terça-feira, 22 de agosto de 2017

John Lee Hooker ganha box especial de centenário


Celebrando o centenário do lendário bluesman, "King of the Boogie" chegará no dia 29 de setembro próximo trazendo as canções inéditas “Unfriendly Woman”, “When I Lay My Burden Down” e “Meat Shakes on Her Bone" inseridas em cinco CDs e contendo também faixas com os duetos de Hooker com Van Morrison, Joe Cocker, Santana, Eric Clapton, Canned Heat, Warren Haynes, o rei BB. King entre outros.

Complementando o compêndio, virá um livreto em capa dura com 56 páginas incluindo fotos e textos escritos pelo blues-historiador  Jas Obrech e pelo amigo e manager do músico, Mike Kappus.

Tracklist:

Disc 1

1. "Boogie Chillen'"
2. "Sally May"
3. "Hobo Blues"
4. "Crawlin' King Snake"
5. "Black Man Blues"
6. "Goin' Mad Blues"
7. "Who's Been Jivin' You"
8. "(Miss Sadie Mae) Curl My Baby's Hair"
9. "Hoogie Boogie"
10. "Burnin' Hell"
11. "Weeping Willow Boogie"
12. "Moaning Blues"
13. "Huckle Up Baby"
14. "Goin' On Highway #51
15. "John L's House Rent Boogie"
16. "I'm In The Mood"
17. "Two White Horses"
18. "33 Blues"
19. "Sugar Mama"
20. "Wobbling Baby"
21. "Stuttering Blues"
22. "I'm A Boogie Man"
23. "Down Child"
24. "Odds Against Me (Backbiters And Syndicaters)"
25. "Shake, Holler And Run"

Disc 2

1. "Unfriendly Woman [Aka Stop Now]"
2. "Mambo Chillun"
3. "Time Is Marching"
4. "Dimples"
5. "Little Wheel"
6." I Love You Honey"
7. "Drive Me Away"
8. "Maudie"
9. "When I Lay My Burden Down"
10. "Tupelo Blues"
11. "Good Mornin' Lil' School Girl"
12. "I Rolled And Turned And Cried The Whole Night Long"
13. "No More Doggin'"
14. "Dusty Road"
15. "No Shoes"
16. "My First Wife Left Me"
17. "Crazy About That Walk"
18. "Want Ad Blues"
19. "Will The Circle Be Unbroken"
20. "I'm Going Upstairs"
21. "I Lost My Job"
22. "Don't Turn Me From Your Door"
23. "Grinder Man"
24. "Meat Shakes On Her Bone"

Disc 3

1. "Boom Boom"
2. "Blues Before Sunrise"
3. "She's Mine"
4. "Frisco Blues"
5. "Good Rockin' Mama"
6. "I'm Leaving"
7. "Birmingham Blues"
8. "Don't Look Back"
9. "Big Legs, Tight Skirt"
10. "It Serves Me Right"
11. "Money"
12. "One Bourbon, One Scotch, One Beer"
13. "The Motor City Is Burning"
14. "Mean, Mean Woman"
15. "Doin' The Shout"
16. "Homework"
17. "Early One Morning"
18. "Rocking Chair"
19. "Hittin' The Bottle Again"
20. "Deep Blue Sea"
21. "Spellbound"

Disc 4 – Live

1. "Hobo Blues"
2. "Maudie"
3. "Shake It Baby"
4. "Boogie Chillun"
5. "Bottle Up And Go"
6. "Crawlin' King Snake"
7. "The Mighty Fire"
8. "You've Got To Walk Yourself"
9. "I'm Bad Like Jesse James"
10. "Boogie Everywhere I Go"
11. "She's Gone"
12. "It Serves Me Right To Suffer"
13. "Boom Boom"
14. "Hi-Heel Sneakers"
15. "One Bourbon, One Scotch, One Beer"

Disc 5 – Friends

1. "I Got Eyes For You" – With "Little" Eddie Kirkland
2. "Mai Lee" – With The Groundhogs
3. "Peavine" – With Canned Heat
4. "Never Get Out Of These Blues Alive" – With Van Morrison
5. "Five Long Years" – With Joe Cocker
6. "The Healer" – With Carlos Santana
7. "I'm In The Mood" – With Bonnie Raitt
8. "Sally Mae" – With George Thorogood
9. "Mr. Lucky" – With Robert Cray
10. "Up And Down" – With Warren Haynes
11. "Boom Boom" – With Jimmie Vaughan
12. "You Shook Me" – With B.B. King
13. "Don't Look Back" – With Van Morrison
14. "Dimples" – With Los Lobos
15. "Boogie Chillen'" – With Eric Clapton

Assista Ozzy Osbourne cantando Bark at the Moon durante o eclipse solar


Conforme publiquei anteriormente AQUI, o madman se apresentou ontem no festival Moonstock e se programou para entoar o seu clássico "Bark at the Moon" logo na abertura de sua apresentação, concomitantemente com o início meio e fim do eclipse solar que despertou a atenção do planeta no dia de ontem.

Assista esse momento no player abaixo:



Setlist do show:

Bark at the Moon
Mr. Crowley
I Don’t Know
Fairies Wear Boots (Black Sabbath)
Suicide Solution
No More Tears
War Pigs (Black Sabbath)
Drum Solo
Iron Man (Black Sabbath)
Shot in the Dark
I Don’t Want to Change the World
Crazy Train
Bis:
Mama, I’m Coming Home
Paranoid (Black Sabbath)

Box compila carreira solo de Bruce Dickinson em vinil


A BMG anunciou o relançamento de toda a discografia solo de Bruce Dickinson em vinil, com lançamento mundial programado para 27 de outubro.

Os seis álbuns da carreira solo do vocalista do Iron Maiden, lançados entre 1990 e 2005, foram remasterizados a partir das masters originais, para o relançamento em vinil preto de 180g. Dois dos álbuns: "The Chemical Wedding" e "Tyranny Of Souls" estão sendo disponibilizados pela primeira vez em vinil. Os outros quatro "Tattooed Millionaire", "Balls To Picasso", "Skunkworks" e "Accident Of Birth",  já lançados nesse formato anteriormente, agora ganham reedições com os dois últimos sendo expandidos para LPs duplos.

Como bônus especial, os seis álbuns também estarão disponíveis em uma caixa de edição limitada para colecionador, que recebeu o nome de "Soloworks", que virá acompanhada de um poster duplo 24" x 36".

Saiba mais: http://brucedickinsonsoloworks.com

VIA IRONMAIDEN.666

Novo álbum ao vivo do Metallica


O vindouro "Live at House of Vans" trará o registro de novembro de 2016 da apresentação em Londres que marcou o lançamento do álbum "Hardwired … To Self-Destruct".

O show fora apresentado para um público seleto de apenas 850 agraciados.

Este trabalho chegará apenas em limitada edição de vinil triplo 140 gramas.

Tracklist:

Disc One / Side A

 1 Breadfan
 2 The Four Horsemen
 3 Battery

Disc One / Side B

 1 Sad But True
 2 Guitar Solo
 3 Fade to Black

Disc Two / Side C

 1 Atlas, Rise!
 2 Harvester of Sorrow
 3 Moth Into Flame
 4 Bass Solo

Disc Two / Side D

 1 One
 2 Master of Puppets

Disc Three / Side E

 1 For Whom The Bell Tolls
 2 Enter Sandman
 3 Whiskey In The Jar

Disc Three / Side F

 1 Hardwired
 2 Seek & Destroy

Blues: ouça a parceria entre Walter Trout e Joe Bonamassa


"We’re All in This Together", novo álbum do bluesman Walter Trout, que chegará no dia primeiro de setembro próximo, contará com ilustríssimos convidados do mundo do blues-rock, dentre eles Joe Bonamassa, que gravou com ele a faixa-título.

Tracklist:

01 Gonna hurt like hell (feat. kenny wayne shepherd)
02 Ain't goin' back (feat. sonny landreth)
03 The other side of the pillow (feat. charlie musselwhite)
04 She listens to the blackbird sing (feat. mike zito)
05 Mr. davis (feat. robben ford)
06 The sky is crying (feat. warren haynes)
07 Somebody goin' down (feat. eric gales)
08 She steals my heart away (feat. edgar winter)
09 Crash and burn (feat. joe louis walker)
10 Too much to carry (feat. john nemeth)
11 Do you still see me at all (feat. jon trout)
12 Got nothin' left (feat. randy bachman)
13 Blues for jimmy t. (feat john mayall)
14 We're all in this together (feat. joe bonamassa)

Ouça a faixa-título no player abaixo:

David Gilmour libera segundo vídeo de mini documentário em Live at Pompeii

David Gilmour liberou um segundo vídeo que integra o documentário do DVD Live at Pompeii, que chegará nos cinemas no dia 13 de setembro próximo e nas lojas no dia 29 do mesmo mês, onde ele discorre sobre sua vontade de oferecer um som perfeito e dar autonomia aos músicos que o acompanham.

"Eu sou meio afeito à perfeição, mas, ao mesmo tempo, não considero que tocar as músicas perfeitamente no registro é minha idéia de perfeição. Eu quero que seja música ao vivo. Eu quero que as pessoas que tocam comigo tenham alguma autonomia. Eu prefero que toquemos de um modo que gostamos de realmente tocar e fazer música. Não estamos impondo uma narrativa sobre isso que tenha um significado específico, mas você está tendo uma narrativa alegre que corre em você do começo ao fim ".
Assista abaixo:


Assista ao primeiro vídeo em que Gilmour fala sobre o sentimento de ter tocado pela primeira vez na América do Sul.


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Oasis: os 20 anos de "Be Here Now"


Todo o meu pessoal está bem aqui agora, você sabe o que eu quero dizer? Não? Diz a primeira faixa (com aquele violãozinho beirando um wonderwal qualquer e aquela guitarra de uma whats the story e por aí vai...voltando ao segundo disco) que traduz um sentimento de que a banda esta fazendo um bom trabalho e agora quer comemorar dando voltas no mundo, experimentando tortas mágicas, flertando com garota de camiseta suja entre outras coisinhas mais...

Be here now já faz menção do tempo que está passando com a arte do relógio clássico em números romanos e o calendário ocidental datado de 21 de agosto de uma quinta feira do ano, que embora não mencionado é 1997. Essa data que está no encarte já era previamente combinada como o dia do lançamento do disco.

Depois de dois excelentes álbuns iniciais que se tornaram ícones dos anos 90 e do puro rock inglês, “Definitely Maybe” e “What’s the story (morning glory)”, seria muito difícil manter o alto e surpreendente nível de composição e performances dentro do estúdio, já que ao vivo a banda continuava em ascensão e cada vez mais solta nos palcos, devido ao sucesso de vendas com ingressos esgotados nas turnês e festivais por onde Oasis tocou, mas é evidente que eles estão curtindo esse momento, chegando até a se comparar com os Beatles em uma declaração polêmica e infeliz do convencido vocalista Liam.

O disco tem gravações fracionadas em diversos estúdios, desde o mitológico londrino Abbey Road, passando por Ridge Farm, Air, até Master Rock e Orinoco Studios entre novembro de 1996 e abril de 1997, formando o terceiro trabalho do Oasis com a grande qualidade sonora mantida, adicionada uma arte do álbum com fotos de ambientes já característicos, imergindo os fãs para as músicas através da visualização da mansão e a piscina de onde foi gravado o clipe do consagrado hino Don’t look back in anger, além de mobilete, da vitrola, do carro na piscina, do globo, do calendário...

Eis que surgem um hit digno de beatlemania que são as belíssimas “Don’t Go Away” e “Stand by me”. Você pode me dizer que The Beatles não tem comparação? Eu até concordo, mas te perguntaria em seguida: qual o problema com você? Então cante pra mim algo novo...hahaha....polêmicas a parte cravo essa como as melhores músicas do disco e que também marcaram a década.

 “I hope, i think, i know” e a contagiante “It’s gettin’ better (man!!) com a mesma energia de stay Young e supersonic embalam o disco. Oasis já falaram que são muito influenciados pelos Fab4 e não é a toa que notamos muitas referências tal como em “The girl in the dirty shirt”.

“All around the world” vem para fechar o disco e falar desse louco tempo que não para e que a gente para para vê-lo passar às vezes e que às vezes fazemos e quando fazemos parece que passou por que vai ficar tudo bem ou esperamos que esteja tudo bem. A verdade é que estar aqui agora significa mais do que este texto, mais do que a prepotência e arrogância do ser humano, de sua ganância e de sua violência em Barcelona, Madri, Londres, Paris....talvez a sinfonia no final de all around the world seja daquele reino que virá e será feliz e como deve ser quando todos cantam alegremente lalalalalalallalalalalalalalala....you know it’s gonna be o.k.

Be here now é um dos melhores discos do Oasis e eu adoro. Apesar de completar hoje 20 anos, continua atual e trazendo lembranças de como é bom envelhecer, além de fazer-nos sentir saudades da última década que se produzia músicas de qualidade.

OUÇA AQUI

Pelo confrade Leonardo Albuquerque Malta

Ouça música de inédita de Lemmy Kimister com sobrinha de Jerry Lee Lewis


"Try to Get To You" integra o álbum “Reckless, Wild & Crazy” e traz o eterno frontman do Motörhead, Lemmy Kilmister, dividindo os vocais com  Annie Marie Lewis, sobrinha de Jerry Lee Lewis, que na canção também tocou violão e baixo.

A gravação fora disponibilizada por Danny B. Harvey, guitarrista do Headcat, grupo de rockabilly que integrou juntamente com Kilmister.

Bonnie Tyler: graças ao eclipse de hoje, vendas de sua música aumentam 500%


Total Eclipse of the Heart”, uma das mais chicletes canções dos anos 80, precisamente lançada em 1983, teve suas vendas catapultadas pelo grande estardalhaço promovido para o eclipse solar desta segunda-feira, 21.

A comercialização digital do single subiu 503% da semana passada até o dia de ontem, dia em que obteve mais de 4000 downloads pagos e amanheceu a segunda-feira figurando entre as 10 melhores no ranking de vendas da iTunes Store nos Estados Unidos.

O hit alcançou o topo da parada da billboard no ano de seu lançamento e permaneceu por quatro semanas.

Os passageiros a bordo do cruzeiro Total Eclipse, da Royal Caribbean, que partiu ontem da Flórida e seguirá para o Caribe, assistirão a uma apresentação de Bonnie Tyler, cantando sue hit "Total eclipse of the heart", no momento em que a lua esconder o sol.

Queen: definidos os atores que interpretarão os músicos em cinebiografia

Após a divulgação do ator Rami Malek, que protagonizará o longa "Bohemian Rhapsody" que narrará a trajetória do Queen, agora o site oficial da banda revelou os atores que viverão Brian May, John Deacon e Roger Taylor na telona.

Gwilym Lee (de “Landy Girls”), viverá o personagem de Brian May; Ben Hardy (modelo e ator teatral emergente), será Roger Taylor; e Joe Mazzello (de "Jurassic Park"), interpretará John Deacon. Os dois primeiros são britânicos e o último é americano.

A direção está a cargo de Bryan Singer (X-Men).

Gwilym Lee

Ben Hardy

Joe Mazzello

Rami Malek

Glenn Hughes: a Voz do rock completa mais um ano de vida


Hoje, Glenn Hughes, oriundo do power trio Trapeze e conhecido mundialmente após entrar no Deep Purple como baixista e vocalista, dividindo os microfones com David Coverdale completa 66 anos de vida.

Comemorando o aniversário da "Voz do rock" , como ficara conhecido, sobretudo graças aos seus ímpares agudos, que alias ainda consegue fazer, sendo dos três vocalista púrpuros o que detem atualmente a melhor voz, leia o texto abaixo escrito há dois anos pelo confrade Xandão Ourives, que também é baixista e vocalista aqui em Campo Grande-MS.
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Congratulações à enésima potência a um dos senhores das 4 cordas mais respeitados do mundo, não só pela habilidade roqueira ao contrabaixo elétrico, mas também por sua incrível extensão vocal e agudos impressionantes! Mr. Glenn Hughes completa 63 anos de idade hoje!
Nascido em Cannock, Inglaterra em 21 de Agosto de 1952, o virtuoso vocalista e baixista é conhecido por seu trabalho com o Trapeze, Deep Purple, Black Sabbath, Black Country Communion e sua carreira solo. Na primeira metade da década de 70 Hughes era baxista/vocalista da banda Trapeze, saindo da mesma em 73 quando aceitou o convite feito por Jon Lord e Ian Paice para assumir a vaga que se abrira no Deep Purple após a saída de Roger Glover. No Purple gravou os excelentes álbuns de estúdio “Burn” e “Stormbringer”, ambos de 74 e que também contavam com David Coverdale nos vocais.
Saindo do Purple em 76, lançou sua carreira solo com o álbum “Play Me Out” ganhando grande notoriedade no cenário musical do rock mundial, o que lhe rendeu também várias parcerias ao longo de sua carreira, tendo trabalhado com nomes como Joe Lynn Turner, Tony Iommi, Yngwie Malmsteen e Gary Moore. Um de seus maiores projetos foi a banda Black Country Communion, que reunia um verdadeiro “Dream Team” de músicos fenomenais, com nada mais nada menos que Jason Bonham na bateria, Derek Sherinian nos teclados e Joe Bonamassa nas guitarras. Este projeto teve fim em 2013 após desavenças entre Hughes e Bonamassa, mas deixou três grandes álbuns gravados, “Black Country Communion” de 2010, “2” de 2011 e “Afterglow” de 2013. Logo após montou a banda California Breed, ainda com Bonham na bateria e agora com Andrew Watt nas guitarras, onde lançou o álbum “California Breed” de 2014. Na visão de Hughes, os dois projetos não avançaram mais pelo mesmo motivo, no Black Country Bonamassa não queria sair em turnê, e no California, Bonham também não queria sair em turnê. Sendo assim, na visão do baixista/vocalista, era hora de voltar a ser um artista solo.
Glenn Hughes está no Brasil para uma sequência de shows, agora acompanhado por Doug Aldrich nas guitarras (ex Whitesnake e Dio) e pelo baterista Pontus Engborg, que já havia tocado com o mesmo em sua carreira solo. Seu aniversário será comemorado juntamente aos fãs mineiros, pois hoje o show será no Music Hall em Belo Horizonte – MG.
“Eu adoro o dom da música, é a chave da minha alma” – Glenn Hughes

Ouçam-no em ação na nossa playlist "Glenn Hughes's Birthday"

E assistam Glenn Hughes tocando com a banda argentina Rata Blanca em 2003:

sábado, 19 de agosto de 2017

Rememorando: Ian Gillan, A "Voz de Prata"


Hoje a "Voz de Prata", o principal frontman púrpuro completa 72 anos de idade.

Leia abaixo o meu texto de dois anos atrás à ocasião de suas 70 primaveras.

70 Anos para Ian Gillan, A "Voz de Prata"!

As cordas vocais são artigo de luxo para o aniversariante que chega aos 70 anos de idade hoje.
Neto de um cantor de ópera barítono, Ian herdou o timbre do avô, possuindo alcance vocal C♯2-D6, sendo um mestre dos falsetes.
Egresso das bandas sessentistas The Sweet, The Javelins e Episode Six, foi nesta última que em despontando em um show, chamou nitidamente a atenção de Jon Lord e Ritchie Blackmore que o recrutaram para assumir prontamente o microfone do Deep Purple em 1969, substituindo Rod Evans e se consagrando na segunda formação, a Mark Line II da banda.
Ian Gillan, que chegou no Deep Purple juntamente com o baixista Roger Glover, mudou substancialmente a sonoridade da banda, tornando-a "supersônica", com seus gritos em falsetes espetaculares, modo de cantar que se tornava cada vez mais popular no fim da década de 60 e tinha como os dois maiores expoentes no estilo, Ian Gillan no Deep Purple e Robert Plant no Led Zeppelin.
O guitarrista Ritchie Blackmore certa vez, definiu a voz de Ian Gillan: "gritos profundos com uma pegada de blues".
Em 1970, Gillan começava sua escalada nas escalas vocais às alturas. "Speed King", primeira faixa do primeiro álbum com ele nos vocais "In Rock", é um prelúdio do que ele faria pela década adentro. Um petardo vocal, com direito a gritos enfeitiçantes, puro hard rock.
Mas talvez não exista fã dessa formação ou propriamente fã de Ian Gillan, que não considere como seu clímax a faixa 3 do álbum 'In Rock", a homérica "Child In Time", já previamente apresentada em dezembro de 1969, no Concerto Para Grupo e Orquestra no Royal Albert Hall, antes do lançamento de "In Rock",e, imortalizada em 1972, num dos maiores registros de rock de todos os tempos e o maior do grupo, "Made in Japan".
"Child In Time" é uma epopéia vocal, uma ode a quem aprecia o lírico-visceral, a música da vida de Ian Gillan, que fez dela sua obra-prima. Mesmo contando com os solos de teclado de Jon Lord e o extenso solo de guitarra de Ritchie Blackmore, o ponto alto e ímpar da canção são os berros históricos de Gillan. Um perfeito blues-hard-rock loser.
No ano seguinte, 1971, o Deep Purple lançou o álbum "Fireball", e nele estava a canção "Strange Kind Of Woman", que também no concerto nipônico de 1972, ganhara uma interpretação dourada de Ian Gillan, cheia de blues, swing e claro, gritos.
E belissimos berros, sobretudo, no lendário e definitivo "Duelo Voz-Guitarra" que travara juntamente com o guitarrista Ritchie Blackmore no palco, onde um ia repetindo a sequência de notas lançadas pelo outro, uma brincadeira para quem sabe tudo de música e mais um pouco.
E eis que chega, 1972, o ano mágico do Deep Purple, tempo em que eles, e aqui em especial, o nosso vocalista, chegam ao auge.
Ano do lançamento do "best-seller" da banda, o álbum "Machine Head", com todas as músicas entre ótimas e maravilhosas e novo show vocálico de Ian, que mostra tanto no estúdio, como nos shows da turnê do álbum, incluindo o já supracitado "Made In Japan", todo seu poderio, a começar pela icônica "Highway Star", petardo hard rock, com exibição vocal de luxo de Gillan.
Gillan é puro feeling ao cantar, por isso, por mais que já tenha cantado a música mais famosa e carro-chefe do Deep Purple, "Smoke On The Waters", talvez nunca o tenha feito da mesma forma, denotando uma enorme versatilidade interpretativa.
Uma verdadeira aula de blues-rock é o que podemos presenciar em "Lazy", onde Gillan além de cantar precisamente, nos mostra seus dotes na gaita.
Meados da década de 70 foram chegando e o clima dentro do Deep Purple foram ficando cada vez mais desgastantes e desmotivadores para Ian Gillan, que pulou fora, e no início da segunda metade da década, em 1976, funda a Ian Gillan Band, um hepteto virtuoso e eficiente, com uma sonoridade próxima do jazz-fusion, e com sua nova turma, Gillan lançara dois álbuns de estúdio, "Clear Air Turbulence" e "Scarabus", de 1977 e o ao vivo "Live at the Budokan", de 1978, tudo de primeiríssima qualidade, mesmo não tendo atingido a explosão comercial, destaque para as modificadas versões ao vivo para "Smoke on the Water" e "Child in Time", dos tempos púrpuros.
Virando a década, em uma conversa de bar em 1983, regada à muita bebida, Ian Gillan e os sabáticos Tony Iommi e Geezer Butler, bradam em tom de brincadeira fazer um álbum do Black Sabbath juntos. O grupo havia sofrido a perda do então vocalista Ronnie James Dio que partiu para carreira solo. Manhã seguinte, passada a ressaca, o projeto jocoso começou a ficar sério, e no dia 7 de agosto daquele ano era lançado o excelente álbum do Black Sabbath, "Born Again", a única incursão do vocalista pelo Heavy Metal, porém, mesmo com n fãs tanto do Sabbath, como do Purple torcerem bem o nariz, numericamente o disco fora muito bem, atingindo logo o quarto posto na parada bretã, e possuindo uma enorme qualidade e peso, com novo show de Gillan nas faixas "Trashed", "Disturbing The Priest", "Zero The Hero" e "Born Again". Lamentavelmente nenhum registro oficial ao vivo foi nos deixado, restando apenas alguns bootlegs de shows dessa época.
Em 1984 a Mark Line II se reune novamente e o álbum "Perfect Strangers", lançado em 16 de setembro nos diz: o Deep Purple ressuscitou!
E Ian Gillan entoava novos clássicos do grupo com maestria, tais como a faixa-título, "Knocking At Your Back Door", "Under The Gun" e "Nobody's Home".
No CD/DVD "Perfect Strangers Live", gravado em 1985, vemos e ouvimos uma nova apresentação solene de Gillan e seus colegas púrpuros, com direito à "brincadeirinha", novamente em "Strange Kind Of Woman", com Ritchie Blackmore.
Nessa época, Ian Gillan ainda tinha sua peculiar potência vocal e a sua marca clássica nos fartos gritos, embora já se podia sentir um pequeno decréscimo no tom e sua potência. Mas ainda deu pra mandar muito bem o hino "Child In Time".
As coisas internamente no Deep Purple nunca foram muito fáceis, principalmente a relação Gillan-Blackmore, uma eterna batalha de egos.
em 1989, Gillan perde a queda de braço e deixa o grupo que recruta Joe Lynn Turner para seu lugar. Este declina em 1992 no meio das gravações do álbum "The Battle Rages On..." e Gillan é chamado para terminá-lo, regravando-o com sua voz e saindo em turnê em 1993, onde dessa vez, Ritchie Blackmore sucumbe e abandona.
De lá para cá o Deep Purple teve algumas alterações, sempre com Ian Gillan como frontman, porém infelizmente a idade e o desgaste vai caindo sobre todos nós, e caiu sobre Ian Gillan, sobretudo na sua garganta, que nos dias de hoje tem muito pouco dos velhos gritos cheios de fôlego e falsetes, contudo, ainda possui a mastria do canto embluesado, feeling e muita técnica.

Ouçam A Voz de Prata na nossa playlist "Deep Purple - Ian Gillan (Live)

Assistam-no em "Deep Purple - Live at Rockplast" 1985, no vídeo abaixo:


E essa versão magnífica de "Nessun Dorma", juntamente com o tenor Luciano Pavarotti em 2003:

Exit Eden lança clipe da versão para Paparazzi de Lady Gaga

"Paparazzi" integra o debut "Rhapsodies In Black", do novo grupo Exit Eden, que chegará em 4 de agosto próximo.

O grupo é formado pelas excelentes cantoras:

Amanda Somerville, norte-americana, da banda Aina, que já trabalhou em inúmeras bandas tais como Avantasia, Epica, Kamelot, Edguy, Shaman e outras.

Anna Brunner, suíca, oriunda da banda Amar Quartet, também é violinista.

Marina La Torraca, brasileira, veio da Phantom Elite e substituiu, Amanda Somerville no Avantasia.

Clémentine Delauney: Clémentine, francesa, foi frontwoman da banda Visions of Atlantis.

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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Playlist Collectors Room: Rock Progressivo


O jornalista Ricardo Seelig, da Collectors Room publicou hoje, um pouco mais cedo um texto de primeira linha e temporalmente didático a respeito do rock progressivo, nos brindando ao final deste com uma requintada playlist do gênero.

Leia abaixo:

Na falta de palavras mais assertivas e para explicar de maneira mais completa o que é o rock progressivo, traduzimos abaixo a definição elaborada pelo Rate Your Music para o gênero:

Este é um estilo de rock que se originou principalmente no Reino Unido no final da década de 1960. O rock progressivo levou adiante os esforços do rock psicodélico para experimentar elementos que não são comumente associados ao rock e os colocou no centro do palco, ao mesmo tempo em que removeu qualquer abordagem para a expansão de mente e as imagens alucinógenas, concentrando-se apenas na inovação musical e levando o rock aos seus limites, fundindo-o a gêneros como jazz, música clássica, folk, música regional e outros.

O objetivo principal do rock progressivo era levar o rock para longe de suas origens no blues e no country. Isso foi feito em grande parte por músicos treinados de forma clássica que decidiram usar o rock para criar um som tão original quanto fosse possível. As estruturas comuns das canções foram evitadas, e em vez disso as composições passaram a emular as estruturas da música clássica e do jazz. As canções incorporaram a exploração de melodias e ritmos, trechos instrumentais que exibiam virtuosismo técnico e eram, de modo geral, de natureza transformativa e com diferentes seções. As mudanças de tempo e andamentos fora do comum, bem como os arranjos complexos, também são marcas fortes do progressivo. Havia uma ênfase crescente nos timbres para criar momentos divertidos e bombásticos, além do uso de instrumentos não muito comuns ao rock como os sintetizadores mellotron, o órgão Hammond e o moog, bem como instrumentos vindos da música clássica e do jazz. Esses instrumentos costumavam competir com a guitarra ou substituí-la completamente. Liricamente, os temas tratados nas letras exploram assuntos ligados a fantasia, história, religião, conceitos abstratos e ficção científica.

Procol Harum, The Moody Blues e Nice foram os primeiros artistas de rock a empregarem instrumentos de inspiração clássica, inspirados por artistas de pop barroco como Beach Boys e Beatles. O Pink Floyd e o Sof Machine eram descendentes diretos da cena do rock psicodélico, que tinha estruturas influenciadas pelo jazz, incluindo manipulações sonoras. Esse miasma de artistas de rock progressivo precoces foi tão diverso quanto Jethro Tull, Colosseum e High Tide, e viu nascer dois dos discos mais influentes do cânone do prog: In the Court of the Crimson King do King Crimson e Uncle Meat de Frank Zappa. Ambos contribuíram enormemente para a expansão mundial do prog.

No início dos anos 1970, o prog havia se desenvolvido em muitas cenas e estilos diferentes. A maior dessas divisões foi o progressivo sinfônico, onde a emulação clássica no estilo de composição foi mais evidente. Nele, estão incluídos os grupos mais conhecidos como Yes, Genesis e Emerson Lake & Palmer. Outro grupo foi a Canterbury Scene, que estava fortemente enraizado no jazz fusion e enfatizava a experimentação e o surrealismo. Este grupo inclui o Caravan e o Gong, pioneiro do space rock. Outra parcela de bandas incorporou elementos do hard rock com a complexidade do prog, criando um som mais extremo. Nesse grupo estão bandas como Rush, Atomic Rooster, Uriah Heep e Wishbone Ash, que influenciaram a evolução do heavy metal. Partindo paralelamente a todos esses grupos e influenciando todo mundo estavam nomes como King Crimson, Van der Graaf Generator e Gentle Giant.

Do outro lado do espectro do prog estavam grupos de bandas muito enraizados no rock experimental, e entre eles temos o krautrock e o avant-prog, gêneros diversos e abrangentes que tendiam a serem influenciados por música de vanguarda como o clássico moderno e o jazz avant-garde. Ambos estes estilos reuniam bandas com poucos pontos em comum, a não ser as influências que apresentavam. Os nomes do krautrock variam daqueles inspirados por sons eletrônicos progressivos como Kraftwerk e Tangerine Dream e o psicodelismo do Amon Düül II, aos altamente experimentais Can e Faust. Os grupos avant-garde incluem o movimento Rock in Opposition e Zeuhl, desenvolvido pelo Magma, juntamente com muitos outros artistas diversos que vão de Zappa ao Area.

OUÇA AQUI A PLAYLIST COLLECTORS ROOM: ROCK PROGRESSIVO

LEIA MAIS NA COLLECTORS ROOM

Evanescence: ouça versão sinfônica de "Bring me to Life"

A canção integra o vindouro álbum "Synthesis", que chegará até outubro trazendo versões orquestradas dos velhos sucessos do grupo e mais duas músicas inéditas.



Cientista culpa Pink Floyd por ter tido muito trabalho


Mas essa agora...

O cientista e apresentador Neil de Grasse Tyson se queixou a Hollywood Reporter que teve que passar um longo período explicando para as pessoas que o título ""The Dark Side of The Moon", álbum floydiano, está na verdade incorreto.

"Culpo o Pink Floyd por isto. Não há um lado negro. Há um lado distante e outro próximo, mas ambos recebem a luz do sol. Porém como o Pink Floyd tem um disco com este nome há décadas que eu venho lidando com esta ideia das pessoas. Como educador, se eu tivesse uma máquina do tempo, voltaria ao passado e mudaria o nome do álbum para 'The Far Side of the Moon' ("O lado distante da Lua"), e isto pouparia muito tempo da minha vida"
Ele ainda ressaltou que no finzinho do disco o colaborador Gerry O' Driscoll cita o editado verso "não há um lado escuro da lua, Tudo está escuro".

PS: A fala original gravada por Driscoll era "The only thing that makes it look light is the sun" ("A única coisa que o faz parecer brilhante é o sol").

The Who: DVD Tommy Ao Vivo no Royal Albert Hall


"Tommy - Live at the Royal Albert Hall" chegará no dia 13 de outubro próximo em diversos formatos, trazendo a íntegra ao vivo da icônica ópera rock de 1969 executada no lendário teatro londrino no início deste ano.

De quebra, após toda a execução de "Tommy", o final da apresentação ainda traz sete canções, todas clássicas da banda bretã.

Confira o tracklist:

1. Introduction 
2. Overture 
3. It’s A Boy 
4. 1921 
5. Amazing Journey 
6. Sparks 
7. Eyesight To The Blind (The Hawker) 
8. Christmas 
9. Cousin Kevin 
10. The Acid Queen 
11. Do You Think It’s Alright? 
12. Fiddle About 
13. Pinball Wizard 
14. There’s A Doctor 
15. Go To The Mirror! 
16. Tommy Can You Hear Me? 
17. Smash The Mirror 
18. Underture 
19. I’m Free 
20. Miracle Cure 
21. Sensation 
22. Sally Simpson 
23. Welcome 
24. Tommy’s Holiday Camp 
25. We’re Not Gonna Take It 
26. I Can’t Explain 
27. Join Together
28. I Can See For Miles 
29. Who Are You 
30. Love, Reign O’er Me 
31. Baba O’Reilly 
32. Won’t Get Fooled Again

U2 deve lançar novo álbum em dezembro e single em setembro


Segundo o jornal irlandês Irish Sun, "Songs of Experience"em primeiro de dezembro próximo e o primeiro single do álbum, “You're the Best Thing About Me”, será divulgado dia 8 de setembro.

O trabalho sucederá o álbum "Songs of Innocence", lançado em 2014 e será o décimo-quarto disco de estúdio dos irlandeses.

Você sabe quais serviços de streaming musical pagam melhor os artistas?


A Digital Music News listou oito serviços de streaming e apurou quais deles reembolsam melhor os artistas de seus catálogo.

De acordo com tal constatação, curiosamente os serviços mais populares e com mais assinantes premium são os que pior remuneram seus artistas por cada stream.

Veja a lista abaixo:

1 - Napster – US$ 0,0167 por stream / 5 milhões de usuários
2 - Tidal – US$ 0,0110 por stream / 4 milhões de usuários
3 - Apple Music – US$ 0,0064 por stream / 27 milhões de usuários
4 - Google Play Music – US$ 0,0059 por stream / 10 milhões de usuários
5 - Deezer – US$ 0,0056 por stream / 16 milhões de usuários
6 - Spotify – US$ 0,0038 por stream / 140 milhões de usuários
7 - Pandora – US$ 0,0011 por stream / 81 milhões de usuários
8 - YouTube – US$ 0,0006 por stream / 1 bilhão de usuários

Vindouro DVD do Iron Maiden conterá registros na América Latina


O registro audiovisual da "The Book of Souls World Tour" da Velha Donzela trará imagens de apresentações feitas na América Latina.

Precisamente os shows realizados na Argentina, aqui no Brasil e em El Salvador, onde a banda bretã ainda não havia se apresentado.

Assista aos vídeos abaixo para ter uma ideia do que virá por aí:


Led Zeppelin: Robert Plant anuncia novo álbum solo


O eterno frontman zeppeliniano anunciou hoje detalhes de seu próximo álbum de estúdio.

O trabalho chamar-se-á "Carry Fire" e chegará no dia 13 de outubro próximo, contendo onze faixas inéditas, sendo uma delas “Bluebirds Over the Mountain”, imortalizada por Richie Valens e Beach Boys.

Além disso o disco conta com a participação especial de Chrissie Hynde, dos Pretenders.

Ouça abaixo “The May Queen”, o primeiro single revelado da obra.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Pink Floyd: Confronto de hinos - "Echoes" x "Shine On You Crazy Diamond"


Indiscutivelmente ambas as canções que integram esse confronto floydiano de hinos são duas das maiores músicas do Pink Floyd, em todos os sentidos, as duas contendo mais de vinte minutos de duração e contando com a colaboração intensa e integrada dos quatro membros da banda prog-bretã.

Vamos a elas:

"Echoes"

Lançada originalmente no álbum "Meddle", no final do ano de 1971, está certamente na lista entre as favoritas para ser considerada a música mais bela do repertório do Pink Floyd.
Assinada pelos quatro membros, a canção navega por diversas nuances sonoras, remetendo o ouvinte a uma sensação oceânica e submarina pelas palavras de Roger Waters e o piano, guitarra e vozes de Richard Wright e David Gilmour, que fazem um belíssimo dueto.


"Shine On You Crazy Diamond"

Lançada originalmente no álbum "Wish You Were Here" em 1975, esta canção tem em comum com a supracitada a intro marcante regida a teclado e piano desembocando num lindo canto e posteriores variações de andamento.
Trata-se da mais feliz homenagem ao Criador Syd Barrett, não só pela letra escrita por Roger Waters, mas também por todo o seu instrumental composto mais David Gilmour e Richard Wright, que nos remete atmosfericamente à figura de Barrett, fazendo despertar fortemente a saudade deste.

 

Qual delas mexe mais com você ?

Novo box compila a carreira solo de Bill Bruford


"Bruford 1977-1980: Seems Like a Lifetime Ago" chegará em 28 de outubro próximo trazendo oito discos de estúdio e ao vivo da carreira solo do refinado baterista, imortalizado por suas passagens pelo Yes e King Crimson, tendo também passagens pelo Genesis e UK.

Conteúdo completo:

 • DVD 1: Feels Good To Me: 5.1 surround sound and original 1978 mix remastered
 • CD 1: 2017 remix from original masters
 • DVD 2: One of a Kind: 5.1 surround sound and original 1979 mix remastered.
 • CD 2: 2017 remix from original masters - previously unreleased: outtake of Five G
 • CD 3: Gradually Going Tornado: Remaster
 • CD 4: The Bruford Tapes: Remaster: Bonus track: Manacles
 • CD 5: Live at the Venue: Previously unreleased. Recorded in London 1980.
 • CD 6: The 4th Album Rehearsal Sessions: Previously unreleased: 18 rehearsal sketches of new material.
 • 16-Page 12-inch booklet
 • Sid Smith essay with new interviews with producer, engineer, band members, eyewitnesses and others.
 • Previously unseen archive visual material.
 • Complete band date sheet with contemporary critical reaction.
 • 2 x black and white 10” x 8” band photos.
 • 1 x A3-size colour poster accompanying Live at the Venue
 • 1 x signed numbered certificate of authentication

Spotify bane bandas supremacistas brancas


Após o site "Digital Music News" compilar 27 bandas de supremacistas brancos que perpetuam mensagens de ódio disponíveis no Spotify, a empresa anunciou a remoção das músicas delas de seu catálogo à revista "Billboard" nesta quarta-feira.

De acordo com um porta-voz da plataforma de streaming, o catálogo disponibilizado é proveniente de "centenas de milhares de gravadoras em todo o mundo", que detêm a responsabilidade por seu conteúdo. No entanto, "conteúdos ilegais ou material que favorece o ódio ou incita a violência contra a raça, a religião, a sexualidade ou algo semelhante não é tolerado por nós", afirmou a empresa em comunicado.

"O Spotify toma medidas imediatas para remover qualquer material assim que tenha sido trazido a nossa atenção. Estamos felizes por termos sido alertados para este conteúdo — e já removemos muitas das bandas identificadas hoje (esta quarta-feira), enquanto revisamos o resto com urgência", completou.

Além de excluir artistas identificados como inapropriados por propagar o ódio, o Spotify lançou a playlist "Patriotic Passion" (Paixão Patriótica), com a justificativa de ser a "trilha sonora para um país pelo qual se vale a pena lutar". Entre as músicas, estão "Star Spangled Banner" de Jimi Hendrix, "Living In America" de James Brown, e "Americano" de Lady Gaga.

LEIA MAIS EM O GLOBO

Assista ao novo clipe de Van Morrison

"Transformation" integra o novo álbum “Roll With The Punches” que chegará no dia 22 de setembro próximo.



Tracklist:

“Roll with the Punches”
“Transformation”
“I Can Tell”
“Stormy Monday/Lonely Avenue”
“Goin’ to Chicago”
“Fame”
“Too Much Trouble”
“Bring It On Home to Me”
“Ordinary People”
“How Far from God”
“Teardrops from My Eyes”
“Automobile Blues”
“Benediction”
“Mean Old World”
“Ride On Josephine”



Assista ao Slayer mandando Led Zeppelin e ZZ Top ao vivo


A porradaria sonora ficou mais elaborada nas passagens de som do Slayer em Raleigh, na Carolina do Norte, e Dawson Creek, na Columbia Britânica, nos dias 20 de julho e 14 de agosto respectivamente.

A banda tocou os clássicos "Rock And Roll" do Led Zeppelin e "Tush", do ZZ Top e disponibilizara ambas em vídeos que vc pode conferir abaixo.

ASSISTA AQUI

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

E esse vídeo misterioso do Robert Plant?


O eterno frontman zeppeliniano publicou um vídeo de 28 segundos contendo trecho de uma música notoriamente inédita com uma legenda dizendo em movimento: "A Way With Words...".

Novo single? Novo álbum? Aguardemos...

CONFIRA O VÍDEO

Confronto de Hinos: Stairway to Heaven x Child in Time


Começo dizendo que a intenção aqui não é cravar definitivamente qual é a melhor entre essas duas canções e sim, apenas debater leve e democraticamente sobre qual delas mexe mais com a admiração e sentimento do leitor.

Eu mesmo ouvindo uma e outra fico inclinado a preferir cada uma delas em seu momento.

Ambas são faixas longas, com mais de sete minutos e tem como características canto singular e instrumental elaborado culminando em longo solo de guitarra.

Vamos às canções:

"Child in Time" - Deep Purple

Lançada originalmente no álbum "In Rock" em junho de 1970, disco que marcou definitivamente a entrada do vocalista Ian Gillan na banda, esta canção para ter sido feita especialmente para ele cantar.
Um blues-rock permeado pelo teclado melódico e infalível do saudoso Jon Lord, contemplado pelo longo e impressionante solo de guitarra de Ritchie Blackmore, além é claro, dos berros supra-sônicos de Ian Gillan.


"Stairway to Heaven" - Led Zeppelin

Lançada originalmente no álbum "Led Zeppelin IV" em 1971, se tornou uma das músicas mais conhecidas de todo o classic rock, sendo uma das mais pedidas nas rádios norte-americanas.
Certamente esta canção tem uma das mais conhecidas introduções, o famoso dedilhado ao violão de Jimmy Page, acompanhado da flauta e canto mavioso de Robert Plant.
Para fechar, uma empolgante catarse musical com gritos de Plant e o solo emblemático de Page, tido como um dos melhores do século passado.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

David Gilmour fala sobre o prazer de tocar na América do Sul


David Gilmour liberou um vídeo que integra o documentário do DVD Live at Pompeii, que chegará nos cinemas no dia 13 de setembro próximo e nas lojas no dia 29 do mesmo mês, onde ele discorre sobre o sentimento de ter tocado pela primeira vez na América do Sul.

"Esta foi a primeira vez que eu estive na América do Sul, e eu estava bastante animado.Os locais eram vastos e nós estávamos tocando para 50 mil por noite...
...O público é tão fantasticamente entusiasmadoe e tão educado ao mesmo tempo. Tem uma divisão muito mais equânime entre homens e mulheres e são bastante bonitos...
...Foi um deleite".

Accept no Brasil: novos locais e datas confirmadas

Conforme publiquei anteriormente aqui, o Accept passará pelo Brasil e outros países da América do Sul em turnê referente ao seu recém-lançado álbum "The Rise of Chaos"

Confira as datas e locais:


David Bowie aparece na nova temporada de Twin Peaks


O saudoso gênio bretão ressurgira no capítula 14 da atual temporada da série através de imagens deixadas gravadas por ele em 1992, ocasião em que Bowie interpretara o agente do FBI  Philip Jeffries e através dos recursos de edição ele aparece nos sonhos de Gordon Cole, interpretado por David Lynch.


Fantástico! Novo álbum do Therion será uma ópera-rock


Inspirada em "Um Breve Conto Sobre o Anticristo", de Vladimir Soloviov, a ópera-rock "Beloved Antichrist" de três horas e meia de duração e contando com 29 vocalistas interpretando diferentes personagens, chegará em 28 de janeiro de 2018.

Este será o próximo disco da banda de Symphonic Metal sueca, Therion, que virá em 3 CDs.

Leia abaixo o post oficial da banda no Facebook:

Quando o prodígio de apenas 15 anos Christofer Johnsson fundou o Therion como uma banda de death metal em 1987, mal poderia imaginar que exatamente 30 anos depois ele estaria dando os toques finais em um projeto que entrará para a história como o lançamento mais ambicioso de uma banda de metal sinfônico. Enquanto as "metal óperas" não são mais uma novidade, esse termo ganhará um novo significado em 26 de janeiro de 2018, quando as cortinas se abrirem para a obra-prima da vida de Christofer Johnsson: "Beloved Antichrist" é o título da sua espetacular criação, dividida em 3 CDs completos e é mais do que um álbum conceitual, é uma rock-ópera completa com vários capítulos, revelando uma história abrangente, inspirada em partes na obra "Um Breve Conto Sobre o Anticristo", de Vladimir Soloviov.

Com um incrível total de 29 papéis e personagens diferentes, e todos eles exigindo uma voz diferente, o Therion contratou não só um coral gigante, mas também 29 vocalistas para dar vida a essa história épica. Com colaboradores do longa data como Thomas Vikström, Lori Lewis e Chiara Malvestiti, os fãs poderão ver a vibe clássica do Therion, além de poder entrar num furacão mágico de vozes tanto conhecidas como novas.

Dividida em vários capítulos, a ópera tem um total de três horas e meia e a banda está trabalhando na possibilidade de levar a produção inteira para os palcos. E enquanto esse trabalho monumental toma forma nos palcos suecos, a banda anunciou uma turnê europeia gigantesca durante a qual vai apresentar algumas das suas novas obras-primas com um clima de concerto clássico. As aberturas ficarão por conta do IMPERIAL AGE (Rússia) e NULL POSITIV (Alemanha).

Não perca esse novo marco na história do metal sinfônico e testemunhe a representação dramática do apocalipse e todos bravos, sinistros e fascinantes personagens encarando o fim dos tempos. "O mundo do metal não seria o mesmo sem o Therion", publicou a Iron Fist Magazine (Inglaterra) em 2014, e uma coisa é certa: depois do lançamento de "Beloved Antichrist", o metal não será mais o mesmo.

A turnê passará por vários países, incluindo Alemanha, Holanda, Reino Unido, Irlanda, França, Espanha, Portugal, Espanha, Itália e Eslovênia e tem o patrocínio de Gibson, Yamaha, Steinberg, Rock Hard, Tronical, Vain e HHK Concertservice.


Anthrax no Brasil


A banda americana de trash metal se apresentará em São Paulo no Tom Brasil, participando do Free Pass Metal Festival juntamente com os germânicos do Accept no dia 9 de novembro próximo.

O grupo local King Of Bones fará o show de abertura.

MAIORES INFORMAÇÕES AQUI

LEIA TAMBÉM: Accept no Brasil

Em 15 de agosto de 1969 tinha início Woodstock, o maior evento de música e paz da história

...há 48 anos tinha início Woodstock, o maior festival de música popular de todos os tempos, contando com 32 atrações icônicas à época e cerca de meio milhão de espectadores sob o lema "3 dias de paz e música", com direito até a dois nascimentos de bebês no local.

Tocaram na ocasião:

Sexta-feira, 15 de agosto:

Richie Havens
Swami Satchidananda - deu a invocação para o festival
Sweetwater
The Incredible String Band
Bert Sommer
Tim Hardin
Ravi Shankar
Melanie
Arlo Guthrie
Joan Baez

Sábado, 16 de agosto:

Quill, quarenta minutos para quatro músicas
Keef Hartley Band
Country Joe McDonald
John Sebastian
Santana
Canned Heat
Montanha
Grateful Dead
Creedence Clearwater Revival
Janis Joplin com a The Kozmic Blues Band[8]
Sly & the Family Stone
The Who começou às 4 da manhã, dando início a um conjunto de 25 músicas, incluindo Tommy
Jefferson Airplane

Domingo, 17 de agosto:

The Grease Band
Joe Cocker
Country Joe and the Fish
Ten Years After
The Band
Blood, Sweat & Tears
Johnny Winter e seu irmão, Edgar Winter
Crosby, Stills, Nash & Young
Paul Butterfield Blues Band
Sha-Na-Na
Jimi Hendrix / Gypsy Sun & Rainbows

Recusaram e/ou cancelaram:

The Beatles
The Doors
Led Zeppelin
Jethro Tull (mas tocado no sistema de som mecânico)
The Byrds
Bob Dylan
Joni Mitchell

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

40 Músicas que não deveriam terminar


Na sexta-feira última, ouvindo uma gama de canções me dei conta de como algumas delas despertam aquele sentimento e desejo que elas pudessem "nunca terminar" de tão empolgante e/ou belíssimas que são, dando vontade de ouví-las infindamente.

Abaixo elenco algumas delas:

"Samba pa ti" - Santana
"Child in Time" - Deep Purple
"Comfortably Numb" - Pink Floyd
"Under The Sun" - Black Sabbath
"Cochabamba" - A Cor do Som
"Metropolis" - Motörhead
"Two Of Us" - Supertramp
"The Sphere" - Rush
"Layla" - Eric Clapton
"Black" - "Pearl Jam"
"Arcana" - Edenbridge
"The Best of Times" - Dream Theater
"Can't My Find Way Home" - Blind Faith
"Tunnel Of Love" - Dire Straits
"Voodoo Chile" - Jimi Hendrix
"Indian Summer" - The Doors
"Sweet Sir Galahad" - Joan Baez
"Like A Rolling Stone" - Bob Dylan
"Have You Seen The Saucers" - Jefferson Airplane
"Theme From Manhole" - Grace Slick
"No Quarter" - Led Zeppelin
"Gimme Shelter" - Rolling Stones
"While My Guitar Gently Weeps" - "The Beatles"
"Willie The Pimp" - Frank Zappa
"Like A Hurricane" - Neil Young
"The Gates Of Delirium" - Yes
"I Believe" - Triumvirat
"Tarkus" - ELP
"Aqualung" - Jethro Tull
"Hall Of Mirrors" - Kraftwerk
"Free Bird" - Lynyrd Skynyrd
'Whole Lotta Rosie" - AC/DC
"I Wanna Rock N Roll All Night" - KISS
"For The Love Of The God" - Steve Vai
"The Dream" - David Sanborn
"Love Of My Life" - Queen"
"Eight Miles High" - The Byrds
"Catch The Rainbow" - Rainbow
"Wish You Were Here" - Blackmore's Night

E aí, que música lhe dá vontade de ouvir sem que ela acabasse?

Foo Fighters e Queens of the Stone Age no Brasil


De acordo com Lúcio Ribeiro, do Popload, o Foo Fighters e o Queens of the Stone Age farão uma turnê conjunta pelo Brasil no início do próximo ano. Os shows ainda não tem data e nem locais confirmados, mas devem acontecer nos meses de janeiro ou fevereiro.

Lembrando que ambas as bandas estão lançando novos discos. Villains, novo do QOTSA, chega às lojas dia 25 de agosto. Já Concrete and Gold, novo álbum do Foo Fighters, será lançado dia 15 de setembro.

VIA COLLECTORS ROOM

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Assista "A Boat Lies Waiting", mais uma música de "Live at Pompeii" de David Gilmour


A faixa integra o filme "David Gilmour Live at Pompeii" que será mostrado no cinema mundialmente no dia 13 de setembro próximo e posteriormente ´chegará em DVD e outros formatos domésticos no dia 29 do mesmo mês.


Assista também "One of These Days" e "Rattle That Lock", divulgadas previamente.



Promo Video:



Metallica: exposição de itens de filmes de terror de Kirk Hammett


Além de guitarrista do Metallica, Kirk Hammett é conhecido também pela sua paixão por itens relacionados a filmes clássicos de terror. E parte dessa paixão agora será exposta ao público.

A partir deste sábado, 12 de agosto, o Peabody Essex Museum, em Salem, no Massachusetts, abrirá uma mostra com 135 itens da coleção pessoal do músico, intitulada It’s Alive: Classic Horror and Sci-fi Art from the Kirk Hammett Collection.

Segundo Kirk: “Minha coleção me leva a um lugar onde eu preciso estar. Entre os monstros, me sinto mais confortável e criativo. É aí que a magia aconteceu para mim durante todos esses anos e é algo em que eu sempre confiei. Deste o momento em que encontrei esses personagens, pude perceber que esses caras tinham tanta dificuldade em lidar com as coisas quanto eu”.

O curador da mostra, Daniel Finamore, também falou sobre a exposição: “Estas são peças de arte raras, mas não recebem tanto reconhecimento quanto merecem. Esses pôsteres fazem parte da nossa história cultural, e eles demonstram muitos dos medos e ansiedades que permanecem até hoje na sociedade. Kirk pegou essa paixão e a usou para alimentar a sua vida profissional de forma positiva”.

Entre as artes expostas estão os cartazes de filmes clássicos como Metropolis (1927), Dracula (1931), Frankenstein(1931), The Mummy (1932), King Kong (1933) e Barbarella (1968), além de diversos outros itens





Assista à entrevista do Lobão no The Noite


O cantor, compositor e escritor Lobão deu entrevista no programa The Noite, apresentado por Danilo Gentili, discorrendo, sobretudo, a respeito de seu livro recém-lançado “Guia politicamente incorreto dos anos 80 pelo rock”, via Editora Leya.

Na entrevista, divertidíssima, Lobão dispara munição contra a MPB e rasga elogios às bandas da atualidade, Cachorro Grande e Sepultura, além de cantar a música "Virgem", de Marina Lima.

LEIA TAMBÉM:
Em novo livro, Lobão discorre sobre a cena do rock brasileiro dos anos 80 e ícones da MPB

Assista abaixo:



Ouça a versão da Minniva para "All The Clowns" do Edguy


A cantora norueguesa lançou nesta sexta-feira seu vídeo com a canção "All The Clowns", clássico de Edguy de 2001.

LEIA MAIS SOBRE MINNIVA AQUI