também.

"Mas não vi coisas explicitamente políticas, no sentido partidário, panfletário, enfadonho. Eles vivem no mundo de hoje e escrevem poesia, isso é um ato político. Poderiam estar calados."

*

você vai ver
ainda vai notar
vou escrever
algo para você
sem perceber
assobiar

besteiras
tolices
andanças

fazer você lembrar
tornar você lembrança
delírios desafinar
dançar nossa distância

vou escrever você
vou escrever
você vai ver
sem perceber
assobiar

Poema de Omar Salomão, extraído de "É Agora como Nunca"

de manhã na
praia eles combinam
o que farão à noite de
noite na festa eles
combinam de ir à
praia amanhã

"Carrossel", poema de Ana Salek também incluído na antologia


É AGORA COMO NUNCA
AUTOR Adriana Calcanhotto (org.)

EDITORA Companhia das Letras
QUANTO De R$ 23,90 a R$ 34,90 (144 págs.)
LANÇAMENTO quarta (22), às 19h
ONDE Tapera Taperá, av. São Luís, 187, loja 29, 2º andar (Galeria Metrópole), tel. (11) 3151-3797



Cancelado show de Bryan Adams em Porto Alegre devido à "logística"



O show de Bryan Adams que iria acontecer em Porto Alegre no dia 25 de abril, no Auditório Araújo Vianna, foi cancelado. Segundo a T4F, realizadora do evento, a medida foi tomada por “problemas de logística”.

O reembolso dos ingressos pode ser realizado por meio dos canais de venda. Para quem efetuou a compra nos postos oficiais, é necessário solicitar o estorno dos valores até o dia 25 de abril, no mesmo local da compra.

Os consumidores que compraram os ingressos pelo call center ou pelo site da Ingresso Rápido terão as compras canceladas automaticamente e o valor do ingresso e da taxa de conveniência estornados.

As apresentações do artista, que quebram um jejum de dez anos sem shows no Brasil, no Rio de Janeiro e em São Paulo serão mantidas.O autor de “(Everything I Do) I Do It For You” fará três shows na capital paulista, nos dias 28, 29 e 30 de abril, no Citibank Hall. Já no Rio, Adams se apresentará na quinta, 27, no Metropolitan.

Bryan Adams no Rio de Janeiro

27 de abril (quinta), às 21h30
Metropolitan – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca
Ingressos: entre R$ 150 a R$ 700

Bryan Adams em São Paulo

28 de abril (sexta), às 22h
29 de abril (sábado), às 21h30
30 de abril (domingo), às 20h
Citibank Hall – Av. das Nações Unidas, 12.551 – Santo Amaro
Ingressos: entre R$ 80 a R$ 850

Fonte: ROLLING STONE BRASIL

Grace Slick explica a liberação de sua música para cadeia de fast food



A dedicação de Grace Slick à política progressista não bate com as causas conservadoras financiadas pela empresa que detém a rede de fast food americana, Chick-Fil-A, mas a ex-Jefferson Airplane / Jefferson Starship / Starship decidiu liberar um de seus hits para um comercial do restaurante de qualquer maneira - e ela explicou sua decisão surpreendente para Forbes.

Dizendo que sua reação inicial quando se aproximou de usar a canção "“Nothing’s Gonna Stop Us Now” foi não, Slick escolhe a história bem documentada do Chick-Fil-A, de organizações de financiamento, através de sua fundação filantrópica WinShape, que são contra Casamento gay "como uma das principais razões que ela se opôs a emprestar a sua voz a uma campanha promocional para o restaurante.

"Em entrevistas, o CEO Dan T. Cathy criticou defensores de direitos gays que" têm a audácia de definir o casamento "e disseram que estão trazendo" o julgamento de Deus "sobre a nação", escreve Slick. "Acredito firmemente que os homens devem ser capazes de se casar com homens e mulheres mulheres. Eu sou apaixonadamente contra qualquer um que tentasse suprimir este direito humano básico. "

Mas depois de considerar a proposta, Slick percebeu que tinha uma oportunidade de colocar o dinheiro da empresa para usar por uma causa que ela apoia - especificamente Lambda Legal, uma organização dedicada a proteger os direitos civis de pessoas LGBTQ e pessoas infectadas com o HIV.
"Certamente", continua Slick, "não são os milhões que WinShape deu a organizações que definem o casamento como heterossexual. Mas, em vez de substituírem a minha música por outra de alguém e de perderem a oportunidade de reagir às forças anti-LGBTQ, decidi gastar o dinheiro em oposição direta às causas do "Check'-fil-A" - e dar um exemplo público delas , também. Nós vamos pegar um pouco do seu dinheiro, e pagá-lo de volta."
Como Slick continua explicando, é tudo uma peça com a integridade artística que ela identifica com seus anos de formação - uma época em que "um tempo em que os artistas não apenas venderam sua alma para o maior lance, quando os músicos tomavam uma posição, quando a mensagem de canções era "alimentar a cabeça", e não "alimentar a sua carteira". Dizendo que ela espera dar um exemplo para os artistas, provando que "podemos usar nossos dons para ajudar a deter as forças do fanatismo", ela brinca, "Nada irá nos parar agora."

Valeu,Grace!

Eddie Van Halen se engaja na causa pró-música nas escolas



A ciência já comprovou: crianças que aprendem a tocar um instrumento obtém melhores notas na escola, possuem QIs elevados e se mantém distantes de abusos com drogas e álcool no futuro.

Agora a causa ganha mais um leal aliado: o guitarrista espetacular Eddie Van Halen entrou de cabeça no apoio à música ser parte integrante das grades curriculares das escolas americanas.

Fala Eddie:

“Minha vida inteira girou ao redor da música. Não me imagino fazendo outra coisa. Quando terminei o segundo grau, todos me perguntavam o que faria na faculdade. Foi quando disse ao meu irmão que era melhor investirmos no que sabíamos fazer. É algo que precisa ser ensinado. Não dá para imaginar o mundo sem música”.

Eddie Van Halen começou na música aos 6 anos de idade tocando piano e migrou para bateria até chegar na guitarra, onde certamente se imortalizou.

Vem aí o primeiro álbum do AXL/DC



De acordo com o site australiano noise11.com o guitarrista e líder do AC/DC, Angus Young, declarou que está compondo canções para um vindouro álbum do grupo.
Nesse caso, seria o primeiro com Axl Rose ao microfone e também sem o baixista Cliff Willians, que anunciou sua aposentaria após a turnê findada no ano passado, com Axl nos vocais.
Recentemente foi a vez de Angus retribuir e tocar músicas no palco do Guns N' Roses.

PS: A imagem é meramente ilustrativa, não é a capa do álbum citado no texto.

Aguardemos.

Rock in Rio confirma Alice Cooper, Arthur Brown e Sepultura



A organização do Rock in Rio anunciou a confirmação de mais três atrações:

A dobradinha Alice Cooper e Arthur Bown fará show no Palco Sunset no dia 21 de setembro.

“Sem Arthur Brown, não haveria Alice Cooper.”, disse o lúgubre artista americano sobre seu mentor bretão.

Nessa mesma noite, Billy Idol e Aerosmith se apresentarão no Palco Mundo.

No dia 24 de setembro será a vez do Sepultura tocar no Palco Sunset, dessa vez dominando todo o espetáculo, uma vez que nas duas vezes anteriores dividiram o palco com a banda francesa Tambours Du Bronx e com o ícone da MPB, Zé Ramalho, fazendo o "Zépultura".

O Sepultura deverá apresentar o novo álbum "Machine Messiah" na íntegra.

"Nos últimos Rock in Rio, a gente sempre teve convidados, agora é a hora de apresentar esse disco como banda", disse o guitarrista Andreas Kisser.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A maravilhosa homenagem a David Bowie idealizada por seus fãs



O clássico raio, maquiado na face de David Bowie (08/01/1947 - 10/01/2016) na capa de seu álbum "Alladin Sane", de 1973, foi a representação perfeita escolhida por seus fãs para homenageá-lo na sua terra natal, Brixton, em Londres.

A ideia é fazer um financiamento coletivo para angariar a verba a fim de construir uma estátua nesse formato.

Para alavancar a campanha, eles produziram um vídeo convocando interessados a doarem.

A meta é a arrecadação de 990 mil libras (4 milhões de reais) até o dia 21 de março próximo e as somas já estão batendo em 20 mil libras.

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Pink Floyd The Wall: como os governantes gostam de manter a obra viva



Ontem publiquei aqui no blog que Roger Waters pensa em executar The Wall na íntegra nos locais onde possivelmente o presidente americano Donald Trump construirá muros na fronteira com o México.

Parece que ainda que o baixista, vocalista e eterno líder e gênio floydiano quisesse aposentar sua obra mais peculiar, ele não conseguiria.

"The Wall" fora lançado primeiramente baseando-se no conceito de Waters, que vinha desde o disco antecessor do Pink Floyd, "Animals" se formando em sua mente, o de que pessoas constroem muros, barreiras entre sí, se referindo em um primeiro momento à sua relação pouco amistosa com seus fãs.

Obra pronta e lançada, o que se vira e ouvira foi algo bem mais amplo.

Com uma atmosfera largamente inspirada na Segunda Grande Guerra, onde perdera seu pai Eric, morto em Anzio na Itália, servindo a Sua Majestade o Rei George VI. Ali se daria o primeiro muro separatista na vida do pequeno Roger, eternamente separado de seu pai que mal chegara a conhecer.

                                                                       Rei George VI

Mais do que um simples álbum duplo, "The Wall" era uma senhora ópera-rock que ia além da política bélica e se emaranhava em questões psicossociais que contribuiam despausadamente para as construções de muros mentais internos, que segregam um ser humano do outro e do resto do mundo, caindo em abissal alienação. Tudo isso obviamente sempre vindo num pacote sistêmico de cima para baixo, avalizado por Chefes de Estado e seus partidos mantenedores dos padrões sócio-comportamentais, aqui em foco na grande Inglaterra, mas muito aplicável à diversas outras nações.

Que o diga a Maggie.

A primeira ministra à época, Margaret Tatcher fora contemplada. Uma personificação do modelo rígido bretão, é impossível não achar que a Dama de Ferro não tenha se sentido cutucada com canções tais como "Another Brick in The Wall (part II)", uma ferrenha e corrosiva crítica ao sistema educacional que vigorava na grande ilha do cachorro de costas, onde a criatividade era obscurecida pelo método cartesiano e massivo.

Tatcher caberia também no estereótipo da Super Mãe Protetora exposta por Waters na canção "Mother", como a Grande Mãe Saxã do inconsciente coletivo inglês, muito embora a nível consciente ele a tenha escrito direcionada à sua mãe, Mary, ser de pura rigidez.

                         Primeira-ministra Margaret Tatcher, a Maggie

Passa o tempo, a guerra fria se esvai e o muro de Berlim se vai. Dessa vez uma conotação positiva, ao invés de levantarem, derrubaram um muro.

Quem o prefeito chamaria para um grande espetáculo comemorativo na Potsdamer Platz, gigante praça da capital germânica: Roger Waters é claro. Para que ele teatralmente erga e derrube um muro gigantesco à frente de 300 mil pessoas, acompanhada de uma constelação de artistas.

                               Walter Momper, prefeito de Berlim em 1990.

Avancemos e chegamos a 2015, no contexto em que lá estava Roger Waters se utilizando de sua magistral obra para atacar o governo do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu e sua política dura ante ao povo palestino, chegando Roger a pedir o boicote de artistas à região, incluindo os nossos tropicalistas Caetano Veloso e Gilberto Gil, que soslaiaram das cartas enviadas pessoalmente pelo líder floydiano.

                              Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu

E agora, 2017 e o presidente americano Donald "Big man, pig man" Trump parece não querer mesmo deixar Waters aposentar sua obra murada ao infelizmente criar um cenário propício para tal, tencionando levantar muros separando ostensivamente os Estados Unidos do México e simbolicamente de toda a América Latina.

                                                Donald "Big man, pig man" Trump

Seria correto passar dizer, ao invés de Estados Unidos da América, dizer Estados Unidos e a América ou mesmo sem a mesma.

Trump consegue ser pertinente tanto ao álbum "Animals" como a "The Wall" e dará muita inspiração para Waters escrever, gravar, lançar e tocar.

Roger Waters poderia declarar: Eu até quero deixar de executar "The Wall", mas os porcos não me deixam.

Vai vendo...


Relembrando: E o rock morreu? Claro que não!



Boa tarde leitores do blog CF:

Resolvi iniciar hoje uma sessão neste blog trazendo de volta alguns de meus textos que ficaram pela rede ao passar do tempo e que ainda os julgo pertinentes e/ou interessantes para o tempo presente ou mesmo alguns que se constituem atemporais.
Para começar, leia abaixo um texto publicado ainda nos meus tempos de blog e página Free Four, que também fora publicado à época de setembro de 2014 no site Whiplash.net .


E o rock morreu? Claro que não!

Essa coisa de "rock morreu", "rock foi assassinado" já deu né.

Recentemente, o icônico baixista e vocalista do KISS, Gene Simmons, veio com essa.

Segundo Simmons e alguns vários outros colegas do show rock-business, a pirataria, indústria de downloads, streamings pagos e gratuitos acabaram cometendo o tal "homicídio".

Mas isso valeria para a música no geral, não somente para um estilo.

Ora, quando a água bate na bunda, a gente deve aprender a nadar.

Se a forma dos fãs e ouvintes consumir músicas mudou, que artistas e indústria fonográficas se adequem a ela. Não adianta reclamar: Youtube, Spotify, Rdio, Deezer, Netflix, Torrents, etc. vieram para ficar e se expandirão, deixando para os discos físicos, a opção de serem lançados e relançados em novas versões, DeLuxes, boxes e tudo mais para os tradicionalistas que gostam de pôr a mão na massa e colocar o disco pra tocar, ler seus encartes e inflar suas coleções.

Por outro lado nunca se viu tantas turnês mundiais, englobando países dos cinco continentes, como de uns quinze anos para cá e a coisa só cresce. Novos países se tornaram cada vez mais novos mercados para shows pequenos, médios e até mesmo megashows. A América do Sul é hoje passagem obrigatória de toda gama artístico-musical. Quando que na década de 80 imaginaríamos shows de bandas de sucesso mundial se apresentando em países como Paraguai, Peru, Chile e Colômbia por exemplo. Se discos não vendem, shows vendem ingressos, publicidade e em muitos casos, vendem muito. Na verdade quem não ganham com turnês, obviamente são as gravadoras, ainda que de certa forma também possam lucrar através dos registros ao vivo que posteriormente saem em Blu-ray/DVD/CD. Que artistas e bandas façam mais e mais shows para fãs que ouvem seus ídolos nas novas vias de consumo musical... e a roda gira...

Pois é, hoje não dá mais para compor, gravar, lançar e sentar esperando a caixa registradora tilintar, tem que se apresentar pra ganhar.

Abordando um outro aspecto dessa questão, quero me referir ao comentário que Jack White, talentoso guitarrista, ex-White Stripes fez essa semana, dizendo que a geração da juventude sessentista teve mais sorte por ter por exemplo, Bob Dylan.

White para mim sintetizou assim a coisa toda, ou ao menos boa parte da questão, pontuando-a.

Quando o rock and roll explodiu na década de 50, trouxe na sua fisiologia a rebeldia inerente, o protesto em sí, a voz do jovem, antes recatado, depois abusado, como os movimentos da dança de Elvis Presley, que "chocou" muita gente, como o apresentador de auditório Ed Sullivan.

A década de 60 trouxe com ela a revolução de comportamentos sociais políticos e o rock foi uma trilha sonora disso, influenciando e sendo influenciado pelos contextos, principalmente na costa oeste dos Estados Unidos e na Grã-Bretanha.

Porém tudo aquilo passou. Não dá para revivermos outra guerra do Vietnã (graças a Deus), nem nenhum outro contexto comportamental-sócio-histórico da época. Motivos para rebeldia não faltam hoje em dia, mas, o que legitima uma boa rebeldia é algo novo, e o nosso rock já é um senhor idoso, não adianta querer que ele soe revolucionário agora muito menos na "crista da onda", como segmentos musicais que vão surgindo (e muitos sumindo na sequência).

Alguns mega astros nos deixaram ainda jovens, outros envelheceram, e esses enriqueceram muito. Os filhos dos fãs daquela geração hoje tem na casa dos 40 anos (como eu), e praticamente nenhum de nós conserva o tal "romantismo" de achar que devemos ser muito doidos, andarmos obrigatoriamente de preto ou trajando camisas de bandas e pechinchar desde a entrada até bebidas dos bares do gênero.

Hoje Paul McCartney anda de limousine, James Hatfield veste Armani, Nick Mason coleciona Ferraris e Bruce Dickinson pilota jatos, logo, nós fãs também podemos requerer mais conforto sem a ideia que estamos "traindo o movimento". Não existe mais "movimento", existe um estilo musical maravilhoso que nos provém com novos materiais e shows para quem quiser degustá-los.

Enfim, o rock não morreu, está aí bem vivo, mas mudou porque o tempo passou e os contextos mudaram, apenas isso. Então nos resta apreciar o que ele tem de melhor, do presente e do passado, seja qual for o formato, pois é um estilo musical que vai deixando um legado inesgotável à humanidade.

Para ser roqueiro há apenas uma condição: gostar de ouvir e/ou ver rock.

Falando nisso, aumentem o som:

http://open.spotify.com/user/12142308142/playlist/2DPoTlplj9...

Blaze Bayley: Bruce Dickinson me apoiou antes, durante e depois do Iron Maiden



Ao promover o álbum "Endure e Survive", segundo volume de uma trilogia, o vocalista Blaze Bayley, ex-frontman do Iron Maiden, revelou ao The Metal Voice com quem do grupo tinha mais afinidade:

“Eu me dava bem com todos. Algumas pessoas acham isso estranho mas eu me dou bem com o Bruce desde antes, durante e até depois do Iron Maiden. Bruce Dickinson sempre me apoiou muito. Ele sempre apoiou meu trabalho solo, tem sido fantástico, me encorajou muito. Mas eu era mais próximo de Steve Harris, que era como um mentor para mim”.

Se fosse sempre assim...

Festival João Rock homenageará o Nordeste com Alceu Valença, Lenine, Nação Zumbi e Zé Ramalho



Em sua 18ª edição, marcada para o dia 10 de junho, o Festival João Rock, um dos mais tradicionais do país, terá uma novidade: um dos palcos montados no Parque Permanente de Exposições de Ribeirão Preto (SP) será reservado para homenagear a música nordestina, com shows de Zé Ramalho, Lenine, Nação Zumbi e Alceu Valença.

Enquanto isso, no Palco João Rock, CPM 22, O Rappa, Emicida (com convidados), Armandinho, Humberto Gessinger, Nando Reis, Capital Inicial e Pitty — que volta aos palcos após intervalo para se dedicar ao nascimento da filha Madalena — se revezam em uma programação sem intervalos.

Sucesso de público — o festival recebeu 50 mil pessoas em sua última edição —, o João Rock terá, assim como nos últimos dois anos, um terceiro palco, batizado de "Fortalecendo a cena". Com o intuito de dar espaço a novos nomes da música nacional, ele traz Medulla, Selvagens à Procura de Lei, 3030, Haikaiss e Cidade Verde Sounds em sua programação.

Além de divulgar seu line-up, o João Rock abre às 11h desta terça-feira a venda de ingressos do primeiro lote, tanto online quanto em pontos físicos. Para mais informações, acesse o site do festival.

Na edição de 2016, que comemorou os 15 anos do festival, os 50 mil ingressos foram esgotados com dois meses de antecedência.

Line-up completo do João Rock 2017

Palco João Rock:

Banda Vencedora do Concurso de Bandas
CPM 22
O Rappa
Emicida e convidados
Armandinho
Humberto Gessinger
Nando Reis
Capital Inicial
Pitty

Palco Brasil – Edição Nordeste:

Zé Ramalho
Lenine
Nação Zumbi
Alceu Valença

Palco Fortalecendo a Cena:

Medulla
Selvagens a Procura de Lei
3030
Haikaiss
Cidade Verde Sounds

Fonte: O GLOBO

Prestes a vir ao Brasil, Evanescence lança compilação e faixa inédita



Compilando os seus b-sides, o Evanescence está lançando "Lost Whispers", disco que integra o box "The Ultimate Collectors", que trará ainda os álbuns Fallen (2003), The Open Door (2006) e Evanescence (2011), mais o disco com versões demo, Origin (2000).

OUÇA "Even in Death", faixa inédita contida em "Lost Whispers".

A banda desembarcará no Brasil em abril para três shows confirmados em Brasília, Rio e São Paulo.

Evanescence no Brasil:

Brasília (DF)

Data: Quinta, 20 de abril de 2017

Local: Net Live | HTN Trecho 2 2 5 A – Asa Norte

Ingressos: Pista R$90 (meia-entrada)/R$180 (inteira) | Pista Premium R$170 (meia-entrada)/R$240 (inteira) | Camarote R$250 (meia-entrada)/R$500 (inteira)


Rio de Janeiro (RJ)

Data: Sábado, 22 de abril de 2017

Local: Vivo Rio | Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo

Ingressos: Pista R$120 (meia-entrada)/R$240 (inteira) | Pista VIP R$190 (meia-entrada)/R$380 (inteira) | Balcão R$120 (meia-entrada)/R$240 (inteira) | Camarote A R$190 (meia-entrada)/R$380 (inteira) | Camarote B R$150 (meia-entrada)/R$300 (inteira) | Frisa R$140 (meia-entrada)/R$280 (inteira).


São Paulo (SP)

Data: Domingo, 23 de abril de 2017

Local: Espaço das Américas | R. Tagipuru, 795 – Barra Funda

Ingressos: Pista R$120 (meia-entrada)/R$240 (inteira) e Pista Premium R$190 (meia-entrada)/R$380 (inteira)

Ouça faixa da nova banda de ex-membros do Iron Maiden



A V1, banda que tem em sua formação os ex membros do Iron Maiden Dennis Willcock (vocalista 1976 - 1977) e Terry Wapran (guitarrista 1977) acaba de divulgar a faixa "Don't Cause a Scene", que estará presente no álbum "Armageddon", com previsão de lançamento ainda esse ano.

Sobre a nova faixa, Dennis comentou o seguinte: "Bem, há cerca de dois anos, me encontrei com Terry depois de quarenta anos. Ambos deixamos o Iron Maiden, sim, deixamos a banda, e formamos o V1. Tínhamos algumas velhas gravações as quais jamais tinha ouvido antes, mas elas eram tão poderosas, que tivemos que encarar a missão de grava-las adicionando algumas novidades."

"Depois de 26 dias em estúdio, finalmente completamos a missão. Algumas dificuldades, mas terminamos, com Terry, Dwight (Wharton), Chas (Charlie Borg), Gareth (Dylan Smith) e eu...missão cumprida!"

"O trabalho já está em fase de prensagem, e em cerca de uma semana divulgo informações de venda, e espero que vocês possam adquirir.
Nesse momento, deixo aqui uma faixa do álbum para vossas audições. Power Rock para ser ouvido bem alto!"

Iggy Pop e Flea participam de filme com Ryan Gosling, Natalie Portman e Michael Fassbender




"Em uma moderna história de amor que se passa na cena de música de Austin, Texas, dois casais — os compositores Faye (Rooney Mara) e BV (Ryan Gosling), e o magnata da música Cook (Michael Fassbender) e a garçonete com quem se enrola (Natalie Portman) — procuram sucesso através de uma paisagem rock n’ roll de sedução e traições."

Esta é a sinopse do filme "Song to Song", dirigido por Terrence Malick e estrelado por Natalie Portman, Ryan Gosling, Roney Mara e Michael Fassbender.

A película contará ainda com as participações do ícone punk Iggy Pop e de Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers.

Confira a aparição de ambos no TRAILER

A película estreará no dia 10 de março próximo, durante o festival SXSW e uma semana depois nas salas americanas.


Led Zeppellin: Os 45 anos de "Rock And Roll"



Há 45 anos os 12 compassos mais famosos do mundo do rock eram lançados como single na canção "Rock And Roll", um clássico do Led Zeppelin.
A música é uma espécie de spin-off da composição "Four Sticks", que compõe o outro lado do single, lançado em 21 de fevereiro de 1972.
Nas sessões de desfecho de "Four Sticks", o baterista John Bonham tocou a intro de "Keep a Knockin', música de Little Richard.
Fascinado e tomado pelo feeling, Jimmy Page já sequenciou a levada de Bonham com riff para a seguir Robert Plant começar a cantar em cima.
A gravação contara ainda com a participação especialíssima do tecladista dos Rolling Stones, Ian Stewart.

"Rock And Roll" sintetizou o estilo homônimo que entrava em sua terceira década de vida. Nela percebemos elementos do rock feito nos anos 50, 60 e 70, ou seja, o Led Zeppelin conseguiu explicar através de uma canção o que significa o termo rock and roll.

OUÇA AQUI

Morreu Larry Coryell, pai da fusão jazz x rock



O guitarrista Larry Coryell foi encontrado morto em um hotel de Nova York. Ele havia feito dois shows na cidade durante o último final de semana. De acordo com as primeiras informações, o músico de 73 anos faleceu de causas naturais. Conhecido como o “Godfather Of Fusion”, Larry foi pioneiro na junção de Jazz e Rock, colaborando com lendas como Miles Davis, Ron Carter e Chet Baker. Em 1979, criou o The Guitar Trio, ao lado de John McLaughlin e Paco De Lucia. Sairia do projeto um ano mais tarde, sendo substituído por Al Di Meola. Deixa esposa, quatro filhos e seis netos.

Fonte: VAN DO HALEN